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domingo, 14 de agosto de 2016

Origem do Dia dos Pais

50 anos caminhando juntos pelos caminhos da vida afora
Segundo a Enciclopédia Livre Wikipédia, o Dia dos Pais

 
Somos seis
teve sua origem na antiga Babilônia
, há mais de 4 mil anos.

Um jovem chamado Elmesu moldou e esculpiu em argila o primeiro cartão que desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

14.08.2016 - Como sempre, Beleza põe a Mesa
A tradição permaneceu e foi levada adiante por diversos povos e civilizações.
Débora, nossa única filha, caçula, com morada em Portugal
é feliz ao lado o esposo e suas duas filhas Gabriele e Joana.
Neste Dia dos Pais, filha, recebe a bênção e um forte abraço do Pai
que muito te ama e  intercede a Deus
diariamente pela tua vida.
A origem do dia do pai ou dia dos pais é muito anterior a nossa era atual.
Quem ama o Pai, presenteia com produtos BOLIVARD.
Qualidade, beleza, bem estar,saúde e muita energia e  nutrição para viver mais
73 anos com muito vigor para ensinar e pregar a Palavra de Deus,
seu fazer pedagógico diário. 
Diferente das demais datas comemorativas que foram criadas para ajudar o comércio, o dia dos pais era comemorado na antiga Babilônia. 

Conheça a história, origens e tradições dessa data comemorativa.






A figura do pai na vida de uma criança formará sua personalidade 




e a acompanhará ao longo de toda sua vida, com a palavra um dos maiores especialistas em comportamenthumano.

"Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai." (Sigmund Freud).
Tudo começou na Babilônia

O dia dos pais é comemorado ao redor do mundo em datas diferentes. 





Aqui no Brasil ficou definido que todo segundo domingo do mês de agosto é o Dia dos Pais, 
Netos que amam a Vovó e  o Vovô ajudam nas tarefas  do quotidiano, porque,
AJUDAR é uma forma de amar.
AVÔ - Pai duas vezes.
Professor Eber, o nosso primogênito vive pedogogicamente
envolto na Química da vida sua grande paixão
uma data estrategicamente escolhida por ser um mês sem nenhuma data comemorativa.

Na Escola Dominical, onde todo Domingo é Dia de Festa, também comemorou-se o Dia dos Pais com o estudo da lição cujo tema foi "O EVANGELISMO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO"

Tivemos a participacão especial do professor da Universidade de Pernambuco, o nosso amado irmão Pedro, que nos trouxe o esboço final da lição compartilhando conosco sua  rica experiência de como  o evangélico  é visto no meio acadêmico por aqueles que ainda não professam a fé cristã.

Os  pais adoraram a Deus com louvor de gratidão e tudo ocorreu em um clima de muita alegria e muito regozijo.




sábado, 13 de agosto de 2016

A Torre de Babel Por Miss. Laudicéa Barboza






INTRODUÇÃO:
A palavra “Babel” tem uma origem hebraica. Vem de balal, que significa confundir.
Tratava-se de um zigurate como um templo para adoração das estrelas. Foi também em Babel que surgiu a infame adoração à mãe e seu bebê.
DESENVOLVIMENTO: Segundo fontes históricas, a esposa de Ninrode, Semíramis, teve um filho chamado Tamuz, que teria sido concebido de forma supostamente miraculosa. Conforme a tradição, Tamuz foi morto por um animal selvagem e miraculosamente ressuscitou.
Com o tempo, a lenda de Semíramis e Tamuz espalhou-se pelo mundo, mas os nomes de seus personagens foram alterados conforme cada cultura. Na Assíria, a mãe chamava-se Ishtar, e o filho, Tamuz.
Na Fenícia, eram Astarote e Baal. No Egito eram Isis e Osiris ou Hórus. Na Grécia eram Afrodites e Eros. Em Roma, Vênus e Cupido.
 Na história da Torre de Babel, de acordo com as Escrituras, toda a terra possuía uma mesma língua, um único idioma. E os homens não tinham dificuldade em se comunicarem.
E aconteceu que, um grupo partiu do Oriente, e acharam uma planície na terra de Sinar; e passaram a morar ali. Passado um tempo, se organizaram a fim de fazer tijolos e queimá-los, fazendo o tijolo por pedra, e o betume por cal.
Posteriormente, entraram em consenso de edificar uma cidade e uma torre cujo topo tocasse os céus, e dar a esta torre um nome, para que o povo que ao redor dela habitasse não fosse espalhado sobre a face de toda a terra.
Após esta decisão, há o relato de que  o Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens estavam construindo.
 “Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma linguagem. Isto é apenas o começo e agora, não há restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Vinde, desçamos e
confundamos ali a sua língua, para que um não entenda a língua do outro” (Gn 11,6:7).
 De sorte que o Senhor os dispersou e pararam de edificar a cidade.
O nome de Babel foi dado por ter sido ali o lugar onde a Torre não foi edificada, por que o Senhor a destruiu e confundiu a língua do povo, e por ter sido dessa forma que os fez se espalharem sobre a face de toda a terra.
Considerando que a separação das línguas já havia sido mencionada em Gênesis 10, capítulo anterior da Bíblia, acredita-se que isso tenha ocorrido entre a quarta e a quinta geração depois do dilúvio. Indicando que Moisés registrou as nações antes de contar os acontecimentos que causaram a divisão (Dt 32.8).
A Torre foi o primeiro projeto de construção de edificar uma cidade, desde a iniciativa de Caim (foragido, que matou o próprio irmão Abel).
Esse povo pertencia a uma linhagem de rebeldes e ímpios. Um povo orgulhoso e soberbo, com uma postura que desagradava a Deus.
Inclusive, Babel é posteriormente associada com a Babilônia, nomenclatura usada em toda a Bíblia como um símbolo de orgulho e rebeldia contra Deus.

CONCLUSÃO:
Em Apocalipse 17.18, Babel ou Babilônia é apresentada simbolicamente como uma mulher montada na besta.

História da Cidade da Babilônia Por Miss. Laudicéa Barboza

INTRODUÇÃO:
O termo: (em babilônio: Bâb-ilim ou Babil, ‘porta de Deus’), refere-se a uma das cidades mais importantes da Antigüidade.
Sua localização é assinalada, atualmente, por uma região de ruínas a leste do rio Eufrates, a 90 km ao sul de Bagdá, no Iraque.
Babilônia foi a capital do Império Babilônico durante os milênios II e I a.C.

DESENVOLVIMENTO: Na Antigüidade, a cidade se beneficiava de sua posição na importante rota comercial terrestre que ligava o golfo Pérsico com o Mediterrâneo.
Babilônia é chamada na Bíblia de “ornamento e glória dos caldeus” e “cidade dourada”.

Ninrode, filho de Cus, estabeleceu nela o seu reinado.
Este, começou a ser poderoso na terra. E o princípio do seu reinado foi Babel, que é a forma hebraica da palavra grega Babilônia, e significa “Porta de Deus”
Título que se apropria por haver influenciado
poderosamente o desenvolvimento da religião pagã no mundo antigo.
A famosa Torre de Babel cujos restos a arqueologia tem desenterrado nos arredores da cidade propriamente dita, ficou como símbolo da confusão religiosa, da rebelião contra Deus e do orgulho humano:
“Façamo-nos um nome” (Gn 10.8-10; Is 13.19; 14.4).
A memória de Ninrode perpetuada na gravura e na escultura, “embelezou-se pela lenda que o transformou em divindade, a quem as gerações futuras dirigiam súplicas”.
A Babilônia conheceu duas fases de grande progresso.
A primeira, cerca de 2.000 a.C, nos dias de Abraão, sob o reinado de Hamurabi, o anrafel da Bíblia.
E o segundo período de 608 até a morte de Alexandre – o Grande, em 323 a.C.



À cidade deste último período de florescimento aplicam-se as palavras do profeta Isaias: “E Babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou” (Is 19.14).




Era então, a maior e a mais moderna metrópole daquele tempo, ocupando uma área de 576km², com 96km de perímetro, ou seja, 24km de cada lado.


Muitas ruas de 45m de largura x 24km de comprimento, dividiam luxuosos quarteirões com exuberantes jardins e suntuosas residências, magníficos palácios e gigantescos templos.


Um destes templos, dedicado a Bel, um deus babilônico, media 5km de circunferência, e um dos palácios reais ocupava uma área superior a 12km².

CONCLUSÃO: A “cidade dourada” era rodeada de uma muralha de 108m de altura x 25m de largura, equivalente a uma rodovia com seis pistas.

O rei da Pérsia, em 538 a.C., lançando mão de uma eficiente engenharia, desviou o curso do Eufrates que passava tranquilo sob os magníficos muros, e servindo-se do leito desse rio, entrou na cidade enquanto essa se achava entregue à mais nefasta orgia.
Na mesma noite em que a mão de Deus escreveu na parede, e Daniel decifrou o fim de Belsazar e seu império.


Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Claudionor de Andrade
ANDRADE, Claudionor de. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas Novas a toda Criatura. CPAD. RJaneiro 2016
LOPPES, Dias Hernandes. Daniel – Um Homem amado no Céu. Editora Hagnos. São Paulo, 2014
GRUDEM Wayne. Política Segundo a Bíblia – Princípios que todo Cristão deve Conhecer. Editora Vida Nova. São Paulo 2014
CAVALCANTI, Robinson. Cristianismo e Política. Editora Ultimato. Minas gerais, 2002
ALMEIDA, Abraão. Babilônia Ontem e Hoje CPAD. Rio de Janeiro, 1982
SZPILMAN, Marcelo. Judeus – Suas Extraordinárias Histórias e  Contribuições para  o Progresso da Humanidade. Editora Mauad X, Rio de Janeiro, 2012
LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. CPAD. Rio de Janeiro, 2010

        http://historiadomundo.uol.com.br/babilonia/babilonia-cidade.htm

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Lição 07 -O Evangelho no Mundo Acadêmico e Político - 14.08.16 - EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
Daniel 2.24-28

Reflexão: Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espírito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo acadêmico e do mundo político.

Desenvolvimento: Quando Nabucodonozor no fim do VII século A,C., tornou-se rei da Babilônia com o grande desenvolvimento e o crescimento rápido em todos os ramos do conhecimento humano, das ciências e também a necessidade de ter o domínio da cultura universal da época e se prover de mentes pensantes que pudessem manter o império no topo do mundo de então.

E, apreciando as qualidades dos judeus, e também acreditando que eles poderiam ser valiosos para a Babilônia, Nabucodonosor deu aos judeus a mesma liberdade dos babilônios.

Logo, os judeus atingiram um alto grau de desenvolvimento e progrediram como artesãos, arquitetos, na política, no comércio e até nas letras.

Pois, foi nessa época, que os judeus adotaram o aramaico como língua oficial do povo e instituíram vários costumes que eram seguidos no ambiente acadêmico, e cultural da Babilônia.
Ali, estava Daniel, Hananias, Misael e Azarias (Dn 1.6).
No meio de uma cultura sem Deus e um ambiente acadêmico, cultural e político altamente abominável aos olhos de Deus, Daniel e seus amigos não se contaminaram.

Eles foram os escolhidos para estudar na Universidade da Babilônia.
O rei Nabucodonozor era um grande estadista e estrategista militar.

Ao mesmo tempo em que seus exércitos eram devastadores, destruindo cidades e demolindo palácios e templos, criou uma Universidade para formar jovens cativos levados para a Babilônia,
a fim de estudarem e assimilar a cultura do império.

O método de Nabucodonozor, era deportar a nobreza de cada nação conquistada e integrá-la ao serviço público da Babilônia.
A Babilônia mudou os nomes daqueles quatro jovens judeus, porém, não mudou os seus corações nem a sua mente.

Daniel e seus amigos não permitiram que o ambiente, as circunstâncias e as pressões externas ditassem sua conduta.
Eles se firmaram na verdade e mantiveram a consciência pura.

Conclusão: Deus está a requerer de seu povo uma atitude mais evangélica, santa e decisiva (2Cr 7.14).

Que os homens públicos cristãos não se furtem ao seu dever.

Que venham, neste momento de crise econômica, política e ética que debilita o Brasil, anunciar que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida e que:
Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor”.

Os governantes, legisladores e juízes também precisam ouvir que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo, e, em breve, virá nos buscar.

Deus é Soberano e Senhor. Ele interveio na política babilônica.
Cremos que Ele intervirá na política do Brasil.




Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Claudionor de Andrade
ANDRADE, Claudionor de. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas Novas a toda Criatura. CPAD. RJaneiro 2016
LOPPES, Dias Hernandes. Daniel – Um Homem amado no Céu. Editora Hagnos. São Paulo, 2014
GRUDEM Wayne. Política Segundo a Bíblia – Princípios que todo Cristão deve Conhecer. Editora Vida Nova. São Paulo 2014
CAVALCANTI, Robinson. Cristianismo e Política. Editora Ultimato. Minas gerais, 2002
ALMEIDA, Abraão. Babilônia Ontem e Hoje CPAD. Rio de Janeiro, 1982
SZPILMAN, Marcelo. Judeus – Suas Extraordinárias Histórias e  Contribuições para  o Progresso da Humanidade. Editora Mauad X, Rio de Janeiro, 2012

LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. CPAD. Rio de Janeiro, 2010

sábado, 6 de agosto de 2016

Por que ensinar a Bíblia para as crianças através de histórias com recursos visuais

Por: Miss. Laudicéa Barboza
Mission Chlidrens - Inter e Transcultural

A Bíblia é verdadeira. 
Ela é a Palavra de Deus e você pode confiar nela.


Deus se assegurou de que todas as histórias da Bíblia juntas contassem a grande história do amor de Deus.
            A sua Bíblia é exatamente o que Deus queria lhe dar.
             Deus quer que você aprenda e estude a´Bíblia.
Você pode desfrutar dessa forma pedagógica de aprender a Bíblia.
Estamos lhe apresentando a lição 06 da Revista do Maternal no 3º. trimestre 2016.

VAMOS AJUDAR?
É esse o tema deste Trimestre


Este mundo está cheio de pecado. 
Existe um inimigo no mundo (satanás). Nem todos obedecem a Deus.
Jesus morreu afim de salvá-lo da punição pelo pecado.
Jesus venceu o pecado e satanás.
                                    Jesus é o único caminho para Deus
              Deus quer que você aprenda, cresça e seja um grande homem e uma grande mulher. Estamos lhe oferecendo recursos para que construa sua própria aprendizagem de forma efetiva, divertida e eficiente.
Essa história como você já deve ter percebido nos cartazes de motivação é:
A SUNAMITA AJUDA ELISEU

Você pode e deve ler essa história está na Bíblia no Livro de 2Reis 4.8-17. 

O objetivo de ensino é:
Levar a criança a pensar maneiras de ajudar os outros, principalmente os missionários.
                   
                           O crescimento é um processo que se aprende.














Seu caráter deve igualar-se ao caráter de Deus.





Realize a OFICINA CRIATIVA 

Aprenda fazendo e conversando sobre a forma como a sunamita ajudou Eliseu.
                Prepare um cartaz igual ao que você pode ver na apresentação da lição. 
Para isso estamos dispensando um pequeno texto da história bem como os recursos visuais correspondente a cada pequeno texto.
Figura 1 da história
                            Figura 2 da história



Deus quer que você desenvolva seus talentos.
.






                           Figura 3 da história







                              





Figura 4 da história












Narrativa de acordo com a figura
Fig.1 - Este é o profeta Eliseu. Ele fala as pessoas as coisas que Deus manda falar. Ele está almoçando na casa da mulher sunamita. Ela mora na cidade de Sunem. 
Toda vez que ele vai lá falar as coisas que Deus manda ele falar para as pessoas a mulher sunamita convida o profeta para almoçar na casa dela. 
Eliseu adora a comida que a sunamita faz para ele.‏
Fig.2 - A sunamita falou com o marido para fazerem um quartinho para o profeta ficar quando ele viesse a Sunem.
 Então eles colocaram no quarto uma mesa, uma cadeira, uma cama e uma lamparina. 
Que bom, agirá Eliseu tem um quartinho bem arrumado para poder ler, descansar e até dormir. 
A bondosa sunamita fez tudo isso p ajudar Eliseu. Ele ficou muito contente e perguntou a sunamita o que poderia fazer para ajuda-la também. 
A sunamita não tinha filhos e ela ficaria muito contente se tivesse um bebé‏
Fig.3 - O profeta Eliseu chamou a sunamita e prometeu que ela ganharia um bebé. O Papai do Céu ia dar esse presente para ela porque ela era uma pessoa ajudadora. 
Ele disse: Daqui a um ano você vai ter um bebé. O profeta Eliseu deve ter orado para o Papai do Céu dar um bebé a sunamita. 
Orar pelas pessoas é uma forma de ajudar.‏
Fig.4 - E o que Eliseu prometeu aconteceu. A sunamita ganhou um bebê muito bonito. 
Oh! Como ele ficou feliz com o seu bebezinho! 
E o profeta Eliseu ficou também muito feliz porque ajudou a sunamita.‏

PARA GUARDAR NO CORAÇÃO
“Então o rei chamou um oficial e lhe disse que devolvesse à mulher tudo que era dela...”
2Reis 8.6

FRASE DO DIA
 “Quando não souber que ajuda oferecer, pergunte.