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quinta-feira, 28 de julho de 2016
Lição 04 - O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas - 24.07.16 EBD CPAD
Abordagem de Conteúdos
Transversalizados com o Tema em Estudo
Atos 8.26-40
Reflexão: A missão do evangelista é falar de Cristo a todos, em
todo lugar e tempo, por todos os meios possíveis.
Nesta
lição analisaremos a missão do evangelista, um dom ministerial ao lado de
outros dons de grande importância para a igreja como o de pastor, apóstolos,
profetas e doutores.
A
Bíblia fala muito pouco sobre esse dom ministerial de evangelista, pois só
encontramos três vezes no NT (At 21.8; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Nem
por isso, o papel do evangelista pode ser considerado de menor importância no
contexto dos ofícios ministeriais que contribuem para o crescimento e para a
edificação da igreja do Senhor Jesus Cristo.
No
entanto, a tradição do governo da igreja do Senhor Jesus Cristo, tem levado a
entender que o evangelista é um cargo ou uma função hierárquica, inferior a de
pastor, ou de apóstolos e doutores, mas superior ao de presbíteros.
Porém,
à luz da boa hermenêutica ou interpretação dos textos bíblicos, podemos
constatar que não são bem assim.
Há
homens dentre os que se colocam à disposição da obra do Senhor, que têm uma
vocação profunda e prioritária para a pregação do evangelho do Senhor, para a
proclamação das boas novas.
Estes
são os evangelistas (At 20.8; 8.4-11; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Embora
as Escrituras do NT mencione como evangelista, apenas Filipe e Timóteo (At
21.8; 2Tm 4.5), Pedro foi um dos grandes evangelistas e ganhador de almas e
pregador das multidões (At 2.37-41; 4.4.
Paulo
pregava publicamente e pelas portas (At 20.20,21). Os evangelistas são os
pioneiros no trabalho da propagação do evangelho.
Alguém
já disse que os evangelistas são os que abrem as trilhas que depois se
transformam em auto-estrada por onde caminham as grandes multidões.
Na
vida dos evangelistas se cumpre o disse Jeremias 16.16: ...
Eis
que enviarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão sobre todo o
mente, e sobre todo o outeiro, e até nas fendas das rochas.
E
o próprio Jesus confirmou estas palavras aos seus discípulos: “E Jesus lhes
disse: vinde após mim e vos farei pescadores de homens. E, deixando logo as redes
o seguiram” (Mc 1.17; Lc 5.10).
Um
dia Deus perguntou ao profeta Isaias: A quem enviarei? E quem há de ir por nós?
O profeta respondeu: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8).
Os
evangelistas são concedidos à igreja como um “dom” divino à mesma, a fim de
expandir as suas fronteiras e aumentar o número dos salvos em Cristo.
Pois, os evangelistas não ganham almas para
si, mas, para o Reino de Deus.
O
vocábulo missionário, conforme é usado em nossos dias, é o que está mais
próximo da ideia dos evangelistas dos dias do NT, do que a palavra evangelista
quando aplicada aos pregadores itinerantes que fazem das igrejas locais o
centro de suas atividades.
Na
vocação de Abraão (Gn 12.1-4), Deus prometeu abençoá-lo bem como a sua
posteridade.
Esta
passagem de Gênesis é uma das pedras fundamentais da missão cristã, pois os
descendentes de Abraão por meio de quem todas as nações estão sendo abençoadas
é Cristo e todos aqueles que são salvos pela pregação do evangelho.
Se
pela fé pertencemos a Cristo, somos filhos espirituais de Abraão e temos uma
responsabilidade pela raça humana. Assim também os profetas do AT. profetizaram
que Deus faria de Cristo o herdeiro e a luz das nações (Sl 2.8; Is 42.6; 49.6).
Quando
Jesus veio ele concordou com estas promessas, embora o ministério terreno de
Jesus tenha ficado restrito às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt 10. 6;
15.24).
No
entanto, ele acrescentou que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão
lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos Céus (Mt 8.11 Lc 13.29).
E
depois de ressuscitado ele declarou: “É me dado todo o poder, em cima dos céus
e embaixo na terra” (Mt 28.18).
Em
consequência dessa autoridade universal ele ordenou aos seus apóstolos e
seguidores que fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19).
Os
cristãos primitivos começaram essa evangelização logo de Pentecostes (At 1.8;
2.1-4, 37-41; 8.4-8; 11.19-24).
O
fim da história só virá quando o evangelho alcançar os confins da terra (Mt 24.14;28.20;
At 1.8).
Patriarcas,
reis e profetas, todos evangelizaram ou falaram acerca de Cristo conforme
declara o apóstolo Pedro:
“Alcançando
o fim da vossa fé, a salvação da alma. Da qual salvação inquiriram e trataram
diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada, indagando
que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles,
indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir
e a glória que se lhes havia de seguir.
Aos
quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam
estas coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito
Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, para as quais coisas os anjos
desejam bem atentar (1Pe v1.9-12).
Há
homens que têm vocação para cuidar do rebanho, que são os pastores, enquanto há
outros que são mais usados por Deus para atuar na área do ensino da Palavra.
Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD
- 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr. Claudionor de .Andrade
ANDRADE, Claudionor. O
Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as
Boas-Novas a toda criatura. CPAD. RJaneiro 2016
RENOVATO, Elinaldo. Dons
Espirituais e Ministeriais – Servindo a Deus e aos homens com poder
extraordinário. CPAD. Rio de janeiro
KOHL, Manfred Waldemar e
BARRO Antonio Carlos (Organizadores). Missão Integral Transformadora. Editora
Descoberta. Paraná 2006
RAMOS Rbson.
Evangelização no Mercado pós-Moderno. Editora Ultimato Ltda, Minas Gerais, 2003
GONZALEZ, Justo.L e
ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. Editora Hagnus. São
Paulo, 2008
WINTER Ralph e outros
Perspectivas no
Movimento Cristão Mundial. Editora Vida Nova. São Paulo, 2009
Lição 04 - O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas - 24.07.16 EBD CPAD
Abordagem de Conteúdos
Transversalizados com o Tema em Estudo
Atos 8.26-40
Reflexão: A missão do evangelista é falar de Cristo a todos, em
todo lugar e tempo, por todos os meios possíveis.
Nesta
lição analisaremos a missão do evangelista, um dom ministerial ao lado de
outros dons de grande importância para a igreja como o de pastor, apóstolos,
profetas e doutores.
A
Bíblia fala muito pouco sobre esse dom ministerial de evangelista, pois só
encontramos três vezes no NT (At 21.8; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Nem
por isso, o papel do evangelista pode ser considerado de menor importância no
contexto dos ofícios ministeriais que contribuem para o crescimento e para a
edificação da igreja do Senhor Jesus Cristo.
No
entanto, a tradição do governo da igreja do Senhor Jesus Cristo, tem levado a
entender que o evangelista é um cargo ou uma função hierárquica, inferior a de
pastor, ou de apóstolos e doutores, mas superior ao de presbíteros.
Porém,
à luz da boa hermenêutica ou interpretação dos textos bíblicos, podemos
constatar que não são bem assim.
Há
homens dentre os que se colocam à disposição da obra do Senhor, que têm uma
vocação profunda e prioritária para a pregação do evangelho do Senhor, para a
proclamação das boas novas.
Estes
são os evangelistas (At 20.8; 8.4-11; 2Tm 4.5; Ef 4.11).
Embora
as Escrituras do NT mencione como evangelista, apenas Filipe e Timóteo (At
21.8; 2Tm 4.5), Pedro foi um dos grandes evangelistas e ganhador de almas e
pregador das multidões (At 2.37-41; 4.4.
Paulo
pregava publicamente e pelas portas (At 20.20,21). Os evangelistas são os
pioneiros no trabalho da propagação do evangelho.
Alguém
já disse que os evangelistas são os que abrem as trilhas que depois se
transformam em auto-estrada por onde caminham as grandes multidões.
Na
vida dos evangelistas se cumpre o disse Jeremias 16.16: ...
Eis
que enviarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão sobre todo o
mente, e sobre todo o outeiro, e até nas fendas das rochas.
E
o próprio Jesus confirmou estas palavras aos seus discípulos: “E Jesus lhes
disse: vinde após mim e vos farei pescadores de homens. E, deixando logo as redes
o seguiram” (Mc 1.17; Lc 5.10).
Um
dia Deus perguntou ao profeta Isaias: A quem enviarei? E quem há de ir por nós?
O profeta respondeu: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8).
Os
evangelistas são concedidos à igreja como um “dom” divino à mesma, a fim de
expandir as suas fronteiras e aumentar o número dos salvos em Cristo.
Pois, os evangelistas não ganham almas para
si, mas, para o Reino de Deus.
O
vocábulo missionário, conforme é usado em nossos dias, é o que está mais
próximo da ideia dos evangelistas dos dias do NT, do que a palavra evangelista
quando aplicada aos pregadores itinerantes que fazem das igrejas locais o
centro de suas atividades.
Na
vocação de Abraão (Gn 12.1-4), Deus prometeu abençoá-lo bem como a sua
posteridade.
Esta
passagem de Gênesis é uma das pedras fundamentais da missão cristã, pois os
descendentes de Abraão por meio de quem todas as nações estão sendo abençoadas
é Cristo e todos aqueles que são salvos pela pregação do evangelho.
Se
pela fé pertencemos a Cristo, somos filhos espirituais de Abraão e temos uma
responsabilidade pela raça humana. Assim também os profetas do AT. profetizaram
que Deus faria de Cristo o herdeiro e a luz das nações (Sl 2.8; Is 42.6; 49.6).
Quando
Jesus veio ele concordou com estas promessas, embora o ministério terreno de
Jesus tenha ficado restrito às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt 10. 6;
15.24).
No
entanto, ele acrescentou que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão
lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos Céus (Mt 8.11 Lc 13.29).
E
depois de ressuscitado ele declarou: “É me dado todo o poder, em cima dos céus
e embaixo na terra” (Mt 28.18).
Em
consequência dessa autoridade universal ele ordenou aos seus apóstolos e
seguidores que fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19).
Os
cristãos primitivos começaram essa evangelização logo de Pentecostes (At 1.8;
2.1-4, 37-41; 8.4-8; 11.19-24).
O
fim da história só virá quando o evangelho alcançar os confins da terra (Mt 24.14;28.20;
At 1.8).
Patriarcas,
reis e profetas, todos evangelizaram ou falaram acerca de Cristo conforme
declara o apóstolo Pedro:
“Alcançando
o fim da vossa fé, a salvação da alma. Da qual salvação inquiriram e trataram
diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada, indagando
que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles,
indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir
e a glória que se lhes havia de seguir.
Aos
quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam
estas coisas que, agora, vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito
Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho, para as quais coisas os anjos
desejam bem atentar (1Pe v1.9-12).
Há
homens que têm vocação para cuidar do rebanho, que são os pastores, enquanto há
outros que são mais usados por Deus para atuar na área do ensino da Palavra.
Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD
- 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr. Claudionor de .Andrade
ANDRADE, Claudionor. O
Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as
Boas-Novas a toda criatura. CPAD. RJaneiro 2016
RENOVATO, Elinaldo. Dons
Espirituais e Ministeriais – Servindo a Deus e aos homens com poder
extraordinário. CPAD. Rio de janeiro
KOHL, Manfred Waldemar e
BARRO Antonio Carlos (Organizadores). Missão Integral Transformadora. Editora
Descoberta. Paraná 2006
RAMOS Rbson.
Evangelização no Mercado pós-Moderno. Editora Ultimato Ltda, Minas Gerais, 2003
GONZALEZ, Justo.L e
ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento Missionário. Editora Hagnus. São
Paulo, 2008
WINTER Ralph e outros
Perspectivas no
Movimento Cristão Mundial. Editora Vida Nova. São Paulo, 2009
quinta-feira, 23 de junho de 2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Lição 13 - O Cultivo das relações Interpessoais - 26.06.16 - EBD CPAD
Abordagem de Conteúdos
Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 16.1-16
Reflexão: Deus deseja que os crentes alcançados pela graça,
cultivem relacionamentos saudáveis.
O
mundo gira em torno da comunicação e da informação e para que uma organização
tenha sucesso é necessário que a comunicação seja clara, direta e transparente
assim como as relações interpessoais.
Para
que a comunicação seja clara é necessário que se tenham boas relações. É
fundamental ter um bom relacionamento entre os pares, pois, isso contribui não
somente para uma boa convivência no dia a dia, mas também para um bom clima e
influencia diretamente de forma positiva no resultado da organização.
A
relação interpessoal é imprescindível pois todo trabalho é feito em equipe,
direta ou indiretamente, um depende do trabalho do outro, é uma cadeia de
relações e se não há um relacionamento bom entre as pessoas o resultado também
não será bom.
A
relação interpessoal nas igrejas é indispensável para o bem estar tanto dos líderes
como dos seus liderados, pois, trabalham mais dispostos e felizes sabendo que
tem suporte, e pode contar com seus pares.
Assim,
os mesmos podem desenvolver seu trabalho e também tratar de outros assuntos,
mesmo porque essa boa relação é muito importante, para os obreiros colaboradores,
que encontram oportunidade de desenvolver melhor suas habilidades no trabalho
para o qual está determinado haja vista o clima de lealdade, paz e a harmonia.
Encontramos
na lição em estudo o excelente trabalho do apóstolo Paulo ao desenvolver um
relacionamento exemplar com todos aqueles que direta ou indiretamente
participavam e colaboravam com o seu ministério.
Observe-se
que ao final de sua carta ele fez questão de destacar nome por nome tanto de
homens como de mulheres sem distinção.
Cita
também judeus e gentios, gente simples e autoridades, reconhecendo o valor de
cada um para o exercício de sua liderança, inclusive não se esquecendo de
oferecer o mesmo trato às mulheres que com ele serviam à causa do Mestre.
Dessa
forma o apóstolo demonstrava o seu amor por todos os irmãos que cooperavam com
a obra de Deus.
A
IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS – Em todo momento
estamos cercados de pessoas, seja no trabalho com nossos colegas, em casa com
familiares, e, até mesmo em nosso círculo de amigos, o que não é diferente na
casa de Deus ao executarmos a sua obra.
Somos seres sociáveis e,
por isso, torna-se essencial que saibamos manter estes relacionamentos de forma
positiva e permanente, gerando crescimento para ambas as partes.
A valorização de colaboradores
é uma prática que deve ser uma constante de todo líder ou gestor, pois são eles
que têm o poder de influenciar pessoas através de suas ações.
Colaboradores desvalorizados
tendem a perder o foco, se desmotivam facilmente, diminuem sua participação e
interesse, o que acaba prejudicando e muito, o bom andamento do trabalho em
processo de execução.
Por isso, devemos valorizar
pessoas e não coisas, estabelecendo relacionamentos interpessoais saudáveis.
PRINCÍPIOS
PARA OBTERMOS EXITO NOS RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS:
Investir em relacionamentos
saudáveis – Na igreja, e em qualquer parte, procure
investir em sua equipe de cooperadores e na manutenção de relacionamentos
saudáveis.
Evite gerar competição uns com
os outros e estimule a colaboração mútua entre os irmãos.
Conhecer seus cooperadores – Cada
pessoa é única, com suas características e personalidades próprias.
Por isso, o líder precisa conhecer
cada cooperador e saber qual é o perfil comportamental de cada um, assim será
mais fácil identificar a melhor maneira de lidar individualmente ou em grupo
com cada um.
Promover o desenvolvimento de
sua equipe – Outra forma importante para manter
relacionamentos interpessoais de forma positiva e assertiva para a obra é
investir no desenvolvimento de habilidades e aprimoramento de competências da
equipe promovendo constante interação e treinamento.
Resolver os conflitos – Os
conflitos podem acontecer em qualquer circunstância, principalmente no ambiente
corporativo, por isso, é importante que as lideranças fiquem sempre atentas aos
comportamentos dos seus liderados.
Quando surgirem conflitos
e diferenças, o líder deve agir com cautela e não tomar partido de ninguém.
Haja vista que todos são peças chave no sucesso da obra do Senhor.
AS
AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS – Vivemos numa época em que as
diferenças entre os indivíduos são cada vez mais presentes de forma tal que neste
conflito de elevada interação entre grupos e pessoas, tornam-se cada vez mais
frequentes as discórdias.
Em seu ministério, o apóstolo
Paulo teve a preocupação e o cuidado de advertir aos irmãos de Roma escrevendo
em sua carta:
“E rogo-vos irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos
contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Rm 16.17).
Paulo via em tais procedimentos uma ameaça às relações
interpessoais, por provocar uma quebra na comunhão entre os irmãos partindo do
princípio de que ninguém pode esquecer que Deus é a fonte e a origem de toda harmonia.
Sabe-se que, as relações de
pessoas com personalidades, preferências, interesses, valores, estilos, e idade
divergentes podem gerar os conflitos interpessoais que são também identificados
por serem conflitos disfuncionais e que muitas vezes acarretam hostilidade
entre os envolvidos.
Muitas vezes, ao aflorar no
ambiente de atuação de todos os envolvidos no referido conflito, atitudes
negativas são geradas e acompanhadas de situações destrutivas com reflexo
naqueles que observam.
Se as diferenças e intolerâncias
forem levadas ao extremo podem resultar em caos e desordem, podendo levar todo
um trabalho ao esvaziamento com dispersão dos elementos constituintes, cujos
resultados não são raros.
Existem conflitos que se bem
administrados podem gerar resultados positivos, esses conflitos são conhecidos
como funcionais e devem ser monitorados e altamente controlados para não
influenciar de forma geral.
Para isso, na igreja, o líder
deve identificar o tipo de conflito e gerenciá-lo de forma correta, a fim de
que a obra do Senhor não venha a sofrer com as consequências do mesmo.
Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD
- 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
GONÇALVES, José. Maravilhosa
Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
NASH
Ronald. Questões Últimas da Vida – Uma introdução à Filosofia. Editora Cultura
Cristã SPaulo, 2008
VEITH, JR Edward Gene. Tempos Pós Modernos –
Uma avaliação cristã do pensamento da nossa cultura. SPaulo, Editora Cultura
Cristã, 1999
COLSON
Charles & PEARCY Nancy. E Agora como Viveremos? RJaneiro, CPAD, 2000
http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-das-relacoes-interpessoais-nas-organizacoes/107296/
http://economia.terra.com.br/blog-carreiras/blog/2013/12/17/a-importancia-do-relacionamento-interpessoal-no-ambiente-de-trabalho
http://economia.terra.com.br/blog-carreiras/blog/2013/12/17/a-importancia-do-relacionamento-interpessoal-no-ambiente-de-trabalho
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Lição 12 -Cosmovisão Missionária - 19.06.16 – EBD CPAD
Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 15.20-29
Reflexão: Os crentes que foram alcançados pela graça e vivem pela
fé, em Jesus Cristo, precisam ter uma visão missionária amorosa e abrangente.
Uma cosmovisão missionária é uma visão conceitual onde
nossas crenças fundamentais sobre a necessidade da evangelização mundial está
fundamentada no Ide da Grande Comissão e da Comissão Integral (Mt 28.18-20; Mc
16.15; Lc 24.46-49; Jo 20.21; At 1.8), que é o foco inquestionável do
Cristianismo desde o princípio.
O Cristianismo e a Cosmovisão Missionária é uma forma de
falar aos seres humanos, homens e mulheres, que podem ter seus pecados
perdoados e ficarem livres da condenação eterna através do sacrifício vicário
de nosso Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário (Jo 8.32,36).
A Cosmovisão Missionária é uma visão de mundo e de vida.
A importância da igreja local em Missões – Podemos perceber na igreja evangélica brasileira uma
consciência missionária mais desenvolvida, e a igreja local precisa fortalecer
sua visão missionária e assumir uma posição bem definida e participativa na obra
de missões.
A obra missionária é basicamente uma responsabilidade da
igreja local, pois, esta é o celeiro de missionários. É da igreja local que
saem os recursos para as missões e por ela deve ser administrados.
A igreja local é que deve se preocupar com os povos não
alcançados, da cidade, da região e de
todo o mundo. Precisamos ter uma compreensão mais abrangente da grande
importância da igreja local na obra missionária (Rm 15.20-24).
Durante anos, o apóstolo Paulo pregou o evangelho “desde
Jerusalém e circunvizinhanças até o Ilírico” (Rm 15.19). É as suas atividades
nessas regiões que faz referência nos versículos 20 e 21.
No cap. 15 v. 20 Paulo menciona sua árdua tarefa na obra
de evangelização. Sua estratégia era pregar o evangelho onde Cristo ainda não
tinha sido anunciado.
O apóstolo tinha uma visão: Partir em busca de povos não
alcançados (Rm 15.21).
Sabemos pela narrativa de Atos, que durante muitos anos
Paulo pregou o evangelho aos gentios tendo como base a igreja de Antioquia da
Síria (At 13.1-3; 14.26-28; 15.30-36; 18.22,23).
A igreja de Antioquia da Síria era a base missionária do
apóstolo Paulo, Barnabé e de outros missionários. Durante aqueles anos de
trabalho vemos a igreja local inserida na estratégia de sua ação missionária.
Isso não mudou quando Paulo traçou seus objetivos para os
anos seguintes, preparando a igreja de Roma para torná-la um novo centro de
missões com o propósito de alcançar o Ocidente até à Espanha (Rm 15.22-28).
A necessidade de um planejamento
missionário: Estabelecer uma base –
Antes de Paulo ir para a Antioquia sua base missionária era a cidade de Tarso
da Cilícia onde evangelizou a região da Galácia (At 11.22-26).
Em sua primeira viagem missionária oficial sua base
missionária foi a Antioquia da Síria (At 13.1-3). Em sua segunda viagem
missionária sua base de missão foi Corinto (At 18.1-3, 9-11,18). Em sua
terceira viagem missionária sua base de missões foi a cidade de Éfeso (At
19.8-20).
Agora o apóstolo queria que a igreja de Roma fosse a sua
base missionária para evangelizar o Ocidente até à Espanha (Rm 15.20-24).
A necessidade de uma poderosa ação
espiritual na obra de missão – Paulo
estabeleceu três princípios para a expansão da obra de missão:
1.
Compromisso – Para o
apóstolo Paulo a pregação do evangelho não era um modismo a ser seguido, mas o
resultado de um compromisso sério com as pessoas e a obra de Jesus Cristo.
Paulo era um missionário que tinha compromisso. Dizia ele
“Sou devedor” (Rm 1.14). “Ai de mim se não pregar o evangelho” (1Co 9.16). “Para
mim o viver é Cristo e o morrer é ganho” (Fp 1.21). O seu compromisso era
pregar o evangelho “custe o que custar”.
2.
Como um homem que tinha o
coração na obra de Deus, Paulo também tinha uma visão pioneira: pregar a Cristo
onde ainda não fora anunciado (Rm 15.20,21).
Deus tem um propósito para o mundo e Paulo olhava o campo
missionário de acordo com a visão de Deus.
A igreja precisa estabelecer metas e estratégias claras e
específicas para os povos ainda não alcançados com a mensagem da salvação.
3.
Cooperação – Como
missionário Paulo cooperava com outros por causa da visão pioneira que possuía.
Isso não quer dizer que não se deve pregar o evangelho em lugares que já
existem igrejas.
Quanto mais igrejas melhor para a expansão do evangelho.
A questão é de prioridade. Paulo entendia que se devia
evitar duplicação a fim de facilitar o alcance de todos.
A missão deve ser integral assim como foi no ministério de
Jesus. A missão hoje deve estar preocupada com a pessoa como um todo.
A compaixão de Cristo pelos pobres e oprimidos deve ser
parte integral da proclamação do evangelho em seu nome. Não deve haver
separação entre o espiritual e o social.
A integração entre o evangelismo e a obra de socorro é o
desenvolvimento de ser efetiva, já que o alvo é a construção do reino de Deus.
O evangelismo quanto à ação social, apesar de ser
separados em função são inseparáveis em suas relações e são ambos essenciais
para o ministério integral da igreja de Cristo.
A igreja local deve entender que está dentro do contexto
da igreja mundial. A missão deve ser a
preocupação de todas as igrejas locais. A missão está em todos os continentes,
vem de todos os continentes, e é para todos os continentes.
Como o corpo da igreja é apenas um, devemos reconhecer que
todos os recursos da igreja de Cristo em todo o mundo deve ser de uso comuns, um
fundo comum para uma responsabilidade comum.
A missão deve ter uma face. O ver pode ajudar o crer, e o
experimentar pode levar a desejar.
Muitos cristãos não estão satisfeitos com simplesmente
orar e ofertar para missões. Eles e elas querem estar pessoalmente envolvidos.
Como o campo missionário está em todos os lugares e não
apenas em terras distantes, as oportunidades para um envolvimento prático em
missões se tornam infinitas.
A Grande Comissão de (Mt 28.18-20; Mc 16.15; Lc 24.46-49;
Jo 20.21; At 1.8), incorpora tanto as que chamamos de locais como as
estrangeiras.
Servir em casa por alguns anos e tomar parte num projeto
especial são uma boa preparação para qualquer ministério transcultural.
Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD
CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
GONÇALVES, José. Maravilhosa
Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
Bíblia Missionária de Estudo. SBB (Almeida Revista e Atualizada)
NASH Ronald. Questões Últimas da Vida – Uma introdução à Filosofia. Editora
Cultura Cristã SPaulo, 2008
WINTER Halph D. e outros. Perspectivas do Movimento cristão Mundial –
Coletânea de textos der autores nacionais e estrangeiros explorando as
perspectivas bíblica, histórica, cultural e estratégica no movimento de
evangelização mundial. Edit. Vida Nova. SPaulo, 2009
KOHL, Manfred Waldemar e BARRO, Antonio Carlos. Missão Integral
Transformadora. Descoberta Editora Ltda. Paraná, 2006
GONZALEZ, Justo L. e ORLANDI, Carlos Cardoza. História do Movimento
Missionário. SPaulo, Hagnus 2008
VEITH, JR Edward Gene. Tempos Pós Modernos –
Uma avaliação cristã do pensamento da nossa cultura. SPaulo, Editora Cultura
Cristã, 1999
COLSON Charles & PEARCY Nancy. E Agora como Viveremos? RJaneiro,
CPAD, 2000
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