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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Lição 09 - Bênção e Maldição na Família de Noé - EBD CPAD - 4º.Tri-29.11.2015

Abordagem de Conteúdos Transvers. com o Tema em Estudo
Gênesis 9.20-29

Reflexão: Por causa de sua irreverência e falta de respeito, Cam veio a perder boa parte de sua herança.

Depois do dilúvio foi instituído o governo humano. O caminho da redenção, ainda estava aberto, e os homens podiam escolher ou rejeitar o mesmo.
Mas, se o rejeitassem e continuassem nos atos de violência, não poderiam mais escapar do castigo imediato.

A mais elevada instituição deste governo humano era a instituição da pena de morte “Se alguém derramar o sangue, pelo homem, será derramado o seu sangue” (Gn 9.6). Com a concessão dessa função judicial, ao homem, Deus deu todas as demais funções de governo.

Um governo assim constituído, servia especialmente para deter os desobedientes e manter a ordem (Rm 13.1-7; 1 Tm 1.8-10). Sendo Noé o pai e representante da raça humana pós diluviana, diante de Deus e dos homens, a aliança que Deus estabeleceu com ele, ainda vigora até que Deus venha a instituir outra aliança com a raça humana. Esta aliança achará o seu pleno cumprimento no governo de Jesus, o Filho do Homem, durante o milênio.

Esta dispensação tem maior controle sobre a criação, maior dieta e maior controle sobre os pecadores. Assim, Deus procurava persuadir ao homem que este, da sua própria vontade, escolhesse o caminho certo, ou esperasse o juízo.

Na restrição concernente ao sangue, vê-se o seu caráter santo, bem como aponta o fato de que a redenção será por meio do sangue (Gn 9.4-6). Ao anunciar que a bênção estava nas tendas de Sem (Gn 9.27), Deus indica a linhagem da qual viria o Messias, a semente da mulher.

A falha de Noé, mesmo sendo ele, a autoridade delegada por Deus no contexto
da nova terra, mesmo tendo sido ele bem sucedido entre os antediluvianos (Gn 7.1), Noé não teve o mesmo cuidado como líder e pai da nova geração. Mesmo assim, a bênção de Deus estava sobre Noé e seus filhos (Gn 8.21 – 9.1).

Noé tornou-se lavrador e plantou uma vinha (Gn 9.20) e foi bem sucedido nisso, porque a vinha produziu uvas das quais foi feito o vinho (Gn 9.21). Noé não exerceu o mesmo auto controle dos tempos antediluvianos. Embriagou-se, e ficou inconscientemente nu, e seu filho Cam, viu.

Alguém já disse, que depois de um grande sucesso, se não tivermos cuidado, podemos ter um grande fracasso. Noé perdeu a consciência e ficou nu. Ficar nu, é perder a cobertura, aos olhos de Deus. Todos nós seres humanos, caídos, ainda que restaurados à comunhão com Deus, precisamos de uma cobertura, não só espiritual, mas também física.

Precisamos estar cobertos na presença de Deus. Antes da queda, o homem estava nu. Nada havia de errado com aquela nudez, pois não havia pecado algum (Gn 3.7).Após a queda, devido a entrada do pecado, é pecaminoso ficar nu. Adão e Eva, descobriram que estavam nus, e fizeram o máximo para se cobrir (Gn 3.7), mas, não foram eficazes nesta atitude.

Deus então veio, e os cobriu com a pele do sacrifício (Gn 3.21). Era em tipologia bíblica, protegidos da nudez do pecado pela cobertura do sangue do Cordeiro de Deus (Jo 1.29; 1 Pe 12.18-20). Fisicamente falando, o homem caído necessita de uma cobertura, principalmente, diante de Deus.

Aos sacerdotes, não lhes era permitido ficar nus; eles precisavam estar totalmente cobertos quando viessem à presença de Deus (Ex 20.26; 28.40-43).
As pessoas, hoje, gostam de ficar nuas, expondo seus corpos tanto quanto possível, tanto os homens quanto as mulheres devem cobrir seus corpos.

Quanto mais expusermos nossos corpos físicos, menos paz interior teremos. Em um estudo cuidadoso da Bíblia, descobriremos que esta convicção a respeito da nudez, vem proveniente da queda. Os povos semitas, na antiguidade, odiavam a nudez. Cristo é nossa cobertura (Lc 15.22; Sl 45.13).

Quando alguém está nu, espiritualmente falando, está nu, diante de Deus. Noé estava errado, descuidado, bêbado e nu. No entanto, devemos olhar Noé sob as perspectiva do governo de Deus. Ele era o líder da nova raça e do governo humano.

O que então, devemos fazer, quando aquele líder que Deus colocou na frente da obra está errado? Devemos entender que esta questão envolve o governo de Deus. Nesta lição, encontramos duas coisas: O governo divino, e a falha do homem.

Se quisermos compreender esta passagem da Palavra de Deus, devemos ver que, a falha de Noé, não intervém na constituição do governo humano estabelecido por Deus. Se o líder está certo, ou errado, a obra ou o governo é de Deus, e isto, tem que ser levado em consideração.

Ao expor a nudez de Noé, Cam negligenciou o governo de Deus. Expor a falha de um líder estabelecido por Deus, é envolver-se negativamente com o governo divino.

Exemplo: Se Noé não fosse o líder daquela geração e a autoridade delegada de Deus não estivesse com ele, a falha de Cam, não seria tão grave. O perigo está em negar a autoridade de Deus da qual o líder estabelecido por Deus, está envolvido. Por isso, devemos ter cuidado com o tratamento governamental de Deus.

Temos um fato no livro de Números, onde Moisés estava errado, ao desposar uma mulher Etíope, (Nm 12.1). Miriam murmurou contra Moisés, e foi punida com a lepra (Nm 12.10). Ela foi amaldiçoada porque atingiu o governo de Deus.
A Bíblia nos mostra que quem quer que despreze ou desonre a seus pais, será amaldiçoado (Dt 27.16), porque isso envolve autoridade delegada de Deus no governo universal.

Os pais são autoridades de Deus sobre seus filhos. Quando um filho desonra seus pais, eles desonram a autoridade delegada de Deus na terra. Quando um filho faz isso, ele recebe uma maldição.

Davi estava muito errado em matar Urias e tomar sua mulher Bateseba. Nesse período, seu filho Absalão se rebelou contra Davi. Esta rebelião custou a vida de Absalão, mesmo com o rei Davi querendo livrá-lo da morte (2Sm 15.19; 18.14,15).

Hoje, muitos jovens desonram seus pais, e todos que assim fazem, perdem a bênção de Deus. Quem honra seus pais recebe a bênção de Deus (Ef 6. 2,3).
Cam, não foi diretamente amaldiçoado, porque quando Deus veio a Noé, depois do dilúvio, o Senhor abençoou a Noé e a seus filhos, Sem, Cam e Jafé (Gn 9.1), e, onde estiver a bênção de Deus não há lugar para maldição (Nm 23.20).

A maldição de Cam, caiu sobre Canaã – seu neto. A falha de cam foi ter se envolvido contra o governo de Deus representado na pessoa de Noé. A falha de Noé foi um teste para a seus filhos. Enquanto um recebeu maldição, os outros dois receberam bênção (Gn 9.22-27).

Cam perdeu a oportunidade de receber a bênção, pois, negligenciou a autoridade de Deus na pessoa de Noé, mas, Sem e Jafé, seus dois irmãos, conheciam e respeitavam a autoridade delegada de Deus na pessoa de Noé.

“Então, Sem e Jafé, tomaram uma capa, puseram-na sobre ambos os seus ombros, e, indo virados para traz, cobriram a nudez do seu pai; e os seus rostos, eram virados de maneira que não viram a nudez do  seu pai” (Gn 9.23).

O que eles fizeram não foi simplesmente certo e moral. Eles honraram a autoridade de Deus delegada ao pai. Aquela situação não estava somente relacionada com o comportamento de Noé, mas também com a autoridade de Deus.

Sejamos cautelosos. O líder estar certo ou errado, é uma questão pessoal.
Não se esqueçam que ele está em uma posição de autoridade delegada por Deus. A maldição e a bênção de Noé, foram inspiradas por Deus em honra a autoridade por ele delegada.

Não foi algo de acordo com os sentimentos de Noé, mas conforme a vontade soberana de Deus. Sem, o filho primogênito, foi o antepassado dos hebreus. Cam, o segundo filho, foi o antepassado dos povos subsaariano.

Jafé, o terceiro filho de Noé, foi o antepassado dos europeus, americanos e povos latinos. Jafé seria engrandecido por Deus. Os americanos são a expansão dos europeus. Poder governamental, ciência, arte e habilidades nos negócios; esta bênção, Deus deu aos europeus, filhos de Jafé. “Engradeça Deus a Jafé”. Todo progresso dos europeus vem desta bênção.

De Sem foi dito: “Bendito seja o Senhor Deus de Sem”. A expansão é de Jafé, mas o Senhor Deus, é de Sem. A salvação vem dos judeus (Jo 4.22). Os judeus escreveram o Antigo Testamento e o Novo Testamento, com uma exceção, o Evangelho de Lucas.

A expansão do evangelho, foi dos filhos de Jafé. Mas Jafé quando se expande, habita nas tendas de Sem (Gn 9.27). Os americanos e europeus são fortes, mas precisam das tendas de Sem. Sem as tendas de Sem, eles nada podem fazer.
Consultas: Lições Bíblicas EBD-CPAD - 4º. Trimestre 2015 – (Comentarista: Pr. Claudionor de Andrade).
 ANDRADE Claudionor. O Começo de Todas as Coisas. Rio de Janeiro, 2015 – CPAD
Olson. N. Lourence. O Plano Divino Através dos Séculos – Estudo das Dispensações. CPAD ,RJaneiro 1963
LAHAYE Tim. Enciclopédia Ppular de Profecia Bíblica. CPAD. RJaneiro 1910
Escrito por NEE Watchman – e publicado por LEE. Witness. Estudo-Vida de Gênesis. Edit. Árvore da Vida, SPaulo, 1987.
GRONIGEN, Gerard Van. Revelação Messiânica no Antigo Testamento: A Origem Divina do Conceito Messiânico e seu Desdobramento Progressivo. Editora Cultura Cristã. São Paulo, 2003.

CHAMPLIN R. N. O Antigo Testamento Interpretado – Versículo por Versículo. Vl 1,  Editora  Hagnus. SPaulo, 2001 

sábado, 29 de agosto de 2015

A Corrupção dos Últimos Dias - Lição 09 - 3º. Tri EBD CPAD – 30.08.2015

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
                                    1Timóteo3.1-4 

Reflexão: O ensino da Palavra de Deus, de modo cuidadoso, pode evitar que a corrupção domine os corações dos salvos.
Muitas expressões nas Escrituras Sagradas, apontam para o “fim dos tempos”, algumas vezes chamado de “últimos dias”.
Assim, “últimos tempos ou último tempo” “último dia” ou “última hora”; as várias expressões estão todas relacionadas com o programa criativo redentor de Deus para um grupo especial de pessoas.
Pelo menos quatro grandes períodos de tempo  podem ser designados com o título descritivo de “últimos dias”.
1. A encarnação de Jesus Cristo: (1Pe 1.20; Gl 4.4; Hb 1.1).
2. Os últimos dias de Israel ou os dias finais antes da nova aliança: (Gn 12.1-3) – Nos últimos dias de Israel, a nação experimentará angústia, provação e tribulação sem precedentes (Dt 4.30; 31.29; Jr 30.24; Dn 9.24-27).
3. Últimos dias do domínio mundial gentio: Este período de tempo, denominado “tempo dos gentios”, por Jesus Cristo (Lc 21.24), teve seu início com a destituição do reino de Judá pelo império neo-babilônico em 586 a.C.
Isto envolve o domínio das nações gentias sobre o mundo e Israel, desde a destruição  do antigo reino judaico, até seu      restabelecimento, quando Jesus retornar à terra (Dn 2.28; Ap 16.13-21).
4. Os últimos dias da Era da Igreja: Os apóstolos alertaram que os últimos dias da era da igreja, seriam marcados por apostasias doutrinárias (2Tm 3.1-4; 2Pe 3.3,4; Jd 1.17-19).
Deterioração moral (Tg 5.3; 2Pe 3.3), o surgimento de muitos anticristos (1Jo 2.18,19).
O apóstolo Paulo também avisou aos seus leitores, que as características dos últimos dias estavam presentes no seu próprio tempo (1Tm 4.1-3).
Assim, os últimos dias para a era da igreja era tão iminente quanto o próprio arrebatamento. Qualquer que seja o tempo do arrebatamento , a salvação pessoal ocorrerá, e os últimos dias para a igreja terminará (1Pe 1.5).
Os tempos trabalhosos – O diagnóstico que Paulo dá daquilo que a igreja enfrentará nos últimos dias, é sombrio.
Os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatulados, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus (2Tm 3.2-4).
Estes últimos dias da igreja serão marcados  por um repúdio geral à lei, à descência e à afeição natural.
A característica desses homens de má índole:
1. Amantes de si mesmos ou egoístas – no grego “philautos”, que literalmente eram traduzidos por homens amantes de si mesmo. Não se trata tanto do amor próprio, mas de amar indevidamente tais como as possessões materiais.
2. Avarentos – no grego “philarguros”, que significa amantes da prata.
3. Jactanciosos ou presunçosos – no grego “alazon”, que também significa arrogantes. Termo usado para indicar a atitude mental enlouquecida ou distraída; é aplicado também aos “vagabundos” que eram indivíduos de vil caráter, fingidos, impostores. Com o tempo, essa palavra veio a indicar os fingidos e enganadores.
4. Arrogantes – no grego “uperephanos” que significa altivos, orgulhosos. Na literatura bíblica, essa palavra é usada somente em mau sentido.
5. Blasfemadores – no grego “blasphemos”, aqueles que proferem palavras abusivas e degradantes. Sua forma verbal pode significar falar com profanação como quem degrada algum objeto sagrado.
6. Desobedientes aos pais e mães. São péssimos exemplos na família, pois não honram seus pais e mães (Ex 20.12) e são candidatos a terem uma vida sem a bênção de Deus, por não considerarem o valor de seus pais.
7. Ingratos – no grego “acharistos”, “sem gratidão”. Esse pecado também era atribuído  aos pagãos (Rm 1.21).
Portanto, a apostasia dos últimos dias será o levantamento do espírito pagão mais depravado, que não terá respeito por qualquer objeto sagrado e que se mostrará totalmente deletério em seus intuitos e sua atuação.
8. Profanos ou irreverentes – no grego “anosios”, que quer dizer sem santidade, iníquos, sem nenhuma restrição a maldade praticada.
9.  Desafeiçoados ou irreconciliáveis – no grego “astorgos”, isto é, sem afeição natural, ignorantes, grosseiros, estúpidos, mal educados no trato com o cônjuge, os filhos, com os pais e com outras pessoas.
10. Implacáveis – no grego “aspondos”, que significa na sua forma privativa, algo oferecido aos deuses. São pessoas que não são humildes, não aceitam se reconciliar com outras pessoas, não conseguem pedir perdão e muito menos perdoar. Portanto, não são perdoados por Deus (Mt 6.15).
11. Caluniadores – no grego “diabulus”, um dos títulos dados a Satanás, que destaca o seu caráter de caluniador.
Estão aqui em foco, as pessoas que procuram prejudicar a seus semelhantes, com palavras exageradas, informações distorcidas, até ao ponto da mentira desavergonhada. São pessoas que amam propagar dissensões.
12. Traidores – no grego “prodotes”, com o significado de traidor, traçoeiro; termo que foi aplicado a Judas Iscariotes (Lc 6.16; At 7.52).
13. Atrevidos – no grego “propetis”, que significa cair para adiante, inclinar-se para a frente. Podendo esse atrevimento ser nas palavras ou nas ações.
14. Enfatuados – no grego “tetuphomenos”, com o sentido de fumaça, nuvem, neblina. São pessoas nebulosas em seu orgulho. Tem seu bom senso obscurecido pelo orgulho e pelas elevada importância pessoal.
15. Sem domínio de si –  no grego “akrates”, que siginifica pessoas sem auto controle e inclinado para a auto indulgência, que é a forma privativa de “kratos”, isto é, poder.
Está em pauta portanto pessoas que não têm poder de controlar a si próprio, pessoas em que a perversão moral o levou ao extremo e o tornou escravo das paixões e concupiscências; pessoas viciadas em muitas práticas daninhas.
16. Cruéis – no grego “anemeros”, que significa selvagem ou brutal. Pessoas privadas de mansidão, que não é domesticável.
17. Inimigos do bem –  no grego “aphilagathos”, são pessoas que não têm amor natural pelo que é bom, ou seja é contrário a tudo que for bom.
18. Amigos dos prazeres  – no grego “philedonos”, está em foco o edonismo, aquela  filosofia que exalta os prazeres como o sumo bem e o alvo de toda a existência.
O Obreiro exemplar – Paulo tira o foco de Timóteo dos falsos mestres, e se volta para o valor do ensino da palavra de Deus.
“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm 3.16).
Mas ele ressalta que tais resultados só são alcançados, se a a Escritura ou a Palavra ensinada for divinamente inspirada.
O objetivo do ensino bíblico divinamente inspirado são:
Ensinar, ou seja, transmitir ensino espirituais com base na Palavra de Deus (Mt 7.24-27; 2.25; Tt 2.12).
Redarguir, ou seja retrucar, responder, replicar ou argumentar com segurança (1Pe 3.15).
Corrigir – o ensino bíblico bem fundamentado é como um prumo, que mostra o que está fora do lugar na construção de uma casa.
Na vida cristã, se não houver o cuidado indispensável com as orientações do Senhor, muita coisa fica torta ou em desacordo com a vontade de Deus (Sl 11.105; Rm 15.4; 1Co 4.170.
Instruir em justiça – o ensino da Palavra de Deus é instrução que leva o homem a viver de modo justo e digno (Sl 23.3).
Aperfeiçoar o homem de Deus – “Para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2Tm 3.17).
Este é um dos grandes objetivos do ensino da Palavra de Deus: Levar o homem à perfeição relativa no seu relacionamento com Cristo (2Tm 2.21; Tt 1.16).
Consultas: Lições Bíblicas EBD-CPAD - 3º. Trimestre 2015 – (Comentarista: Pr. Elinaldo Renovato).
 RENOVATO Elinaldo. As Ordenanças de Cristo nas Cartas Pastorais. Rio de Janeiro, 2015 – CPAD
LOPES, Hernandes Dias. 2 Timóteo – O Testamento de Paulo à igreja. Edit. Hagnus. SPaulo, 2014.
BARCLAY, William. As Obras da Carne e o Fruto do Espírito V.2. Editora Vida NovaSPaulo, 2000
HAYE. Tim La. Bíblia de Estudo Profética. Edit. Hatgnus. SPaulo, 2005

CHAMPLIN. R. N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Vl 5. Edit. Hagnus.