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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Video da Lição 5 de Jovens - Deixando Pai e Mãe

O primeiro mandamento de Deus para o homem (não o maior mandamento) é que, antes de casar, deve deixar seus ....

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Lição 04 - Os Benefícios da Justificação - 24.04.16 - EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
2º. Trimestre 2016
Romanos 5. 1-12
Reflexão: A justificação pela fé em Cristo nos libertou de Adão, símbolo do velho homem, para nos colocar em Cristo, onde fomos feitos uma nova criação.

A justificação é uma declaração de Deus a respeito do cristão, de que ele foi feito para sempre justo e aceitável diante de Deus.

Para que algo assim seja declarado deve haver uma realidade inalterável sobre a qual possa repousar. Essa base é a posição á qual o cristão foi trazido pela graça de Deus.

Todos a quem Deus predestinou são chamados, e todos os que são chamados são justificados, e todos os que são justificados o são agora glorificados (Rm 8.29,30).

Deus não condena aquele que antes justificou (Rm 8.33). Na verdade, quatro grandes realidades que dão suporte devem ser mencionadas a esta altura: “Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes, quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

Assim, o estado de justificação deve ser imutável visto que a base sobre o qual ele repousa é assim segura para sempre.

Do cristão, contudo, é revelado que: ele é uma nova criação. “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. Mas, todas as coisas provêm de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da conciliação” (2Co 5.17,18).

Ele é tornado justiça de Deus através do estar em Cristo. “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1.30).
“Aquele que não conheceu o pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fossemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21; Fp 3.7-9).

Ele é aperfeiçoado para sempre. De acordo com Hb 10.14, o cristão é aperfeiçoado para sempre na posição de cristão, embora não ainda na vida diária.

Ele tem a plenitude de Cristo. Além do mais, está em Cristo, como todas as pessoas salvas estão pelo batismo do Espírito. Significa que a plenitude de Cristo se torna posição inalterável deles.

Considere com cuidado especial as espantosas declarações que tratam disto: “Pois todos nós recebemos da sua plenitude e graça sobre graça” (Jo 1.16).

“Porque aprouve a Deus que nele habitasse toda plenitude” (Cl 1.19).
“Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade, e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade” (Cl 2.9,10).
“Está completo nele” E’ apenas uma afirmação de João 1.16.

Uma pessoa não pode assim estar perfeitamente em Cristo (1Co 12.13), e não participar de tudo que Cristo é.
O termo grego para justificação é derivado do verbo grego dikió, que significa absorver ou ser declarado justo (Rm 4.2; 5.1).

Trata-se de uma terminologia legal, usada para fazer referência a um veredito favorável a um julgamento. A palavra descreve a configuração de uma corte, onde Deus preside como juiz, determinando a fidelidade de cada pessoa em relação à lei.

Na primeira seção de Romanos, Paulo deixa claro que ninguém pode escapar do julgamento divino (Rm 3.9-20).

A lei não serve para justificar os pecadores, mas para expor os seus pecados. Para remediar essa deplorável situação, Deus enviou seu Filho Jesus Cristo para morrer pelos nossos pecados. Quando cremos em Jesus, Deus imputa a nós a sua justiça, declarando-nos justos diante dele (Rm 5.12).

Um homem, isto é, Adão – através dele entrou o pecado no mundo. O pecado trouxe a morte. Como consequência do pecado é que a morte tornou-se uma experiência universal.

A frase “Porque todos pecaram”, não é uma referência a qualquer pecado que alguém cometa em algum momento da vida, como se fosse alusiva aos pecados individualmente cometidos.

Paulo está conduzindo seus leitores ao início da história humana, conduzindo-os ao pecado original, aquele que acarretou a morte de todos nós.

Aqui se manifesta a unidade do gênero humano. Em Adão, todos nós pecamos (1Co 29.22). O resultado é a morte física e espiritual do ser humano. Todos nós herdamos de Adão a natureza pecaminosa. Além disso, como resultado do nosso pecado em Adão, nós enfrentamos um castigo comum a todos – a morte (Rm 5.13,14).

Antes da lei de Moisés ter sido determinada, o pecado humano não foi imputado. Ou seja, não foi lançado na conta de ninguém, como uma anotação em um livro.

Em outras palavras, o pecado estava presente no mundo desde Adão até Moisés, mas Deus não levava em conta os pecados cometidos, antes do estabelecimento da lei. Pois, não havia nenhuma legislação que pudesse ser obedecida, ou desobedecida.

Todos aqueles que viveram depois de Adão e antes de Moisés não cometeram quaisquer transgressão, pois não havia qualquer regulação semelhante a lei de Moisés, estabelecida para eles.

Mas eles pecaram, e a forma pela qual pecaram é que a morte também reinou sobre eles (Rm 5.15). Através de um só homem, Adão, veio a morte.

Mas através de um só homem, Jesus Cristo – veio a graça e o dom da vida de Deus, a vida eterna foi concedida.  
A condenação veio ao mundo através de Adão. A palavra é alusiva à punição que segue uma sentença judicial.
Assim, por intermédio de Cristo, recebemos o dom gratuito de Deus, que resultou na nossa justificação. Ou seja, o objetivo ou meta do dom é a justificação ou retribuição de retidão (Rm 15.18).

A mesma palavra é traduzida por “ato de justiça” (Rm 5.17). Quando a morte reina, há destruição, quando Cristo reina, somos guiados á vida eterna e passamos a compartilhar sua glória.

Por meio de Adão veio a condenação, por meio de Cristo veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida, ou seja, a justificação que produz como resultado a vida.

Existem muitas controvérsias nessa porção da carta aos Romanos. Essa talvez seja uma das passagens mais difíceis das Escrituras.

Um monge por nome Pelágio, que no ano 409 saiu de Roma para Catargo, no Norte de África, fugindo da invasão de Alarico, ensinava, que Deus não atribui ao homem nem a natureza pecaminosa de Adão, nem a culpa a ele imputada.

Sabemos que este ensino é uma heresia e foi combatida por todos os pais da igreja, inclusive Agostinho de Hipona. Pois, se assim fosse, não teria sido necessária a morte de Cristo.

Jacó Armínio, um pastor da igreja holandesa reformada, afirmava que Deus atribui a corrupção do pecado de Adão ao homem, mas não a culpa, no sentido de “culpabilidade”.

A posição calvinista se baseia numa compreensão muito séria e bem literal das declarações de Paulo em Rm 5.12-19, que afirma que o pecado entrou no mundo por intermédio de Adão, e a morte através do pecado, de modo que ela atingiu a todos, pois todos pecaram. Pelo pecado de uma só pessoa, todos pecaram.

Milard J. Erickson, em sua teologia sistemática enfatiza que Paulo está falando dos pecados pessoais de todos os seres humanos.

Todos pecaram como indivíduos e mediante os próprios atos incorremos na mesma culpa pessoal que Adão incorreu, por causa do seu ato.

Portanto, a oração poderia ser assim traduzida, desse modo, a morte veio a todos os homens, pois todos pecaram, em consonância com o princípio das responsabilidades pelos atos pessoais e somente por Eles.

O sentido seria que todos morrem porque todos são culpados, e todos são culpados porque cada um pecou por responsabilidade própria.
 Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 2º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.José Gonçalves.
 GONÇALVES. José. Maravilhosa Graça – O Evangelho de Jesus revelado na Carta aos Romanos. CPAD. RJaneiro 2016
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico – Novo Testamento com Recursos Adicionais. Editora Central. RJaneiro, 2010
CHAMPLIN. R.N. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Editora Hagnus. SPaulo, 2002
DYKE, Fred Van, e outros.A Criação Redimida – A base Bíblica para a Mordomia Ecológica. Edit. Cultura Cristã. Spaulo 1999
ERICKSON, Millard J. Teologia Sistemática. Edições Vida Nova. SPaulo, 2015
CHAFER, Lewis Sperry – Vl 7 & 8. Editora Hagnos. SPaulo, 2003
GOPPELT. Leonhard – Teologia do Novo Testamento Vls 1 e 2 – Editora Sinodal Vozes. R.Janeiro, 1982.
RICHARDS. Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. CPAD. RJaneiro 2012

BARBAGLIO. Giuseppe. As Cartas de Paulo Vl 2. Edit. Loyola. São Paulo, 1991.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Vídeo da Lição 4 Jovens - Preparando-se para Construir uma Família.1

O propósito de Deus na vida do seu povo, em regra, é que ninguém esteja só, não obstante alguns, por escolha própria ou determinação de Deus, não…

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vídeo da Lição 04 - EBD Jovens - Preparando-se para Construir uma Família

                                                 Preparando-se para Construir uma Família
                                                          Jovens de 18 a 25 anos

domingo, 17 de abril de 2016

O Cristão e a Política - 17.04.2016

Romanos 13.1-7
Por: Pr. João Barbosa (COMADALPE)

Reflexão: Não se deve por em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as vocações. (João Calvino – O grande reformador de Genebra)

A palavra cristão veio a existência como uma forma de escárnio aplicado aos seguidores de Cristo.
Primeiro chamaram os apóstolos de os do caminho (At 24.14). Depois os da seita do nazareno, e por fim, na cidade de Antioquia da Síria, como forma de desprezo e escárnio os chamaram de cristãos.

Essa palavra aparece em Atos 26.28, quando Paulo fazia a sua defesa perante o rei Agripa, e em 1Pe 4.16, quando a palavra cristão já tinha sido absorvida pelos seguidores de Cristo e por toda a sociedade. O apóstolo Pedro exorta os crentes a sofrerem como cristãos.

O que é Política? – É a arte ou ciência de governar; a arte ou a ciência da organização, direção, e administração de nações, estados e províncias.

A aplicação desta arte nos negócios internos da nação é chamada de política interna. Quando aplicada nos negócios externos da nação, é chamada de política externa. 

Assim temos a política de saúde, a política habitacional, a política de educação, a política social. Finalmente, uma ação política para todas as necessidades da sociedade e atendimento das demandas de um povo.

Qual deve ser o comportamento do crente para com a Política? – Segundo o sábio Salomão, quando o governo é formado de homens justos e honestos, o povo vive feliz, mas quando os líderes de uma nação são maus e desonestos, o povo chora de tristeza (Pv 29.2 BV).

Quando os bons alcançam o poder, todos festejam; mas, quando o poder cai nas mãos dos maus, o povo se esconde de medo (Pv 28.12 NTLH).
Abraão se destacou no cenário político do seu tempo. Tinha uma posição de estadista e era respeitado por todos os povos vizinhos (Gn 14.12-17; 23.3-6).

José foi um político e grande administrador dos negócios de uma das mais prósperas civilizações do vale do Nilo, o Egito. E governou no temor de Deus. Faraó disse ao seu povo que ninguém levantava a mão ou o pé, senão, por ordem de José.

Somente no trono ele era de posição inferior ao rei. Nos dias atuais, José seria chamado de Primeiro Ministro (Gn 41.38-44).
O período dos Juízes e do Reino Unido foi muito rico em engenharia política. Jeftá usou a diplomacia antes da guerra (Jz 11.1-14).

E que dizer das habilidades de Davi em uma verdadeira obra de engenharia política, que mesmo doente e acamado desfez a conspiração de Adonias, seu filho, Joabe comandante de seu exército e o sacerdote Abiatar, para usurparem o trono de Salomão (1Re 1.5-7, 18,19, 32-39).

Daniel foi profeta, político e estadista nos reinos da Babilônia e da Pérsia (Dn 6.1-3). O sacerdote Esdras e Neemias, todos exerceram cargos políticos. O crente é um cidadão da terra e do céu, portanto deve exercer os seus direitos políticos segundo preceitua as Escrituras.

Cidadão da terra – Costuma-se dizer que os três direitos básicos da cidadania são: os civis, os políticos e os sociais.

  1. Direitos Civis – Estão ligados ao que chamamos de liberdade individual. Quando as pessoas não são iguais perante a lei, ocorre uma violação dos direitos civis. A Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei. A discriminação é um crime. E é também um pecado, porque Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 10.11).
  2. Direitos Políticos – Estão relacionados ao direito que as pessoas têm de participar no governo da sociedade. Pelos diretos políticos, todas as pessoas têm o direito de votarem e serem votadas. Isto é: concorrer nas eleições e votar naqueles que estão concorrendo. Devemos agradecer a Deus, pois vivemos em um país democrático e podemos exercer nossos direitos de cidadãos ocupando os espaços constitucionais. Um dos maiores castigos aplicado a um cidadão é quando lhe são suspensos os direitos de votar e ser votado.
  3. Direitos Sociais – Permitem diminuir as desigualdades sociais e garantir a todos um mínimo de bem estar. Como cidadãos terrenos, precisamos exercer esses três direitos básicos da cidadania. Então, como cristãos seremos cidadãos plenos, tanto do Céu como da Terra.
O crente como Cidadão do Céu – Os patriarcas embora vivessem em uma terra que por juramento de Deus lhes pertencia, se consideravam como peregrinos e forasteiros, porque esperavam uma cidade que tem fundamento cujo artífice e construtor é Deus (Hb 11.13-17).

Este é o exemplo dos patriarcas que buscavam a cidadania celeste. Paulo ao escrever aos Filipenses faz uma alusão à cidadania espiritual e celeste dos membros da igreja, onde Cristo é o Senhor absoluto. Isso subentende um novo e elevado destino (Fp 3.20).

Os irmãos filipenses que tinham direito à cidadania romana, sem dúvida compreenderam bem a metáfora usada pelo apóstolo.

Dirigindo-se aos Colossenses, o apóstolo Paulo não usa a palavra cidadania, mas, fala sobre o crente como pertencente ao reino do amado Filho de Deus (Cl 1.13).

Aos crentes efésios ele diz: “Agora, já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas, concidadãos dos santos e da família de Deus” (Ef 2.19).

É de modo digno diante de Deus, da pátria, e de sua consciência e das pessoas que o cercam, que o crente como cidadão do Céu, pode plenamente exercer o seu direito como cidadão da Terra.

(Obs: Este é o primeiro artigo de uma série sobre o crente e a política).

Fontes de Pesquisa
Lição Bíblica Dominical - 3º. Trimeste 2002 - EBD CPAD
CHAMPLIN. R.N - Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia


CAVALCANTI Robson. O Cristão e a Política – Teoria bíblica e Prática Histórica. Editora Ultimato. Minas Gerais, 2002

terça-feira, 12 de abril de 2016

Vídeo da Lição 3 - Justificação, Somente pela Fé em Jesus Cristo

A "Justificação pela fé", também conhecida como sola fide, é um dos conceitos basilares do luteranismo e de todas as denominações cristãs que advém da Reforma Protestante. Pode-se dizer que esse conceito religioso foi um dos catalisadores da Reforma. Lutero inspirou-se na afirmação do apóstolo São Paulo de que "o justo viverá pela fé" (Romanos 1:17), contrariando assim a afirmação da Igreja Católica, que defendia que à fé se deviam acrescentar as boas obras a fim de se poder alcançar a salvação.