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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Vídeo da Lição 12 Adultos - A Evangelização Real na Era Digital


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

DÍZIMOS E OFERTAS

                                              Por: Pr. João Barbosa

http://nasendadacruz.blogspot.com
Texto Bíblico em Estudo: Ml 3.10; 1Co 9.4-14; Fp 4.15-18: 1Tm 5.17, 18; Mt 6.19-24; 2Co 8.5; Cl 3.5

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
1.   Analisar a questão do dízimo e das ofertas dentro de uma perspectiva bíblica.
2.   Conscientizar-se de que a prática do dízimo e das ofertas é uma forma de adoração ao Senhor.
3.   Explicar os dízimos e as ofertas como fontes de bênçãos.

Esboço
Os dízimos e as ofertas são uma ordenança bíblica. A entrega dos dízimos e ofertas é uma atitude de adoração, amor e gratidão a Deus.
No contexto bíblico o dízimo é a décima parte de tudo aquilo que é devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos e bens (Pv 3.9). Já a oferta tem o sentido de contribuição voluntária.

Através das antigas alusões literárias, sabemos que o dízimo existia em muitas culturas antigas, sob uma forma ou outra.
O trecho de Gênesis 14.17-20 nos informa sobre o costume, antes da lei mosaica. Sabemos que a prática existia entre os gregos, os romanos, os cartaginenses, e os árabes.Nessas culturas, tal como entre os hebreus, o dízimo fazia parte da piedade religiosa.

O Antigo Testamento ilustra o dízimo em duas oportunidades:
Em primeiro lugar temos o registro de Abraão que apresentou a décima parte dos despojos do combate militar em que envolveu, a Melquisedeque (Gn 14.20; Hb 7.2-6). Melquisedeque é a transliteração, para o português, de um nome hebraico que significa “rei de justiça”.

Ele era rei de Salém (Jerusalém) e sacerdote de El Elion, o que o tornava um rei sacerdote, e que serviu mui apropriadamente para ilustrar o mesmo ofício, ocupado em forma muito mais significativa, pelo Senhor Jesus, o Cristo.
Abraão, certamente, deve ter pensado que Melquisedeque serviu ao mesmo Deus que ele servia.
Não há de que duvidar que Melquisedeque era homem conhecido pelo seu poder político e e por sua espiritualidade, bem como por suas funções sacerdotais; e Abraão não hesitou em associar-se a ele, e mesmo a tratá-lo como um superior.

Muitas tentativas têm sido feitas para identificar Melquisedeque. Algumas dessas tentativas equivocadas, tentam situá-lo solidamente dentro da fé e da cultura dos hebreus, mas daí não tem advindo qualquer conclusão útil.

 Geralmente, somos ensinados a mostrar-nos hostis para com pessoas de outras fés religiosas, o que obscurece o respeito que elas merecem. Lembremo-nos que José casou-se com a filha de um sacerdote egípcio ( Gn 41.45). Desse casamento resultou o nascimento de Manassés e de Efraim, que subsequentemente, tornaram-se os patriarcas de duas das doze tribos de Israel. É difícil imaginarmos José mostrando-se hostil à família de sua esposa egípcia.

Antes, ele deve ter mantido estreitos laços com a casta sacerdotal egípcia, embora também conservasse suas distinções pessoais. Talvez Abraão também mantivesse relações amistosas com os melhores membros religiosos de povos estrangeiros, tal como se deu com José e a família de sua esposa egípcia.

Em Salmo 110.4, um rei da linhagem de Davi aparece sendo aclamado, por juramento divino, como “....tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque....”.

Talvez essa aclamação fosse resultante da conquista de Jerusalém por parte de Davi, em  virtude de que ele e a sua casa tornaram-se herdeiros da dinastia de reis-sacerdotes de Melquisedeque. Naturalmente, essa passagem também é profética e messiânica, embora talvez Davi nem tivesse entendido isso.

A falta de informações sobre o sacerdócio do Melquisedeque histórico não nos permite especular muita coisa. Porém, podemos supor que alguma espécie de linhagem altamente respeitada de reis-sacerdotes tinha em Jerusalém o centro de seu poder, antes dessa cidade cair sob o domínio de Israel.
È claro que esse oficial e o seu culto não faziam parte da fé e da cultura dos hebreus, a despeito do que, era altamente respeitada pelos grandes líderes da nação de Israel.

Tipologicamente, Melquisedeque é apresentado como um rei que tinha funções e direitos sacerdotais (Gn 14.18 e subseqüentes). O próprio Abraão lhe prestou homenagem.

Certamente, pois, a sua glória ultrapassa à de Arão. Cristo assumiu esse sacerdócio real, mas revestido ainda de maior glória. Notemos que, nos trechos de (Zc 6.13), são combinados os ofícios de rei e de sacerdote, no tocante ao Messias.

O autor do texto volta a considerar o sumo sacerdócio de Melquisedeque de forma mais completa, em (Hb 7.1-10), com o propósito definido de mostrar sua superioridade sobre o sacerdócio aarônico, e isso faz parte de seu argumento que visava mostrar que, em Cristo, todos os tipos sacerdotais são cumpridos e ultrapassados, não havendo mais qualquer necessidade de um sumo sacerdócio terreno.

Cristo incorpora, em si mesmo, todo o sacerdócio de que precisamos. Até o próprio Levi que recebeu dízimos, por intermédio de Abraão, pagou os dízimos a Melquisedeque, com o resultado que o “menor foi abençoado pelo maior”.

Foi Melquisedeque quem abençoou a Abraão, pelo que também aquele era maior do que este, para nada dizer sobre Levi, que por esse tempo nem havia nascido. Hermeneuticamente, Melquisedeque é importante porque ilustra diversas coisas.

1. Um significado mais profundo da história;
2. Como a história pode ser simbólica e profética;
3. A unidade do Antigo e do NovoTestamento;
4. A universalidade do ofício messiânico e sumo sacerdotal de Cristo;
5. A ab-rogação das ordens sacerdotais do Antigo Testamento, por estarem todas cumpridas em Cristo.

A obscuridade de Melquisedeque tem fascinado a tradição, pelo que também muitas identificações conjecturadas têm sido imaginadas por muitos estudiosos de Melquisedeque.

O fato de que ele não tinha pai nem mãe, provavelmente significa que não há registro de seus ancestrais, e, que, profeticamente, ele simboliza o divino Filho-Profeta, acerca de quem não se pode falar de qualquer linhagem terrena.

Em segundo lugar há o caso de Jacó, o qual, após a visão que teve em Luz, devotou uma décima parte de sua propriedade ao Senhor Deus, sob a condição de que fosse conduzido em paz e fosse trazido novamente à casa de seu pai.

Seu irmão gêmeo, Esaú, além de outros, era seu inimigo; e Jacó carecia da proteção e da orientação divinas. O que Jacó fez naquela oportunidade, foi tomar um voto e fazer uma promessa; e a sua parte do compromisso assumido com Deus, consistia em dar a Deus uma décima parte de tudo quanto possuísse.

Na economia hebréia um décimo da receita do povo era separado para o custeio do culto público de Deus. Assim Moisés declarou a Israel: “Todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor: Santo são ao Senhor” “Tocante a todas as dízimas de vacas de ovelhas,.... o dízimo será santo ao Senhor” (Lv 27.30,32).

Mas o sistema dos dízimos não teve originou com os hebreus. Desde os primeiros tempos o Senhor reivindicava como Seu o dízimo; e tal reivindicação era conhecida e honrada. Abraão pagou dízimos a Melquisedeque, sacerdote do Altíssimo Deus (Gn 28.22).

Quando os israelistas estavam prestes a estabelecer-se como nação, a lei dos dízimos foi confirmada, como estatutos divinamente ordenados, da obediência ao qual dependia a sua prosperidade.

O sistema dos dízimos e ofertas destinava-se a impressionar a mente dos homens com uma grande verdade – verdade de que Deus é a fonte de toda bênção para suas criaturas, e a Ele é devida a gratidão dos homem pelas boas dádivas de Sua providência.

Ele “dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas” (At 17.25). O Senhor declara: “Meu é todo animal da selva, e as alimárias sobre milhares de montanhas”. “Minha é a prata, e meu é o ouro”. E é Deus quem dá aos homens poder de adquirir riquezas (Sl 50.10; Ag 2.8; Dt 18.8).

Como reconhecimento de que todas as coisas provêm dEle, o Senhor determinou que parte de Seus dons Lhe fosse devolvida em dádivas e ofertas para manterem o seu culto. O dízimo era dedicado exclusivamente ao uso dos levitas, a tribo que fora separada para o serviço do santuário. Mas este não era de  nenhuma maneira o limite das contribuições para os fins religiosos.

O tabernáculo, bem como mais tarde o templo, foi erigido inteiramente pelas ofertas voluntárias, e, a fim de prover para os necessários reparos e outras despesas; Moisés determinou que todas as vezes que o povo fosse recenseado, cada um deveria contribuir com meio siclo para “o serviço do tabernáculo”.

No tempo de Neemias fazia-se anualmente uma contribuição para este fim (Ex 10.32,33). De tempos em tempos eram trazidas a Deus ofertas pelo pecado e ofertas de gratidão. Estas eram apresentadas em grande número nas festas anuais. E fazia-se pelos pobres a mais liberal provisão.

Mesmo antes que o dízimo pudesse ser reservado, tinha havido já um reconhecimento dos direitos de Deus. Aquilo que em primeiro lugar amadurecia dentre todos os produtos da terra, era-Lhe consagrado.
A primeira lã, quando as ovelhas eram tosquiadas; o primeiro trigo quando este era trilhado, o primeiro óleo, o primeiro vinho, eram separados para Deus. Assim também o eram os primogênitos de todos os animais; e pagava-se um resgate pelo filho primogênito.

As primícias deviam ser apresentadas diante do Senhor no santuário, e eram então dedicadas ao uso dos sacerdotes. Quanto ao dízimo no Novo Testamento, aos que supõem estar a prática do dízimo restrita ao Antigo Testamento, precisam entender que a natureza e os fundamentos do culto não mudaram.

O culto levítico com os seus rituais já não existe. Todavia, o princípio da adoração continua o mesmo (1 Pe 2.9; Ap.1.6). O dízimo levítico pertencia a ordem de Arão, que era transitória. Todavia o dízimo cristão pertence a ordem de Melquisedeque que é eterna e, portanto, anterior à lei de Moisés (Hb 5.10; 7.1-10; Sl 110.4).

Jesus não veio ab-rogar a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17).
Ele não apenas reconheceu a observância da prática do dízimo, mas a recomendou (Mt 23.23). Deus fez dos homens os seus despenseiros.

A propriedade que ele pôs em suas mãos são os meios que ele proveu para a propagação do evangelho. Aqueles que se mostrarem mordomos fiéis ele confiará maiores bens. Diz o Senhor: “Aos que me honram honrarei” (1 Sm 2.30).
“Deus ama ao que dá com alegria” ( 2 Co 9.7), e, quando seu povo, de coração grato, lhe trazem seus dízimos e ofertas, “não com tristeza, ou por necessidade”, Sua bênção os acompanhará, conforme Ele prometeu.

“Trazei todos os dízimos à  casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei provas de Mim, diz o Senhor dos exércitos, se Eu vos não abrir as janelas do Céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”(Ml 3.10). Malaquias 3.10,11; 12 Coríntios 9.6-8
                             

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Vídeo da Lição 11 - A Evangelização das Pessoas com Deficiências


Vídeo da Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família


VÍDEO DA LIÇÃO 9 A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇAS


Lição 11 – A Evangelização das Pessoas Deficientes - 11.09.16

Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Abreu e Lima Pernambuco – Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais - Pr Presidente. Roberto José dos Santos
Por Pr. João Barbosa e Prof. Laudicéa Barboza
http://nasendadacruz.blogspot.com 
Esboço da Lição – Texto Bíblico: João 5.1-9
O Reino de Deus anunciado pelo Senhor Jesus Cristo, era incluso. (Mc 10.46-52; Jo 5.1-15; At 10.38).
I - A  suficiência de Cristo para com as pessoas com Deficiência. – A evangelização deve incluir as pessoas com deficiência (2Sm 4.4; 9.10; Mt 8.1-4; 9.1-8). 

A referência de Lv 22, trata de uma situação específica e especial, por se tratar do “cumprimento de votos, ofertas voluntárias e holocaustos oferecidos a Deus. (Hb 9.13,14).

II  - O som do Evangelho aos Surdos – Tal ação exige preparo intelectual a fim de efetuar uma comunicação eficiente. 

Nos dias de Jesus os surdos eram conduzidos a Ele e eram curados. (Mc 7.31-37; Pv 31.8,9; Mc 16.15; 1Co 9.22,23; Ex 4.11; Is 33.5,6).

III - A visão de Cristo aos Cegos – Nos dias de Jesus havia sempre alguém disposto a conduzir os cegos a Cristo (Mc 10.46-52).
IV - Os paralíticos vão ao encontro de Cristo - O Senhor vendo-lhes a fé, curou o enfermo ( Mc 2.1-11).

Evangelizar pessoas com deficiência física exige disposição (Lc 14.12).

Para recebê-los em nossos templos é urgente adaptá-los a esse público especial a fim de que possam mobilizar-se com segurança, bem como acompanhar os trabalhos atentos e  comodamente.

Conclusão: A sociedade vem passando por um processo de transformação. Há um novo olhar em relação às pessoas com deficiência.

Os integrantes desse grupo de pessoas portadoras de deficiências especiais suspiram por um pessoal com Deus.

Eles não podem ser deixados de fora, pois o Senhor, na cruz, incluiu-os em seu Reino.


Bibliografia: Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Claudionor de Andrade
ANDRADE, Claudionor de. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas Novas a toda Criatura. CPAD. RJaneiro
VEITH, Edward Gene. Tempos Pós-Modernos: Uma avaliação cristã do pensamento e da cultura da nossa época. Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1999

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família - 04.09.16

Texto Bíblico em Estudo
Atos 16.25-34
Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Abreu e Lima Pernambuco
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais - Pr Presidente: Roberto José do Santos
Por Pr. João Barbosa e Prof. Laudicéa Barboza
http://nasendadacruz.blogspot.com
Introdução: A salvação pela fé em Jesus deve ser pregada aos filhos e aos familiares não crentes, tanto por meio de palavras quanto por um testemunho bom, eficaz e amoroso.
Desenvolvimento: 1. Evangelizando os Filhos – Em Provérbios 22.6 somos exortados a ensinar à criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele. Esse texto conhecido tem levado muitas pessoas a uma interpretação errônea, quando substituem o termo no pelo simples o.

Simples mesmo, mas de uma distância de valor linguístico a mil anos luz, haja vista, que, O é um simples determinante (artigo). Portanto o Caminho todo mundo pode ensinar. O Professor, o Malfeitor, etc. Entretanto no Caminho, implica em uma ação porque no é uma combinação de em, que significa (dentro de) + o.

Logo, essa colocação linguística faz toda diferença na vida das Crianças, por preceito bíblico. No, é algo de muita responsabilidade que Deus confere aos pais, haja vista esse termo no, dentro de, exigir uma ação de exemplo, isto é: Ensinar o que Faz, situar-se dentro do próprio ensinamento. 

2. Evangelizando o Cônjuge – A Palavra de Deus é rica em oferecer condições de se ganhar tanto o esposo quanto a esposa para Jesus. Para os homens o apóstolo Paulo bem ensina em (1.Co 7.12-14; Ef 5.25; 1Pe 3.7; Gl 5.22).
Para as mulheres - esposas que por não ter o marido salvo vivencia o peso do jugo desigual, a Palavra de Deus também ensina em 1Pe 3.1-6, onde é aberto um leque de possibilidades que se a mulher sábia seguir com determinação, amor, prudência e sobriedade, sem dúvida alguma, pelo exemplo conduzirá o seu esposo aos pés da cruz e aos braços do Salvador:

Simplesmente, pela sua obediência, seu porte cristão, sua doçura nas palavras, sua forma de conduzir o lar em harmonia seja qual for a circunstância, e sobretudo, pela sua beleza interior, algo que ele, marido, só encontrará em você, mulher que tem vida de exemplo e profunda intimidade com Deus. É simples, é possível, é viável.

3. Evangelizando os Parentes – Os Parentes podem ser ganhos para Cristo não só pela pregação do Evangelho. O bom testemunho da Família, é a maior chave para trazer os demais parentes à salvação e conduzi-los a desfrutar das riquezas da vida cristã (At 16.31; 10.24; Js 6.23,24).

Mas o Plano da Salvação de Deus para o ser humano, afastado dele pelo pecado dos nossos pais primitivos – Adão e Eva (Gn 3.8-21), precisa e deve ser ensinado para todos, quer sejam familiares ou não.

Pode-se afirmar que a fé se aprende. E diz a Bíblia Sagrada: Ela vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). Portanto, a fé não é algo aleatório. No entanto, segundo determina os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação do homem moderno, aprender implica em:

a) Conhecer, no caso, a Palavra de Deus, o que acontece na Escola Dominical, no Círculo de Oração Infantil, no Culto Infantil, no Discipulado Infantil, e, mas, sobretudo dentro (no) Lar, pelo Culto Doméstico e a vida diária, nos relacionamentos familiares, na forma comportamental dos pais em relação a Igreja, a própria Família e a Sociedade.

b) Pensar, isto é analisar, refletir e avaliar se aquilo que o ensinam pela Palavra de Deus, é real no mundo e nas ações de quem o está levando a Conhecer. E daí, pais, professores e líderes da igreja, a Criança vai cobrar e vai reproduzir, nosso exemplo, nosso exemplo e nosso exemplo. Somos responsáveis pelo resultado da Aprendizagem dos nossos filhos, alunos e toda essa Geração Descartável por não estarmos cumprindo o nosso verdadeiro papel.
Evangelho é vida, Evangelho é exemplo.
 Só levar a Conhecer Jesus, no mundo atual, não está sendo mais suficiente para que as pessoas se convertam e adquiram Valores Cristãos que lhes proporcionem força, ousadia e autonomia para estar sempre preparado para responder com mansidão e temor, a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em si (1Pe 3.15) e dizer:  

Mudar de vida através de aceitar o Evangelho, é bom pra mim, é bom prá você também, amigo. Eu quero isso para minha vida. Vem. Eu posso te ajudar através desse meu novo Estilo de Vida.

É fácil, é prazeroso. A única coisa que precisas fazer é de verdade, confessar Jesus publicamente, aceitando-o como teu Salvador. E a partir daí um novo horizonte vai surgir para o teu viver.

c) Fazer em nosso caso, conforme a Palavra de Deus orienta, exorta, ensina. E outra vez aqui estamos nós com a responsabilidade de não só levar a Criança a Conhecer, e a Pensar, com uma situação séria e comprometida: Fazer, agir conforme o que ensinamos para que possamos ser o referencial do Fazer daqueles que estão sob nossa custódia de aprendizagem (filhos, alunos, netos, familiares, vizinhos, o mundo inteiro).

O mundo todo possui uma lente de longo alcance sobre nós que nos dizemos pais evangélicos cristãos, professores da Casa de Deus, em qualquer Departamento que exerçamos liderança e sem dúvida alguma no Ministério da Igreja.

d) Ser no nosso caso, como Deus quer, como Deus deseja, fazer a sua vontade, agradando-o e sobretudo cumprindo a Grande Comissão que é  uma etapa avançada da Aprendizagem de tantos quantos estão sob nossa responsabilidade como líderes da Família e da Igreja.

Conclusão: A nossa família deve ser o nosso primeiro campo missionário. De que adianta ganharmos o mundo para Cristo e termos a nossa família distanciada de Deus, sem salvação (M 5.19). Uma família salva sempre terá motivos para falar de Cristo onde quer que ela se encontre. Entre os parentes, os amigos, na rua, nos coletivos, na escola, na faculdade, na academia, em toda parte.
O exemplo fala mais alto do que as palavras, e é peculiar do salvo ter o seu falar, o seu linguajar, o seu fazer, inerente de quem é luz do mundo e sal da terra (Mt 5.13-16).
                             O próprio Jesus ao proferir o Sermão da Montanha afirmou:
[... porque da abundância do seu coração fala a boca].Lucas 6.45.

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 3º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Claudionor de Andrade
ANDRADE, Claudionor de. O Desafio da Evangelização – Obedecendo ao Ide do Senhor Jesus de levar as Boas Novas a toda Criatura. CPAD. RJaneiro 2016
GEISLER Norman L. Ética Cristã – Opções e Questões Contemporâneas – Editora Vida Nova.São Paulo, 2010
KOSTENBERGER Andreas J e JONES, Com David  W. Deus: casamento e Família – Reconstruindo o Fundamento Bíblico. Edições Vida Nova, São Paulo 2011
FRAME John M.A Doutrina da Vida Cristã – Como viver num mundo caído, mas em comunhão com o Deus Vivo. Editora Cultura Cristã. São Paulo, 2013

VEITH, Edward Gene. Tempos Pós-Modernos: Uma aviação cristã do pensamento e da cultura da nossa época. Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1999