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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Video da Lição 7 Jovens - O Papel da Esposa na Família

Deus criou a mulher para ser adjutora (Gn 2.18), ou seja, ela deveria exercer função auxiliar junto ao marido. Essa regra foi determinada há milhares de........

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Lição 06 - A Lei, a Carne e o Espírito - 08.05.16 - EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 7. 1-15
Reflexão: A luta contra a carne e o espírito é uma realidade na vida de todo crente, mas a dependência da graça de Deus fará com que tenhamos uma vida vitoriosa.

Em Romanos 7.1-6, o apóstolo Paulo mostra que tem grande apreço pela lei de Deus, porém, não vê nela um único instrumento capaz de salvar o homem.

Aqui o apóstolo apresenta o seu conceito relacionado com as duas alianças, na Antiga Aliança a lei teve uma função específica mesmo que fosse apenas para apontar os pecados e atrair a ira divina, porém, na Nova Aliança essa função não existe mais.

Por uma razão simples, porque a lei apontava para Cristo o Messias e ele havia chegado. Aqui o apóstolo faz uma analogia do casamento.
Os crentes romanos tinham conhecimento que enquanto a mulher estava casada ela era sujeita ao seu marido, porém, morto o marido ela estava livre para casar-se com quisesse, pois estava livre da lei do marido.

Assim, dizia o apóstolo: quando o crente morre para o mundo, ao aceitar Cristo como seu Salvador e Senhor, ele está livre das amarras da lei, agora ele pertence a Cristo (Rm 7.4).

O crente foi liberto da lei, para viver debaixo de outra lei, a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus, que liberta da lei do pecado e da morte.
Em Romanos 7.7-25, consideraremos as três leis relacionadas. A primeira das três leis é a lei de Deus, a segunda lei é a lei do nosso entendimento e a terceira lei é a lei do pecado.
“Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: não cobiçarás” (Rm 7.7).

Este versículo deixa bem claro que a lei nos dá o conhecimento do pecado, pois, a lei expõe o pecado e o identifica como pecado.

“Mas, o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque sem a lei está morto o pecado” (Rm 7.8).

O pecado utiliza a lei e a lei ajuda o pecado a operar em nós. Pois a lei não foi dada para nos ajudar, sem lei, ou a parte da lei, está morto o pecado.
“Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri” (Rm 7.9).

Antes que viesse a lei, o pecado estava adormecido. Todavia, quando a lei apareceu, o pecado foi estimulado e avivado.

“E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte” (Rm 7.10). Embora a lei devesse ser para a vida.

“Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento me enganou e me matou” (Rm 7.11).
O pecado é o que mata e a lei é o instrumento para matar. O pecado, usando a lei, primeiramente nos engana e depois nos mata.
Desde que os atos de matar e enganar, são certamente o comportamento de uma pessoa, devemos considerar o pecado como a personificação de tudo aquilo que é má.

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo e justo e bom.” (Rm 7.12). Não há problema referente à natureza da lei.

A natureza, a essência da lei é santa, justa e boa. “Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum; pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte; a fim de que pelo mandamento se mostrasse sobremaneira maligno” (Rm 7.13).

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado” (Rm 7.14). Esta frase, “vendido sob o pecado,” significa vendido ao pecado.

O pecado é o que compra. “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço; mas o que aborreço isso faço” (Rm 7.15).

“Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita em mim” (Rm 7.16,17).

Paulo diz que não é mais ele que faz o que não quer fazer, mas o pecado que habita dentro dele. “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum; pois, o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo” (Rm 7.18).
“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, isso faço (Rm 7.19).

Esse versículo prova que há bem em nós, pois, realmente temos uma boa vontade. Uma vontade de fazer o bem, todavia, somos incapazes de praticar o bem que desejamos fazer.

“Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e, sim, o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim” (Rm 7.20,21).

O versículo 21, menciona a lei que opera sempre que desejamos fazer o bem. Essa lei é o mal, pois sempre que tentamos fazer o bem, o mal está presente em nós.

A palavra mau é a mesma palavra que pode ser traduzida como maligno em Mateus 6.13, e 1João 5.19.

“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei que guerreia contra a lei da minha mente, que me faz prisioneiro do pecado que está nos meus membros” (Rm 7.22.23).

Desde que esta lei está nos nossos membros, e nossos membros são
 parte de nossa carne, nosso corpo caído, isso significa que em nossa carne está uma outra lei, e essa lei guerreia contra a lei de nosso entendimento.

Dissemos no início que em Rm 7.7-25: vemos três leis e é possível para nós as localizarmos.  Primeiro, a lei de Deus que é justa, boa, santa e espiritual.
Essa lei está fora do nosso ser ou acima de nós. Essa é a lei de Deus, que faz muitas exigências e requer muito do homem caído para que ele possa ser exposto (Rm 7.7-11, 12, 14, 16).

A lei do meu próprio entendimento – essa lei está no nosso ser e pode sofrer influência de nosso ego, isto é, nossa natureza caída.

Sempre que a lei de Deus coloca uma exigência sobre nós, essa lei no nosso entendimento responde a ela.

Se a lei de Deus diz: “Honra a seus pais”, essa lei que está em nós imediatamente responde: Amém, eu farei isso. Eu honrarei meus pais.

Depois temos a lei do pecado e da morte, contudo, em nossos membros há uma terceira lei, a lei do pecado, que guerreia contra a lei do nosso próprio entendimento.

Como temos visto, a lei do pecado está nos membros do nosso corpo caído, a carne (Rm 7.17,18,20,23). Ela constantemente guerreia contra a lei do nosso próprio entendimento e nos torna um homem cativo (Rm 7.23).

Romanos 7 descreve a experiência de Paulo antes de ele ser salvo, embora existem grandes polêmicas entre os estudiosos de Romanos, sendo que alguns entendem que esta era a sua situação de vida mesmo depois de salvo, conforme a opinião do comentarista desta lição, pastor José Gonçalves.

Mas, Dr M. Lloyd Jones, em seu comentário aos Romanos assegura que isto faz parte da vida de Paulo ainda antes de ele conhecer a Cristo, com que concordamos plenamente.

Pois, Romanos 7, relata a experiência de Paulo antes de ele ser salvo. Em Rm 7.24, Paulo diz: “Miserável homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte!”

E em Rm 8.1,2, ele diz “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Rm 8.1,2, prova que a experiência narrada em Rm 7.7-24, ocorreu antes de Paulo ser salvo.

Não é a sua experiência presente porque ele diz que agora nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus.
Assim, a experiência de Rm 7.7-24 ocorreu antes de Paulo estar em Corinto; era sua experiência antes de ser salvo.

Em Rm 6.6, o nosso corpo caído é chamado “o corpo do pecado”, mas em Rm 7.24 é chamado “o corpo desta morte”.

O corpo do pecado significa que o corpo é habitado, ocupado, possuído e utilizado pelo pecado. Assim ao pecar, o corpo é ativo, capaz e cheio de força.

Paulo afirma “Digo porém: andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.

Porque a carne cobiça contra o Espírito e o Espírito contra a carne. E este opõe-se um ao outro para que não façais o que quereis” (Gl 5.16,17).
Esta é a guerra entre a carne e o Espírito. A carne e o Espírito são contrários um ao outro.

Isso prova que, embora andemos em espírito continuamos tendo concupiscências da carne, e que nossa carne mantem-se inimiga do Espírito.
Jesus disse: “O que é nascido da carne é carne” (Jo 3.6).

Carne é carne e nada pode mudar sua natureza. Nunca aceite o ensinamento de que depois que você aceitou Cristo como Salvador sua carne foi melhorada.

Gl 5.24 diz “Que os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências”. Este é o único meio de atenuar os efeitos da carne em sua luta contra o Espírito.


Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
 GONÇALVES. José. Maravilhosa Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento com Recursos Adicionais. Editora Central. RJaneiro, 2010
CHAMPLIN. R.N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Editora Hagnus. SPaulo, 2002
DYKE, Fred Van, e outros.A Criação Redimida – A base Bíblica para a Mordomia Ecológica. Edit. Cultura Cristã. Spaulo 1999
ERICKSON, Millard J. Teologia Sistemática. Edições Vida Nova. SPaulo, 2015
CHAFER, Lewis Sperry – Teologia Sistemática. Vl 7 & 8. Editora Hagnos. SPaulo, 2003
GOPPELT. Leonhard – Teologia do Novo Testamento Vls 1 e 2 – Editora Sinodal Vozes. R.Janeiro, 1982.
NEE Watchman. O homem Espiritual. Vls 1,2,3. Editora BetâniaBelo Horizonte, 2002
SILVA, Severino Pedro da. O Homem – Corpo, Alma e Espírito: A natureza humana explicada pela Bíblia. CPAD. RJaneiro, 2001
WOLF. Hans Walter. Antropologia do Antigo Testamento. EditoraHhagnos. SPaulo 2007
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. CPAD. RJaneiro 2012
DOUGLAS. J. D. O Novo dicionário da Bíblia. Editora Vida Nova. SPaulo 2006
RICHARDS. Lawrence. Comentário Bíblico do Professor. Editora Vida. SPaulo 2004

BARBAGLIO. Giuseppe. As Cartas de Paulo Vl 2. Edit. Loyola. São Paulo, 1991.

Vídeo da Lição 6 - A Lei, a Carne e o Espírito

Este capítulo trata a respeito da libertação da Lei. Para que os romanos compreendessem bem o assunto, Paulo faz uma analogia entre a Lei e o casamento.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A Maravilhosa Graça - Lição 05 - 01.05.16 - EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 6. 1-12
Reflexão: Cristo Jesus é a graça divina manifestada em forma humana.

Paulo inicia o capítulo 6 de Romanos fazendo uma refutação aos Antinomistas, que diziam, se onde abundou o pecado superabundou a graça, então quanto mais pecar quanto mais graça. Por isso diz o apóstolo:

 “Que diremos pois? permaneceremos no pecado para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como
viveremos ainda nele?... (Rm 6.1,2-6).

O que é Antinomismo? O termo significa literalmente "contra lei". Não no sentido de oposição à lei, mas no sentido de não aceitar que exista de fato alguma norma geral que seja capaz, por si mesma, de classificar a mentira como sendo certo ou errado. Talvez a palavra mais correta fosse mesmo "anomia", isto é, "sem lei, ou ausência de lei".

Antinomismo é a especulação a respeito de um problema filosófico realizada por intermédio de dois argumentos, ambos coerentes e críveis em suas formulações respectivas, mas antagônicos em suas conclusões.
O Antinomismo é a doutrina que assevera não haver mais necessidade de se pregar nem observar as leis morais do Antigo Testamento.

Sabemos que a lei cerimonial, esta, foi abolida por Cristo, mas as leis morais têm valor eterno. O Antinomismo foi um dos principais inimigos da graça nos dias de Paulo, e ainda continua sendo em nossos dias.

Outro grande inimigo da graça é o legalismo. A palavra "legalismo" é usada por alguns cristãos evangélicos para descrever uma posição doutrinária que apresenta um conjunto de regras e prescrições para alcançar a salvação e o crescimento espiritual. Os Legalistas admitem a necessidade de ter uma aceitação rigorosa e literal a essas regras e prescrições.

De acordo com a Palavra de Deus essa posição é contrária à graça de Deus. Aqueles que defendem tal posição podem até deixar de entender o verdadeiro propósito da lei, principalmente da lei de Moisés no Velho Testamento, a qual é um guia para nos conduzir a Cristo (Gálatas 3:24).

Em relação à visão de alguns, legalismo é o oposto de ser gracioso. Dessa forma conforme estes afirmam até crentes podem ser legalistas.
O apóstolo Paulo, no entanto, nos admoesta a ser graciosos uns com os outros: "Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões" (Romanos 14:1).

É lamentável o fato de que alguns defendem sua posição escatológica de uma forma tão contundente que terminam eliminando outras pessoas de sua comunhão antes de conceder-lhes o direito de expressar sua própria opinião. Isso também se denomina Legalismo.

O Antinomismo e o Legalismo são inimigos da graça de Deus (Rm 6.15-19; Ef 2.8-10). A graça destrói o domínio do pecado porque o pecado é como um tirano impiedoso que não poupa os seus súditos. Ele reinou desde eu entrou no mundo e seu domínio parecia não ter fim.
Mas a graça de Deus destrói todo domínio do pecado (Rm 6.6-10). Podemos dizer que a graça é o auxílio divino e a força que recebemos por meio da Expiação de Jesus Cristo. Por meio da graça, somos salvos do pecado e da morte.
Além disso, a graça é um poder capacitador que nos fortalece a cada dia e nos ajuda a perseverar até o fim. É necessário esforço de nossa parte para receber a plenitude da graça do Senhor. ...”Porque onde o pecado abundou superabundou a graça; (Rm 5.20b).
A Bíblia nos mostra dois tipos de graça: A graça comum e a graça salvadora.
A graça comum – Segundo afirma Hernandes Dias Lopes, um dos principais frutos da graça comum são as muitas bênçãos naturais que os seres humanos recebem nesta vida presente.
Quanto a esse fruto em particular, a graça comum pode ser definida como aquelas bênçãos gerais, como a chuva e o fulgor do sol, o alimento e a bebida, a vestimenta e o teto, as quais Deus concede a todas as pessoas sem relutância ou discriminação.
Embora muitos façam pouco caso das bênçãos de Deus, ainda assim eles recebem abundantes provas da bondade do Senhor todos os dias, mesmo que eles não sejam eficazmente chamados para a salvação.

Há várias passagens bíblicas revelando que Deus derrama suas bênçãos sobre todas as pessoas sem exceção, isto é, sobre justos e injustos, eleitos e não eleitos, como por exemplo: Gn 17.18,20; 39.5; Sl 36.6; 104.16-30; 145.9,15,16; Jn 4.10,11; Mt 5.44,45; Mc 8.2; Lc 6.35,36; At 14.16,17; 1Tm 4.10. Essas dádivas vêm como bênçãos não só para os bons, mas também para os maus.

A graça de Deus é um favor concedido a pecadores indignos. Deus não nos amou, escolheu, chamou e justificou por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. A causa da salvação não está no homem, mas em Deus; não está no mérito do homem, mas na graça de Deus, não está naquilo que fazemos para Deus, mas no que Deus fez por nós.
Deus não nos amou porque éramos receptivos ao seu amor, mas amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Deus nos escolheu não por causa da nossa fé, mas para a fé; Deus nos escolheu não porque éramos santos, mas para sermos santos; não porque praticávamos boas obras, mas para as boas obras; não porque éramos obedientes, mas para a obediência.
A graça de Deus não é o resultado das obras, mas as obras são o resultado da graça. Graça e obras estão em lados opostos. Não podem caminhar pela mesma trilha como a causa da salvação.

A graça salvadora – Aqueles que se esforçam para alcançar a salvação pelas obras rejeitam a graça e aqueles que recebem a salvação pela graça não podem ter a pretensão de contribuir com Deus com suas obras.

A salvação é totalmente pela graça, mediante a fé, independente das obras. As obras trazem glória para o homem; a graça exalta a Deus. A graça desemboca nas obras e as obras proclamam e atestam a graça. As obras são o fruto e a graça a raiz.

As obras são a consequência e a graça a causa. As obras nascem da graça e a graça é refletida através das obras. A graça de Deus é recebida pela fé e não por meio das obras. A salvação que a graça traz em suas asas é recebida pela fé e não por meio das obras.

Não somos aceitos diante de Deus pelas obras que fazemos para Deus, mas pela obra que Cristo fez por nós na cruz. A fé não é meritória, é dom de Deus. A fé é o instrumento mediante o qual tomamos posse da salvação pela graça. O apóstolo Paulo sintetiza este glorioso ensino, em sua carta aos Efésios:

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.8-10).

Os pensamentos se transformam em hábitos; os hábitos se transformam em caráter e o caráter determina o destino.

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
 GONÇALVES. José. Maravilhosa Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento com Recursos Adicionais. Editora Central. RJaneiro, 2010
CHAMPLIN. R.N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Editora Hagnus. SPaulo, 2002
DYKE, Fred Van, e outros.A Criação Redimida – A base Bíblica para a Mordomia Ecológica. Edit. Cultura Cristã. Spaulo 1999
ERICKSON, Millard J. Teologia Sistemática. Edições Vida Nova. SPaulo, 2015
CHAFER, Lewis Sperry – Teologia Sistemática. Vl 7 & 8. Editora Hagnos. SPaulo, 2003
GOPPELT. Leonhard – Teologia do Novo Testamento Vls 1 e 2 – Editora Sinodal Vozes. R.Janeiro, 1982.
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. CPAD. RJaneiro 2012
RICHARDS. Lawrence. Comentário Bíblico do Professor. Editora Vida. SPaulo 2004

BARBAGLIO. Giuseppe. As Cartas de Paulo Vl 2. Edit. Loyola. São Paulo, 1991.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Video da Lição 5 - A Maravilhosa Graça


Nesta lição vamos abordar a respeito da nova vida em Cristo. O apóstolo mostra que o nosso velho homem já foi crucificado com Cristo. Não somos mais escravos..