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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Vídeo da Lição 05 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias


Lição 04 - O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas - 24.07.16 EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
Atos 8.26-40

Reflexão: A missão do evangelista é falar de Cristo a todos, em todo lugar e tempo, por todos os meios possíveis.

Nesta lição analisaremos a missão do evangelista, um dom ministerial ao lado de outros dons de grande importância para a igreja como o de pastor, apóstolos, profetas e doutores.

A Bíblia fala muito pouco sobre esse dom ministerial de evangelista, pois só encontramos três vezes no NT (At 21.8; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Nem por isso, o papel do evangelista pode ser considerado de menor importância no contexto dos ofícios ministeriais que contribuem para o crescimento e para a edificação da igreja do Senhor Jesus Cristo.

No entanto, a tradição do governo da igreja do Senhor Jesus Cristo, tem levado a entender que o evangelista é um cargo ou uma função hierárquica, inferior a de pastor, ou de apóstolos e doutores, mas superior ao de presbíteros.

Porém, à luz da boa hermenêutica ou interpretação dos textos bíblicos, podemos constatar que não são bem assim.
Há homens dentre os que se colocam à disposição da obra do Senhor, que têm uma vocação profunda e prioritária para a pregação do evangelho do Senhor, para a proclamação das boas novas.

Estes são os evangelistas (At 20.8; 8.4-11; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Embora as Escrituras do NT mencione como evangelista, apenas Filipe e Timóteo (At 21.8; 2Tm 4.5), Pedro foi um dos grandes evangelistas e ganhador de almas e pregador das multidões (At 2.37-41; 4.4.

Paulo pregava publicamente e pelas portas (At 20.20,21). Os evangelistas são os pioneiros no trabalho da propagação do evangelho.
Alguém já disse que os evangelistas são os que abrem as trilhas que depois se transformam em auto-estrada por onde caminham as grandes multidões.
Na vida dos evangelistas se cumpre o disse Jeremias 16.16: ...
Eis que enviarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão sobre todo o mente, e sobre todo o outeiro, e até nas fendas das rochas.

E o próprio Jesus confirmou estas palavras aos seus discípulos: “E Jesus lhes disse: vinde após mim e vos farei pescadores de homens. E, deixando logo as redes o seguiram” (Mc 1.17; Lc 5.10).

Um dia Deus perguntou ao profeta Isaias: A quem enviarei? E quem há de ir por nós? O profeta respondeu: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8).

Os evangelistas são concedidos à igreja como um “dom” divino à mesma, a fim de expandir as suas fronteiras e aumentar o número dos salvos em Cristo.
 Pois, os evangelistas não ganham almas para si, mas, para o Reino de Deus.

O vocábulo missionário, conforme é usado em nossos dias, é o que está mais próximo da ideia dos evangelistas dos dias do NT, do que a palavra evangelista quando aplicada aos pregadores itinerantes que fazem das igrejas locais o centro de suas atividades.
Na vocação de Abraão (Gn 12.1-4), Deus prometeu abençoá-lo bem como a sua posteridade.

Esta passagem de Gênesis é uma das pedras fundamentais da missão cristã, pois os descendentes de Abraão por meio de quem todas as nações estão sendo abençoadas é Cristo e todos aqueles que são salvos pela pregação do evangelho.

Se pela fé pertencemos a Cristo, somos filhos espirituais de Abraão e temos uma responsabilidade pela raça humana. Assim também os profetas do AT. profetizaram que Deus faria de Cristo o herdeiro e a luz das nações (Sl 2.8; Is 42.6; 49.6).

Quando Jesus veio ele concordou com estas promessas, embora o ministério terreno de Jesus tenha ficado restrito às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt 10. 6; 15.24).
No entanto, ele acrescentou que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos Céus (Mt 8.11 Lc 13.29).

E depois de ressuscitado ele declarou: “É me dado todo o poder, em cima dos céus e embaixo na terra” (Mt 28.18).

Em consequência dessa autoridade universal ele ordenou aos seus apóstolos e seguidores que fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19).
Os cristãos primitivos começaram essa evangelização logo de Pentecostes (At 1.8; 2.1-4, 37-41; 8.4-8; 11.19-24).

O fim da história só virá quando o evangelho alcançar os confins da terra (Mt 24.14;28.20; At 1.8).
Patriarcas, reis e profetas, todos evangelizaram ou falaram acerca de Cristo conforme declara o apóstolo Pedro:

“Alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma. Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada, indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir e a glória que se lhes havia de seguir.

Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, para as quais coisas os anjos desejam bem atentar (1Pe v1.9-12).
Há homens que têm vocação para cuidar do rebanho, que são os pastores, enquanto há outros que são mais usados por Deus para atuar na área do ensino da Palavra.

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr. Claudionor de .Andrade
ANDRADE, Claudionor. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura. CPAD. RJaneiro 2016
RENOVATO, Elinaldo. Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. CPAD. Rio de janeiro
KOHL, Manfred Waldemar e BARRO Antonio Carlos (Organizadores). Missão Integral Transformadora. Editora Descoberta. Paraná 2006
RAMOS Rbson. Evangelização no Mercado pós-Moderno. Editora Ultimato Ltda, Minas Gerais, 2003
GONZALEZ, Justo.L e ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. Editora Hagnus. São Paulo, 2008
WINTER Ralph e outros
Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. Editora Vida Nova. São Paulo, 2009

Lição 04 - O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas - 24.07.16 EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
Atos 8.26-40

Reflexão: A missão do evangelista é falar de Cristo a todos, em todo lugar e tempo, por todos os meios possíveis.

Nesta lição analisaremos a missão do evangelista, um dom ministerial ao lado de outros dons de grande importância para a igreja como o de pastor, apóstolos, profetas e doutores.

A Bíblia fala muito pouco sobre esse dom ministerial de evangelista, pois só encontramos três vezes no NT (At 21.8; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Nem por isso, o papel do evangelista pode ser considerado de menor importância no contexto dos ofícios ministeriais que contribuem para o crescimento e para a edificação da igreja do Senhor Jesus Cristo.

No entanto, a tradição do governo da igreja do Senhor Jesus Cristo, tem levado a entender que o evangelista é um cargo ou uma função hierárquica, inferior a de pastor, ou de apóstolos e doutores, mas superior ao de presbíteros.

Porém, à luz da boa hermenêutica ou interpretação dos textos bíblicos, podemos constatar que não são bem assim.
Há homens dentre os que se colocam à disposição da obra do Senhor, que têm uma vocação profunda e prioritária para a pregação do evangelho do Senhor, para a proclamação das boas novas.

Estes são os evangelistas (At 20.8; 8.4-11; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Embora as Escrituras do NT mencione como evangelista, apenas Filipe e Timóteo (At 21.8; 2Tm 4.5), Pedro foi um dos grandes evangelistas e ganhador de almas e pregador das multidões (At 2.37-41; 4.4.

Paulo pregava publicamente e pelas portas (At 20.20,21). Os evangelistas são os pioneiros no trabalho da propagação do evangelho.
Alguém já disse que os evangelistas são os que abrem as trilhas que depois se transformam em auto-estrada por onde caminham as grandes multidões.
Na vida dos evangelistas se cumpre o disse Jeremias 16.16: ...
Eis que enviarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão sobre todo o mente, e sobre todo o outeiro, e até nas fendas das rochas.

E o próprio Jesus confirmou estas palavras aos seus discípulos: “E Jesus lhes disse: vinde após mim e vos farei pescadores de homens. E, deixando logo as redes o seguiram” (Mc 1.17; Lc 5.10).

Um dia Deus perguntou ao profeta Isaias: A quem enviarei? E quem há de ir por nós? O profeta respondeu: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8).

Os evangelistas são concedidos à igreja como um “dom” divino à mesma, a fim de expandir as suas fronteiras e aumentar o número dos salvos em Cristo.
 Pois, os evangelistas não ganham almas para si, mas, para o Reino de Deus.

O vocábulo missionário, conforme é usado em nossos dias, é o que está mais próximo da ideia dos evangelistas dos dias do NT, do que a palavra evangelista quando aplicada aos pregadores itinerantes que fazem das igrejas locais o centro de suas atividades.
Na vocação de Abraão (Gn 12.1-4), Deus prometeu abençoá-lo bem como a sua posteridade.

Esta passagem de Gênesis é uma das pedras fundamentais da missão cristã, pois os descendentes de Abraão por meio de quem todas as nações estão sendo abençoadas é Cristo e todos aqueles que são salvos pela pregação do evangelho.

Se pela fé pertencemos a Cristo, somos filhos espirituais de Abraão e temos uma responsabilidade pela raça humana. Assim também os profetas do AT. profetizaram que Deus faria de Cristo o herdeiro e a luz das nações (Sl 2.8; Is 42.6; 49.6).

Quando Jesus veio ele concordou com estas promessas, embora o ministério terreno de Jesus tenha ficado restrito às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt 10. 6; 15.24).
No entanto, ele acrescentou que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos Céus (Mt 8.11 Lc 13.29).

E depois de ressuscitado ele declarou: “É me dado todo o poder, em cima dos céus e embaixo na terra” (Mt 28.18).

Em consequência dessa autoridade universal ele ordenou aos seus apóstolos e seguidores que fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19).
Os cristãos primitivos começaram essa evangelização logo de Pentecostes (At 1.8; 2.1-4, 37-41; 8.4-8; 11.19-24).

O fim da história só virá quando o evangelho alcançar os confins da terra (Mt 24.14;28.20; At 1.8).
Patriarcas, reis e profetas, todos evangelizaram ou falaram acerca de Cristo conforme declara o apóstolo Pedro:

“Alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma. Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada, indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir e a glória que se lhes havia de seguir.

Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, para as quais coisas os anjos desejam bem atentar (1Pe v1.9-12).
Há homens que têm vocação para cuidar do rebanho, que são os pastores, enquanto há outros que são mais usados por Deus para atuar na área do ensino da Palavra.

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr. Claudionor de .Andrade
ANDRADE, Claudionor. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura. CPAD. RJaneiro 2016
RENOVATO, Elinaldo. Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. CPAD. Rio de janeiro
KOHL, Manfred Waldemar e BARRO Antonio Carlos (Organizadores). Missão Integral Transformadora. Editora Descoberta. Paraná 2006
RAMOS Rbson. Evangelização no Mercado pós-Moderno. Editora Ultimato Ltda, Minas Gerais, 2003
GONZALEZ, Justo.L e ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. Editora Hagnus. São Paulo, 2008
WINTER Ralph e outros
Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. Editora Vida Nova. São Paulo, 2009

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Lição 13 - O Cultivo das relações Interpessoais - 26.06.16 - EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 16.1-16
Reflexão: Deus deseja que os crentes alcançados pela graça, cultivem relacionamentos saudáveis.

O mundo gira em torno da comunicação e da informação e para que uma organização tenha sucesso é necessário que a comunicação seja clara, direta e transparente assim como as relações interpessoais.
Para que a comunicação seja clara é necessário que se tenham boas relações. É fundamental ter um bom relacionamento entre os pares, pois, isso contribui não somente para uma boa convivência no dia a dia, mas também para um bom clima e influencia diretamente de forma positiva no resultado da organização.
A relação interpessoal é imprescindível pois todo trabalho é feito em equipe, direta ou indiretamente, um depende do trabalho do outro, é uma cadeia de relações e se não há um relacionamento bom entre as pessoas o resultado também não será bom.
A relação interpessoal nas igrejas é indispensável para o bem estar tanto dos líderes como dos seus liderados, pois, trabalham mais dispostos e felizes sabendo que tem suporte, e pode contar com seus pares.
Assim, os mesmos podem desenvolver seu trabalho e também tratar de outros assuntos, mesmo porque essa boa relação é muito importante, para os obreiros colaboradores, que encontram oportunidade de desenvolver melhor suas habilidades no trabalho para o qual está determinado haja vista o clima de lealdade, paz e a harmonia.
Encontramos na lição em estudo o excelente trabalho do apóstolo Paulo ao desenvolver um relacionamento exemplar com todos aqueles que direta ou indiretamente participavam e colaboravam com o seu ministério.
Observe-se que ao final de sua carta ele fez questão de destacar nome por nome tanto de homens como de mulheres sem distinção.
Cita também judeus e gentios, gente simples e autoridades, reconhecendo o valor de cada um para o exercício de sua liderança, inclusive não se esquecendo de oferecer o mesmo trato às mulheres que com ele serviam à causa do Mestre.
Dessa forma o apóstolo demonstrava o seu amor por todos os irmãos que cooperavam com a obra de Deus.

A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS – Em todo momento estamos cercados de pessoas, seja no trabalho com nossos colegas, em casa com familiares, e, até mesmo em nosso círculo de amigos, o que não é diferente na casa de Deus ao executarmos a sua obra.
 Somos seres sociáveis e, por isso, torna-se essencial que saibamos manter estes relacionamentos de forma positiva e permanente, gerando crescimento para ambas as partes.
A valorização de colaboradores é uma prática que deve ser uma constante de todo líder ou gestor, pois são eles que têm o poder de influenciar pessoas através de suas ações.

Colaboradores desvalorizados tendem a perder o foco, se desmotivam facilmente, diminuem sua participação e interesse, o que acaba prejudicando e muito, o bom andamento do trabalho em processo de execução.

Por isso, devemos valorizar pessoas e não coisas, estabelecendo relacionamentos interpessoais saudáveis.

PRINCÍPIOS PARA OBTERMOS EXITO NOS RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS:

Investir em relacionamentos saudáveis – Na igreja, e em qualquer parte, procure investir em sua equipe de cooperadores e na manutenção de relacionamentos saudáveis.
Evite gerar competição uns com os outros e estimule a colaboração mútua entre os irmãos.

Conhecer seus cooperadores – Cada pessoa é única, com suas características e personalidades próprias.

Por isso, o líder precisa conhecer cada cooperador e saber qual é o perfil comportamental de cada um, assim será mais fácil identificar a melhor maneira de lidar individualmente ou em grupo com cada um.

Promover o desenvolvimento de sua equipe – Outra forma importante para manter relacionamentos interpessoais de forma positiva e assertiva para a obra é investir no desenvolvimento de habilidades e aprimoramento de competências da equipe promovendo constante interação e treinamento.

Resolver os conflitos – Os conflitos podem acontecer em qualquer circunstância, principalmente no ambiente corporativo, por isso, é importante que as lideranças fiquem sempre atentas aos comportamentos dos seus liderados.

Quando surgirem conflitos e diferenças, o líder deve agir com cautela e não tomar partido de ninguém. Haja vista que todos são peças chave no sucesso da obra do Senhor.

AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS – Vivemos numa época em que as diferenças entre os indivíduos são cada vez mais presentes de forma tal que neste conflito de elevada interação entre grupos e pessoas, tornam-se cada vez mais frequentes as discórdias.
Em seu ministério, o apóstolo Paulo teve a preocupação e o cuidado de advertir aos irmãos de Roma escrevendo em sua carta:
“E rogo-vos irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Rm 16.17).
Paulo via em tais procedimentos uma ameaça às relações interpessoais, por provocar uma quebra na comunhão entre os irmãos partindo do princípio de que ninguém pode esquecer que Deus é a fonte e a origem de toda harmonia.
Sabe-se que, as relações de pessoas com personalidades, preferências, interesses, valores, estilos, e idade divergentes podem gerar os conflitos interpessoais que são também identificados por serem conflitos disfuncionais e que muitas vezes acarretam hostilidade entre os envolvidos.
Muitas vezes, ao aflorar no ambiente de atuação de todos os envolvidos no referido conflito, atitudes negativas são geradas e acompanhadas de situações destrutivas com reflexo naqueles que observam.
Se as diferenças e intolerâncias forem levadas ao extremo podem resultar em caos e desordem, podendo levar todo um trabalho ao esvaziamento com dispersão dos elementos constituintes, cujos resultados não são raros.
Existem conflitos que se bem administrados podem gerar resultados positivos, esses conflitos são conhecidos como funcionais e devem ser monitorados e altamente controlados para não influenciar de forma geral.
Para isso, na igreja, o líder deve identificar o tipo de conflito e gerenciá-lo de forma correta, a fim de que a obra do Senhor não venha a sofrer com as consequências do mesmo.





Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
GONÇALVES, José. Maravilhosa Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
NASH Ronald. Questões Últimas da Vida – Uma introdução à Filosofia. Editora Cultura Cristã SPaulo, 2008
VEITH, JR Edward Gene. Tempos Pós Modernos – Uma avaliação cristã do pensamento da nossa cultura. SPaulo, Editora Cultura Cristã, 1999
COLSON Charles & PEARCY Nancy. E Agora como Viveremos? RJaneiro, CPAD, 2000

http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-relacoes-interpessoais-nas-organizacoes/107296/
http://economia.terra.com.br/blog-carreiras/blog/2013/12/17/a-importancia-do-relacionamento-interpessoal-no-ambiente-de-trabalho

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Lição 12 -Cosmovisão Missionária - 19.06.16 – EBD CPAD

 Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 15.20-29
Reflexão: Os crentes que foram alcançados pela graça e vivem pela fé, em Jesus Cristo, precisam ter uma visão missionária amorosa e abrangente.

Uma cosmovisão missionária é uma visão conceitual onde nossas crenças fundamentais sobre a necessidade da evangelização mundial está fundamentada no Ide da Grande Comissão e da Comissão Integral (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Lc 24.46-49; Jo 20.21; At 1.8), que é o foco inquestionável do Cristianismo desde o princípio.

O Cristianismo e a Cosmovisão Missionária é uma forma de falar aos seres humanos, homens e mulheres, que podem ter seus pecados perdoados e ficarem livres da condenação eterna através do sacrifício vicário de nosso Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário (Jo 8.32,36).
A Cosmovisão Missionária é uma visão de mundo e de vida.

A importância da igreja local em Missões – Podemos perceber na igreja evangélica brasileira uma consciência missionária mais desenvolvida, e a igreja local precisa fortalecer sua visão missionária e assumir uma posição bem definida e participativa na obra de missões.

A obra missionária é basicamente uma responsabilidade da igreja local, pois, esta é o celeiro de missionários. É da igreja local que saem os recursos para as missões e por ela deve ser administrados.

A igreja local é que deve se preocupar com os povos não alcançados, da cidade,   da região e de todo o mundo. Precisamos ter uma compreensão mais abrangente da grande importância da igreja local na obra missionária (Rm 15.20-24).
Durante anos, o apóstolo Paulo pregou o evangelho “desde Jerusalém e circunvizinhanças até o Ilírico” (Rm 15.19). É as suas atividades nessas regiões que faz referência nos versículos 20 e 21.

No cap. 15 v. 20 Paulo menciona sua árdua tarefa na obra de evangelização. Sua estratégia era pregar o evangelho onde Cristo ainda não tinha sido anunciado.
O apóstolo tinha uma visão: Partir em busca de povos não alcançados (Rm 15.21).


Sabemos pela narrativa de Atos, que durante muitos anos Paulo pregou o evangelho aos gentios tendo como base a igreja de Antioquia da Síria (At 13.1-3; 14.26-28; 15.30-36; 18.22,23).
A igreja de Antioquia da Síria era a base missionária do apóstolo Paulo, Barnabé e de outros missionários. Durante aqueles anos de trabalho vemos a igreja local inserida na estratégia de sua ação missionária.

Isso não mudou quando Paulo traçou seus objetivos para os anos seguintes, preparando a igreja de Roma para torná-la um novo centro de missões com o propósito de alcançar o Ocidente até à Espanha (Rm 15.22-28).

A necessidade de um planejamento missionário: Estabelecer uma base – Antes de Paulo ir para a Antioquia sua base missionária era a cidade de Tarso da Cilícia onde evangelizou a região da Galácia (At 11.22-26).

Em sua primeira viagem missionária oficial sua base missionária foi a Antioquia da Síria (At 13.1-3). Em sua segunda viagem missionária sua base de missão foi Corinto (At 18.1-3, 9-11,18). Em sua terceira viagem missionária sua base de missões foi a cidade de Éfeso (At 19.8-20).

Agora o apóstolo queria que a igreja de Roma fosse a sua base missionária para evangelizar o Ocidente até à Espanha (Rm 15.20-24).
A necessidade de uma poderosa ação espiritual na obra de missão – Paulo estabeleceu três princípios para a expansão da obra de missão:

1.            Compromisso – Para o apóstolo Paulo a pregação do evangelho não era um modismo a ser seguido, mas o resultado de um compromisso sério com as pessoas e a obra de Jesus Cristo.

Paulo era um missionário que tinha compromisso. Dizia ele “Sou devedor” (Rm 1.14). “Ai de mim se não pregar o evangelho” (1Co 9.16). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho” (Fp 1.21). O seu compromisso era pregar o evangelho “custe o que custar”.

2.            Como um homem que tinha o coração na obra de Deus, Paulo também tinha uma visão pioneira: pregar a Cristo onde ainda não fora anunciado (Rm 15.20,21).
Deus tem um propósito para o mundo e Paulo olhava o campo missionário de acordo com a visão de Deus.

A igreja precisa estabelecer metas e estratégias claras e específicas para os povos ainda não alcançados com a mensagem da salvação.

3.            Cooperação – Como missionário Paulo cooperava com outros por causa da visão pioneira que possuía. Isso não quer dizer que não se deve pregar o evangelho em lugares que já existem igrejas.
Quanto mais igrejas melhor para a expansão do evangelho.
A questão é de prioridade. Paulo entendia que se devia evitar duplicação a fim de facilitar o alcance de todos.
A missão deve ser integral assim como foi no ministério de Jesus. A missão hoje deve estar preocupada com a pessoa como um todo.

A compaixão de Cristo pelos pobres e oprimidos deve ser parte integral da proclamação do evangelho em seu nome. Não deve haver separação entre o espiritual e o social.

A integração entre o evangelismo e a obra de socorro é o desenvolvimento de ser efetiva, já que o alvo é a construção do reino de Deus.

O evangelismo quanto à ação social, apesar de ser separados em função são inseparáveis em suas relações e são ambos essenciais para o ministério integral da igreja de Cristo.

A igreja local deve entender que está dentro do contexto da igreja mundial.  A missão deve ser a preocupação de todas as igrejas locais. A missão está em todos os continentes, vem de todos os continentes, e é para todos os continentes.

Como o corpo da igreja é apenas um, devemos reconhecer que todos os recursos da igreja de Cristo em todo o mundo deve ser de uso comuns, um fundo comum para uma responsabilidade comum.

A missão deve ter uma face. O ver pode ajudar o crer, e o experimentar pode levar a desejar.

Muitos cristãos não estão satisfeitos com simplesmente orar e ofertar para missões. Eles e elas querem estar pessoalmente envolvidos.
Como o campo missionário está em todos os lugares e não apenas em terras distantes, as oportunidades para um envolvimento prático em missões se tornam infinitas.

A Grande Comissão de (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Lc 24.46-49; Jo 20.21; At 1.8), incorpora tanto as que chamamos de locais como as estrangeiras.
Servir em casa por alguns anos e tomar parte num projeto especial são uma boa preparação para qualquer ministério transcultural.


Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
GONÇALVES, José. Maravilhosa Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
Bíblia Missionária de Estudo. SBB (Almeida Revista e Atualizada)
NASH Ronald. Questões Últimas da Vida – Uma introdução à Filosofia. Editora Cultura Cristã SPaulo, 2008
WINTER Halph D. e outros. Perspectivas do Movimento cristão Mundial – Coletânea de textos der autores nacionais e estrangeiros explorando as perspectivas bíblica, histórica, cultural e estratégica no movimento de evangelização mundial. Edit. Vida Nova. SPaulo, 2009
KOHL, Manfred Waldemar e BARRO, Antonio Carlos. Missão Integral Transformadora. Descoberta Editora Ltda. Paraná, 2006
GONZALEZ, Justo L. e ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. SPaulo, Hagnus 2008
VEITH, JR Edward Gene. Tempos Pós Modernos – Uma avaliação cristã do pensamento da nossa cultura. SPaulo, Editora Cultura Cristã, 1999

COLSON Charles & PEARCY Nancy. E Agora como Viveremos? RJaneiro, CPAD, 2000