Total de visualizações de página

quinta-feira, 3 de março de 2016

Lição 10 - Milênio - Um Tempo Glorioso para a Terra - 06.03.16 – EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
1º. Trimestre 2016
Apocalipse 20.1-6; 21.9-22.7
Reflexão: O mundo conhecerá o reinado de Jesus durante o Milênio. Será um tempo de paz e harmonia jamais visto.

O Milênio envolverá o reinado espiritual e literal de Cristo. Alguns estudiosos pensam que Cristo reinará visivelmente em Jerusalém.

Grande parte das Escrituras Profética é dedicada ao Reino Milenar de Cristo. Essa Era Milenar, na qual os propósitos de Deus serão totalmente realizados na Terra, exige atenção considerável.

Vamos analisar com muito cuidado e construir com base nas próprias Escrituras, os fatos e os aspectos essenciais deste reino teocrático, sem nos importar com o que outros dizem sobre o Milênio.
Falaremos apenas aquilo que as Escrituras revelam - o nosso guia por excelência quanto à natureza e o caráter desse período.

O Milênio não é um fim, mas, somente um meio para que se chegue ao Estado Eterno. Será um período de preparação para o Estado Eterno, uma transição do mundo antigo para o novo mundo – da antiga criação para a nova (Ap 21 – 22).

A terra inteira será renovada (Is 11.6-9). A paz e a santidade governarão juntas (Is 2.3,4). Toda a vida em seus aspectos científico, social e espiritual terão progressos impressionantes. O mal, só esporadicamente aparecerá e será duramente punido (Is 65.20).

A duração da vida dos homens será grandemente aumentada, e o mal retornará uma vez mais por um breve espaço de tempo, sendo rapidamente punido (Is 65.20).

Quando Cristo retornar em Glória, ele punirá o Diabo e seus anjos, lançará o Anticristo e o Falso Profeta vivos, no Lago de Fogo e aprisionará Satanás no abismo (Ap 19.17-21; 20.1-3).
E então, reinará no Monte Sião (Jerusalém terrena). Ao fim do Milênio haverá o castigo dos ímpios perante o Grande Trono Branco (Ap 20.11-15), seguido pelo Novo Céu e pela Nova Terra (Ap 20.21,22; Is 24 – 27).

Essas referências citadas são chamadas de o pequeno Apocalipse de Isaias.
Isaias 24 representa uma previsão do Dia do Senhor, e é uma versão resumida de Ap 6 – 19. Is 25 6 – 9 antecipa um reino eterno que corresponde a Ap 21 – 22 (O Novo Céu e a Nova Terra).

Entre essas duas passagens está Is 24. 21-23. Durante o período de mil anos, Cristo regerá as nações com vara de ferro (Ap 12.5; 2.26,27; Sl 2.9). Alguns pecadores serão julgados e morrerão durante o Milênio (Is 65.20). E no final do Milênio, quando Satanás for solto por um pouco de tempo, promoverá uma grande rebelião que será esmagada pelo Senhor (Ap 20.7-10).

Porém, o Novo Céu e a Nova Terra serão inteiramente livres do pecado e da morte. “Deus limpará de seus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21.4).

O que diz a Bíblia sobre o Milênio? – Grande parte das profecias do AT dedica-se ao Milênio mais que qualquer outro assunto. Essa Era Milenar, na qual os propósitos de Deus serão realizados na terra, exige atenção considerável.
Esse período verá o cumprimento completo de todas as alianças que Deus fez com Israel.

1. Aliança abraâmica – As promessas a respeito da terra e da descendência serão cumpridas na Era Milenar (Is 10.21,22;43.1; 65.9; Jr 30.22; 32.38; Ez 34.24, 30, 31; Mq 7.18-20; Zc 13.9; Ml 3.16-18).

2. Aliança davídica – As promessas da aliança davídica a respeito do Rei, do Trono e da Casa Real serão cumpridas pelo Messias na Era Milenar (2Sm 7.12-16; Is 11.1,2; 55.3,11; Jr 23.5-8; 33.20-23; Ez 34.23-25; 37.23,24; Os 3.5; Mq 3.78; Lc 1.31-33). Um reino milenial com Israel como cabeça das nações se baseia nestas profecias.

3. Aliança palestina – As promessas desta aliança a respeito da ocupação da Terra Prometida são cumpridas por Israel na Era Milenar (Is 11.11,12; 65.9; Ez 16;60-63; 39.28; Mq 2.12; Zc 10.6).

4. Nova Aliança – Esta aliança diz respeito a um novo coração, ao perdão dos pecados e á plenitude do Espírito Santo. São para Israel no Reino Milenar (Jr 21.31-34; 32.35-39; Ez 11.18-20; 37.26; Rm 11.26-29). A Era Milenar traz o cumprimento de todas as bênçãos de Deus a Israel.

A relação de Satanás com o Milênio – Com a Vinda de Jesus em Glória, Satanás é preso or 
mil anos (Ap 20.1-3). O deus deste século e príncipe das potestades do ar (2 Co 4.4; Ef 6.12) vem realizando sua obra com o fim de derrotar os propósitos de Deus.
Na Era Milenar a justiça divina será demonstrada (Is 11.5; 32.1,2; Jr 23.6; Dn 9.24). Será também um teste final de Deus para humanidade nas circunstâncias ideais. Todos os recursos de tentação serão tirados para que o homem mostre que ele é independente da influência satânica.
A relação de Cristo com o Milênio – Sem a presença pessoal e manifesta de Cristo, não haverá um reino teocrático. Toda Era Milenar depende de seu retorno à terra, como prometido. 

Tudo que existirá no Milênio, terá origem em Cristo. Para que o Milênio seja implantado, haverá a maior demonstração de poder sobrenatural acima de tudo que o mundo já testemunhou. O Milênio não poderá existir sem a manifestação de Cristo de quem depende toda Era Milenar.

Por isso, ele será chamado de “O renovo do Senhor” (Is 4.2); “Emanuel” (Is 7.14); “Renovo de Jessé” (Is 11.1; J 23.5; 33.15), isso se refere ao Messias segundo a carne, da descendência de Davi (Rm 1.3). “Meu servo renovo” (Zc 3.8); “Obediência até a morte” (Is 52.13-15; 53.1-12; Fp 2.5-8).
No Milênio o Messias será visto como filho de Abraão (Gn 17.19; Mt 1.1; Gl 3.16). Ele possuirá a Palestina e instituirá o Reino Milenar com a descendência de Abraão (Lc 1.32,33; Mt 1.1; Jo 5.27).

O caráter espiritual do Milênio – O Reino Milenar será essencialmente moral e espiritual. Jesus declarou a Pilatos: “O meu reino não é deste mundo” (Jo 18.36). Esse Reino, apesar de visível com um domínio universal, é também plenamente espiritual.

O propósito essencial da criação é estabelecer um reino no qual houvesse obediência completa, e voluntária da parte dos súditos de Deus.

A árvore da vida e do conhecimento do bem e do mal foi um teste de obediência (Gn 2.16,17). O Milênio será caracterizado pela santidade (Sl 98.1; Is 52.10; 63.13; Zc 2.12; Jl 3.17).

Condições durante o Milênio:
1.            As grandes beneficências do Senhor Jesus Cristo serão derramadas sobre á terra durante o Milênio.

2.            Paz. Haverá a cessação de todo tipo de guerra, e todos os reinos do mundo serão unificados. Haverá prosperidade econômica e social sem precedente, visto que as nações não terão mais exércitos para guerrear (Is 2.4; 9.4-7; 11.6-9; 32.17,18; 33.5,6; 65.25; Os 2.18; Mq 4.2,3; Zc 9.10).

3.            A plenitude da alegria será a marca da Era Milenar (Is 9.3,4; 12.3-6; 25.8,9; Zc 8.18,19; 10.6,7).

4.            O reino teocrático será um reino santo, porque o rei e seus súditos manifestarão a santidade (Is 1.26,27; 4.3,4; 29.18-23; 31.6,7; 35.8,9; 60.21; 61.10; Jr 31.23; Sf 3.11,13; zc 8.3; 13.1,2). O Milênio será um Reino glorioso (Is 24.23; 4.2; 40.5; 60.1-9).

5.            Consolo. No Reino Milenar o Rei ministrará pessoalmente a todas as necessidades para que haja pleno consolo naquele dia (Is 12.1,2; 29.22,23; 30.26; 40.1,2; 49.13; 51.3; 61.3-7; 66.13,14; Jr 31.23-25; Sf 3.18-20; Zc 9.11,12; Ap 21.4).

6.            Justiça. No reino Milenar haverá a administração de justiça (Is 9.7; 11.5; 32.16; 42.1-4; 65.21-23; Jr 23.5; 31.23;).

7.            Conhecimento. No reino Milenar haverá pleno conhecimento. O ministério do Rei levará os súditos do reino ao pleno conhecimento. Haverá um ensinamento sem precedente do Espírito Santo (Is 11.1,2,9; 41.19,20; 54.13; Hc 2.14;).

8.            Instrução. Esse conhecimento será dado pela instrução (prática), que emana do Rei (Is 2.2,3; 12.3-6; 25.9; 29.17-24; 30.20,21; 32.3,4; 49.10; 52.8; Jr 3.14,15; 23.1-4; Mq 4.2).

9.            Retirada da maldição. No Milênio será retirada toda a maldição da terra, de modo que haverá produtividade abundante na terra. A criação animal será transformada, os animais nocivos perderão o veneno e a verocidade (Gn 3.17-19; Is 11.6-9; 35.9; 65.25).

10.         Extinção das doenças. No Milênio toda a doença será eliminada. O ministério de curas do Rei será observado em toda a Era Milenar; assim a doença e até mesmo a morte exceto como medida de castigo de pecado público (Is 33.24; 65.20; Jr 30.17; Ez 34.16).

11.         Cura de toda a deformação. Acompanhando o ministério de cura do Rei, haverá a eliminação de toda a deformação física (Is 29.17-19; 35.3-6; 61.1,2; Jr 31.8; Mq 4.6,7; Sf 3.19).
12.         Proteção. Haverá uma obra sobrenatural de proteção à vida na Era Milenar, por intermédio do Rei (Is 41.8-14; 62.8,9; Jr 32.27; 23.6; Ez 34.27; Jl 3.16,17, Am 9.15; Zc 8.14,15; 9.8; 14.10,11).

13.         Liberdade em relação à opressão. No Reino Milenar não haverá opressão social, política, nem religiosa naquele dia (Is 14.3-6; 42.6,7; 49.8,9; Zc 9.11,12).

14.         Longevidade. O tempo de vida será prolongado (Is 65.20).

15.         Crescimento demográfico. Os santos que entrarem no Milênio com seus corpos naturais (os judeus e os gentios que escaparam da grande tribulação que não receberam o sinal da besta nem na sua testa, nem em suas mãos; e reinarão com Cristo em corpo natural). Estes, terão filhos durante este período. A população da terra aumentará grandemente, mas os nascidos no Milênio ainda possuirão a natureza pecaminosa; logo, a salvação será necessária (Jr 30.20; 31.29; Ez 47.22; Zc 10.8).

16.         Trabalho. O Milênio não será caracterizado pela inatividade. Mas à semelhança do Éden antes da queda, quando o homem se ocupava em guardar o jardim e lavrar a terra, para tirar o seu sustento, assim será no Milênio (Gn 2.15). O Milênio será uma sociedade plenamente produtiva, a qual suprirá todas as necessidades dos súditos do Rei (Is 62.8,9; 65.21-23; Jr 31.5; Ez 48.18,19).

17.         Aumento da luz. O Milênio verá um aumento da luz solar e lunar sobre a terra. Esse aumento da luz será a causa da produtividade da terra (Is 4.5; 30.26; 60.19,20; Zc 2.5).

18.         Línguas unificadas. Toda língua se unirá na adoração a Deus e ao Messias (Sf 3.9; Is 45.23; 52.1, 7-10; 66.17-23; Zc 13.2; 14.16; 8.23; 9.7; Ml 1.11; Ap 5.9-14).

19.         Presença manifesta de Deus. Deus estará presente, e sua presença será plenamente conhecida, e a comunhão com ele será experimentada em uma dimensão sem igual (Ez 37.27,28; Zc 2.2,10-13; Ap 21.3).

20.         Plenitude do Espírito. A presença e a capacitação divina será uma experiência de todos que estiverem sujeitos a autoridade do Rei, durante o Milênio (Jl 2.28,29; Ez 11.19,20; 36.26,27; 37.14; 39.29; Is 32.13-15; 42.1; 44.3; 59. 19,21; 61.1)
.
21.         Perpetuidade do Estado Milenar. Apesar de ser um Reino Milenar terreno, não será um período temporário, mas, eterno (Jl 3.20; Am 9.15; Is 51.6-8; 60.19.1; 61.8; 32.40; Dn  9.24; Os 2.19-23).

O Estado Milenar será perpetuado, pois logo em seguida virá o Juízo Final e o Estado Eterno (Jl 3.20; Am 9.15; Is 51.6-8; 55.3,13; 60.19,20; Dn 9.24; Os 2.19.20; Lc 1.31,33)
.
Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 1º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Elinaldo Renovato
RENOVATO Elinaldo. O Final de Todas as Coisas – Esperança e Glórias para os Salvos. CPAD. RJaneiro 2015
HOEKEMA. A. Anthony. A Bíblia e o Futuro – Escatologia Futura e Escatologia Realizada – 3ª. Edição. Editora Cultura Cristã. SPaulo,2012.
PENTECOST. J. Dwight. Manual de Escatologia – Uma análise detalhada dos eventos futuros. 8ª. Edição. Edit. Vida. São Paulo, 2010.
WALVOORD John F. Todas as Profecias da Bíblia. Edit. Vida, SPaulo, 2012
OLSON N. Lawrence. O Plano Divino Através dos Séculos. CPAD. RJaneiro, 1979.
HAYE. Tim. Bíblia de Estudo Profética. Editora Hagnus. São Paulo, 2005.
GEISLER Norman. Teologia Sistemática: Vl 2. Pecado – Salvação. A Igreja –As Últimas Coisas. SBB – Rio de Janeiro 2010
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática – Atual e Exaustiva. Editora Vida Nova. SPaulo, 1999
Hamplin, R.N, Ph.D. Enciclopédia de Biblia, Teologia e Filosofia Vl 4. Edit. Hagnus, SPaulo.
COHEN.Armando C.Estudo sobre o Apocalipse. CPAD. RJaneiro
POHL, Adolf. Apocalipse de João – Comentário esperança. Vl II. Editora Ev. Esperança Curitiba, 2001
CHAFFER e Lewis Sperry. Teologia Sistemática Vl 3 & 4. Editora Hagnos. SPaulo, 2003

HINDSON T. Lahaye Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica.  CPAD. RJaneiro, 2010.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Lição 09 - A Vinda de Jesus em Glória - 28.02.16 – EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
1º. Trimestre 2016
Mateus 24.29,30; Apocalipse 19.19,20; 20.1-3
Reflexão: A Vinda de Jesus para implantar o Milênio porá fim a todas as forças do male dará início a um futuro glorioso na Terra.

O remanescente na Segunda Vinda: Passagens como (Ml 3.16. Ez 20.33-38; 37.11-28; Zc 13.8,9; Ap 7.1-8) entre outras passagens indicam claramente que, quando o Senhor voltar à Terra, haverá um restante de crentes em Israel aguardando o seu retorno.

Junto com essas a outras passagens, com Mt 25.31-40, que mostram que haverá uma multidão de crentes dentre os gentios que creram nele e aguardam o seu retorno.

Deve existir também um grupo de crentes gentios que possam receber pela fé, os benefícios da aliança no seu reinado. Esse grupo entra no milênio com um corpo natural, salvo, mas sem experimentar a morte e a ressurreição.

Se a igreja estivesse na terra até a Segunda Vinda, esses indivíduos teriam sido salvos e recebido uma posição na igreja.Teriam sido arrebatados naquela hora e, consequentemente, não restaria uma pessoa salva na terra.

Essas considerações tornam necessário o arrebatamento pré-tribulacionista da igreja, para que Deus possa chamar e preservar o remanescente durante a Tribulação e por meio deles cumprir as promessas.

Os cento e quarenta e quatro mil selados de Israel: Enquanto a igreja estiver na terra não existirá nenhum salvo que experimente um relacionamento exclusivamente judaico. Todos são salvos para receber uma posição no corpo de Cristo conforme indicado em (Cl 1.26-29; 3.11; Ef 2.14-22; 3.1-7).

Durante a Septuagésima Semana, a igreja estará ausente. Deus sela cento e quarenta e quatro mil judeus –  doze mil de cada tribo. De acordo com Ap. 7.14, haverá uma grande multidão que se converterá durante a Grande Tribulação, pela pregação dos cento e quarenta e quatro mil.

Esse novo relacionamento de Deus com Israel, separando-o por identidade nacional e mandando-os como representante às nações no lugar das testemunhas da igreja, indica que a igreja não estará mais na terra.

Cronologia do livro de Apocalipse: Os capítulos 1 a 3 apresentam o desenvolvimento da igreja na presente época. Os capítulos 4 a 11, abrangem os acontecimentos de toda a Septuagésima Semana e concluem com o Retorno de Cristo para reinar na terra (Ap 11.15-28).

Desse modo os Selos ocorrem nos primeiros três anos e meio, e as Trombetas se referem aos últimos três anos e meio. De acordo com as instruções dadas a João em 10.11, os capítulos 12 a 19 examinam a Septuagésima Semana, com o objetivo de revelar os atores no palco desse drama histórico.

Essa cronologia torna impossível a perspectiva mesotribulacionista, pois o suposto arrebatamento mesotribulacionista de 11.15-18 é, na verdade, o retorno pós tribulacionista à Terra, e não o Arrebatamento.

Isso fornece mais evidências para a posição do Arrebatamento pré tribulacionista.
A Segunda Vinda será literal e visível, a fim de cumprir as promessas feitas na Palavra de Deus a respeito de sua volta (At 1.11; Ap 1.7; Mt 24.30).

Ele voltará a este mundo, ao mesmo Monte das Oliveiras de onde ascendeu (At 1.11; Zc 14.4). Virá em chamas de fogo (2Ts 1.8), nas nuvens do Céu com grande poder e glória (Mt 24.29,30; 1 Pe 1.7; 4.13). 
Uma multidão de anjos e a Igreja virão com ele (1Ts 3.13; Jd 14). Todo olho o verá (Ap 1.7). Ele destruirá o Anticristo (2Ts 2.8), e se assentará no seu trono para julgar (Mt 25.31; Ap 5.13). Todas as nações remanescentes serão reunidas perante ele para serem julgadas (Mt 25.32).

Ele terá o trono de Davi (Is 9.6,7; Lc 1.32; Ez 21.25-27). Esse trono será sobre a Terra e não no Céu (Jr 23.5,6). Ele estabelecerá o seu reino (Dn 7.13,14) e reinará sobre todos os seus santos (Dn 7.18-27; Ap 5.10).

Todos os reis e nações o servirão (Sl 72.11; Is 49.6,7; Ap 15.4). Os reinos deste mundo se tornarão o seu reino (Zc 9.10; Ap 11.15). E a ele ocorrerão os povos (Gn 49.10) e todo joelho se dobrará diante dele (Is 45.23; Fp 2.9-11). As nações subirão para adorar o rei (Zc 14.16; Sl 86.9). Ele edificará Sião (Sl 102.16). Seu trono será em Jerusalém (Jr 3.17; Is 33.20,21).

Os apóstolos se sentarão em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel (Mt 19.28; Lc 22.28-30).
Ele governará todas as nações (Sl 2.8,9; Ap 2.27). Ele reinará em juízo e justiça (Sl 9.7). O templo será reconstruído em Jerusalém (Ez 40 – 48), e a glória do Senhor entrará nele (Ez 43.2-5; Is 44.4).

O deserto se transformará em pomar e florescerá como a rosa (Is 32.15; 35.1,2).
Todo plano de aliança com Israel, ainda não cumprido torna obrigatória a Segunda Vinda do Messias à Terra.

João descreve a Segunda Vinda com palavras dramáticas: “E vi o Céu aberto, e eis um cavalo braço. O que estava sentado sobre ele chama-se fiel e verdadeiro e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo, e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão ele mesmo.

E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.  E seguiam-no os exércitos que está no Céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saia uma aguda espada para ferir as nações (Ap 19.11-15). 

Essas preciosas verdades sobre o retorno de Cristo, as quais constituem um dos grandes fundamentos da fé, e são aceitas por todos cristãos ortodoxos, são um verdadeiro teste de ortodoxia.

O fato de o debate interno sobre o Milênio não ser um teste de ortodoxia não significa que este seja um assunto de menor importância.

Podemos dizer que, a Hermenêutica literal é uma Hermenêutica fundamental. Embora não represente uma doutrina fundamental. Isso porque os pré- milenaristas são menos propensos a cair no liberalismo.
Enquanto aqueles que fazem da profecia uma alegoria são mais inclinados a espiritualizar doutrinas inegociáveis.
A aliança incondicional abraâmica ainda não se cumpriu, mas se cumprirá em um futuro reino messiânico, porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento (Rm 11.29).
A  eterna promessa do trono a Davi ainda não se cumpriu. O compromisso incondicional de um
futuro reino messiânico, político e terreno pode ser encontrado em (2Sm 7.11-16). 

Embora Davi desejasse construir uma casa para o Senhor, Deus declarou que ele mesmo iria construir uma casa para Davi, uma dinastia a partir da qual o Messias iria reinar no trono de Davi (Sl 89.20-37). O Antigo Testamento termina com Israel esperando o Reino Messiânico.

Durante os anos que antecederam o fim do Antigo Testamento (400 a.C.), os profetas aguardavam ansiosos pelo ainda futuro reino messiânico. Isaias havia profetizado a respeito do Messias: 

“O principado esta sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai das Eternidade, Príncipe da Paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim, sobre o Trono de Davi e no seu reino, para o formar e o fortificar em juízo e em justiça” (Is 9.6,7; 16.5).




Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 1º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Elinaldo Renovato
RENOVATO Elinaldo. O Final de Todas as Coisas – Esperança e Glórias para os Salvos. CPAD. RJaneiro 2015
HOEKEMA. A. Anthony. A Bíblia e o Futuro – Escatologia Futura e Escatologia Realizada – 3ª. Edição. Editora Cultura Cristã. SPaulo,2012.
PENTECOST. J. Dwight. Manual de Escatologia – Uma análise detalhada dos eventos futuros. 8ª. Edição. Edit. Vida. São Paulo, 2010.
WALVOORD John F. Todas as Profecias da Bíblia. Edit. Vida, SPaulo, 2012
OLSON N. Lawrence. O Plano Divino Através dos Séculos. CPAD. RJaneiro, 1979.
HAYE. Tim. Bíblia de Estudo Profética. Editora Hagnus. São Paulo, 2005.
TOGNINI, Enéas. O Arrebatamento da Igreja. Edições Enéas Tognino. 1ª.  Edição 1970. SPaulo, 1970

GEISLER Norman. Teologia Sistemática: Pecado – Salvação. A Igreja –As Últimas Coisas. SBB – Rio de Janeiro 2010
HINDSON T. Lahaye Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica.  CPAD. RJaneiro, 2010.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Celebração da Primeira Páscoa

  Texto da Lição: Êxodo 12.1-11     
  
I  - OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
1.   Analisar o significado da Páscoa para os israelitas, egípcios e para o cristão.
2.   Saber quais eram os elementos principais da Páscoa.
3.   Conscientizar-se de que Cristo é a nossa Páscoa.

II  - INTRODUÇÃO
Com os lombos cingidos, sapatos nos pés, e cajado à mão, o povo de Israel permaneceram em pé, silencioso, com respeitoso temor, aguardando o mandado real que lhes ordenaria sair do Egito. Antes que a manhã raiasse, estariam em caminho.
Durante as pragas, quando a manifestação do poder de Deus ascendera a fé no coração dos escravos israelitas, e lançara o terror no coração de seus opressores, os israelitas haviam-se gradualmente reunidos em Gósen.
E, apesar da precipitação da sua fuga, algumas disposições já haviam sido tomadas para necessária organização e direção das multidões em movimento, sendo estas divididas em grupos, sob dirigentes designados para isso.
“Assim, partiram os filhos de Israel de Ramessés para Sucote, coisa de seiscentos mil de pé, somente de varões, sem contar os meninos. E subiu também com eles uma mistura de gente e ovelhas, e vacas, uma grande multidão de gado.
E cozeram bolos asmos da massa que levaram do Egito, porque não se tinha levedado, porquanto foram lançados do Egito; e não se puderam deter nem prepararam comida. O tempo que os filhos de Israel habitaram o Egito foi de 430 anos” (Ex 12.37-40).
Nesta multidão havia não somente os que eram movidos pela fé no Deus de Israel, mas também um número muito maior dos que desejavam escapar das pragas, ou que seguiam o andar das multidões em movimento, meramente levados pela curiosidade. Essa mistura de gente é uma classe que a Biblia chama de vulgo.
O povo levou também consigo, ovelhas e vacas e uma grande multidão de gado. Antes de deixar a terra do Egito, por instrução de Moisés, o povo exigiu uma recompensa pelo seu trabalho que não fora pago; e os egípcios estavam por demais desejosos de se livrarem da presença dos israelitas.
Eles sairam do cativeiro, carregados dos despojos de seus opressores (Ex 3.21,22; 11.2,3; 12.35,36). Para se cumprir a palavra do Senhor a Abraão que quando saíssem da escravidão, sairiam com grandes fazendas (Gn 15.13,14).
Os quatrocentos anos haviam se cumprido. “E aconteceu naquele mesmo dia que o Senhor tirou os filhos de Israel da terra do Egito, segundo os seus exércitos” (Ex 12.40,41,51; 13.19).
Ao sairem do Egito os israelitas levaram consigo um precioso legado, os ossos de José, que tanto tempo esperaram o cumprimento da promessa de Deus, e que durante os anos tenebrosos do cativeiro, havia sido uma lembrança para o livramento de Israel.


Cronologia dos Patriarcas
Ano
Evento
2.166 a.C
Nascimento de Abraão (Gn 11.26)
2.066 a.C
Nascimento de Isaque (Gn 21.5)
2.006 a.C
Nascimento de Jacó (Gn 25.26)
1.991 a.C
Morte de Abraão aos 175 anos de idade (Gn 25.7)
1.915 a.C
Nascimento de José (Gn 30.23-24)
1.898 a.C
José é vendido ao Egito, com 17 anos (Gn 37.2-28)
1.886 a.C
Morte de Isaque, aos 180 anos (Gn 35.28)
1.876 a.C
Jacó muda-se para o Egito, aos 130 anos – José estava com 39 anos de idade (Gn 47.9)
1.859 a.C
Jacó morre aos 147 anos – 17 anos depois de entrar na terra do Egito (Gn 47.28)
1.805 a.C
José morre no Egito, aos 110 anos de idade (Gn 50.26)

Da descida de Jacó para o Egito em 1.876. a.C, até a saída dos filhos de Israel do Egito sob a liderança de Moisés em 1.446 a.C., temos a contagem exata de tempo em que os filhos de Israel permaneceram no Egito – 430 anos (Ex 12.40).
Obs: As datas cronológicas variam de acordo com os cálculos dos eruditos que as consideram de acordo com a forma de datação do tempo, considerando que só no século VI da Era Cristã, um abade chamado Dionísio Exíguo, procurou corrigir algumas distorções do tempo a fim de estabelecer com exatidão a data do nascimento de Cristo.
Sabe-se porém, que aquele abade deixou muitas falhas nos seus cálculos cronológicos. Embora, muitos outros eruditos tenham procurado encontrar a data exata do nascimento de Cristo, a fim de poder datar com exatidão os anos. Contudo, existem divergências que podem variar em até 200 anos.

 III – DESENVOLVIMENTO
1. A Páscoa – Após o derramamento da nona praga – a das trevas (Ex 10.21-23), Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, a aparecer outra vez perante Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde monarca, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio:

Assim o Senhor tem dito: À meia-noite eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primigênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo primogênito dos animais.

E haverá grande clamor em toda a terra do Egito, qual nunca houve semelhante e nunca haverá; mas contra todos os filhos de Israel nem ainda um cão moverá a sua língua, desde os homens até aos animais, para que saibais que o Senhor fez diferença entre os egípcios e os israelitas.

Então, todos estes teus servos descerão a mim, e se inclinarão diante de mim, dizendo: sai tu, e todo o povo que te segue as pisadas; e depois eu sairei (Ex 11.4-8).

Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas á partida do Egito, e especialmente para sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outra, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de isôpo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação.

Deveriam comer a carne, assada, com pães asmos e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão: e o comereis apressadamente: esta é a Páscoa do Senhor” (Ex 12.1-28).

Para os egípcios a Páscoa significou o juízo divino final sobre o Egito, Faraó e todos os deuses cultuados ali. Ela foi um duro julgamento de Deus para com as atrocidades cometidas pelos egípcios contra os meninos hebreus (Ex 1.15-17). Muito antes de qualquer praga cair sobre o Egito, Deus já havia advertido Faraó que mataria o seu filho primogênito caso ele não deixasse Israel sair (Ex 4.22,23).

Faraó resistiu deixar o povo sair até que finalmente veio o juízo de Deus sobre o Egito. E enquanto havia choro nas casa egípcias, nas casas dos judeus havia alegria e esperança. O Egito, a escravidão e Faraó ficariam para trás. Os israelitas teriam sua própria terra e não seriam escravos de ninguém.

Se para os egípcios a noite da Páscoa foi uma noite de desgraça, para os israelitas, a noite era de expectativa em relação ao que Deus dissera por intermédio de Moisés, com respeito a todo o processo apressado de celebração da Páscoa na noite de deixarem o Egito. Para os israelitas a Páscoa era a passagem para a liberdade, uma vida vitoriosa e abundante (Jo 10.10).

Para nós, cristãos, a Páscoa é a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo – “.....porque Cristo é a nossa Páscoa” (1Co 5.7c). No Egito um cordeiro foi imolado para cada família. Na cruz morreu o Filho de Deus pelo mundo inteiro (Jo 3.16). Foi para isto que Cristo veio ao mundo, morreu e ressuscitou ao terceiro dia, para nos libertar do jugo do pecado.

2. Os elementos da Páscoa – 1º. O pão: Deveria ser assado sem fermento, pois não havia tempo para que o pão pudesse crescer (Ex 12.8; 11, 34-36). 2º. As ervas amargas: Simbolizavam toda amargura e aflição enfrentadas no cativeiro – 430 anos. 3. O cordeiro:

Um cordeiro sem defeito deveria ser morto e o sangue derramado nos umbrais das portas. O sangue era uma  proteção e um  símbolo da obediência. A desobediência seria paga com a morte. O cordeiro da Páscoa judaica era uma representação do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).

3. Cristo nossa Páscoa – No Egito, a morte do cordeiro e o seu sangue derramado sobre as vergas das portas só substituía o primogênito dos israelitas, mas o sangue de Jesus, o nosso cordeiro pascal – derramado na cruz do Calvário, proveu salvação não apenas dos judeus, mas também dos gentios – todos nós.

Ao imolar o cordeiro pascal, o sangue era derramado em uma bacia (Ex 12.22). O sangue do cordeiro na bacia era um “tipo” da graça de Deus para com cada israelita. Molhar o isôpo com o sangue do cordeiro da bacia e levar ás vergas e umbrais das portas era lançar mão da graça de Deus disponível à cada israelita. Doutra sorte seria mortos. De igual modo hoje, a morte de nosso Senhor Jesus Cristo é a graça de Deus dispensada para cada pecador, cabe a este aceitar o sacrifício de Cristo para o seu livramento da morte eterna. E assim cumprir-se-á o que diz o apóstolo: “Porque a graça se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens” (Tt 2.11) – “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie (Ef 8.9).

O sacrifício de Cristo substituiu a humanidade desviada de Deus (Rm 3.12,23). “.....porque Cristo é a nossa Páscoa” (1Co 5.7c). A morte de Cristo ocorreu exatamente no período da Páscoa, que sempre foi considerada pelos primeiros cristãos um evento capital, e daí por diante, durante todo o cristianismo. A Páscoa deu origem à nação israelita.

Cristo, portanto, comeu a última refeição pascal e antes de sua morte instituiu a Santa Ceia – Encontramos em Lc 22.14-18 a refeição onde Jesus comeu a Páscoa com os seus discípulos e a partir dos vs. 19-22, Jesus institui a Santa Ceia.

A Santa Ceia e o Batismo são os dois únicos sacramentos outorgados pelo Senhor Jesus Cristo à sua Igreja. A antiga aliança feita por Deus com o povo de Israel era marcada pelos símbolos da Circuncisão e da Páscoa. O Batismo substitui a Circuncisão e a Santa Ceia substitui a Páscoa para o cristão.

IV – CONCLUSÃO:

A Páscoa era tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando o seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro pascal representa em tipologia bíblica o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Diz o apóstolo Paulo, Cristo, nossa Páscoa foi sacrificado por nós.

Não bastava que o cordeiro pascal, fosse morto. Seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras e nas vergas das portas da casa de cada israelita que estava em Gósen. Eles não eram obrigados a fechar a porta, mas não poderia estar do lado de fóra da casa.

Pois o sangue do cordeiro era derramado em uma bacia e com o hissôpo o sangue era tirado da bacia e aspergido nas umbreiras e vergas das portas por fora, garantindo assim a proteção de todos os que estavam na casa, o livramento pelo sangue do cordeiro pascal, que em tipologia bíblica, era um “tipo” do cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus que por nós devia morrer (Ex 12.46; jo 19.36).

Consultas:
Lições Bíblicas EBD-CPAD - 1º. Trimestre 2014 – (Comentarista: Pr. Antônio Gilberto).
COELHO, Alexandre e DANIEL, Silas Moisés, o Êxodo e o Caminho à Terra Prometida. Rio de Janeiro, 2013. Editora CPAD.
Bíblia de Estudo Pentecostal
BROADMAN. Comentário Bíblico –Vol.1 Gênesis-Êxodo. Rio de Janeiro, 1986 – 2ª.Edição. JUERP
SOARES, Antonio Ribeiro. A Santa Ceia. São Paulo, 2005 – 1ª. dição - Editora SOCEP
O Catecismo Maior de Westminster. São Paulo, 2002 – 12ª. Edição – Editora Cultura Cristã
GRONINGEN. Gerard van. Revelação Messiãnica no Antigo Testamento – A origem divina do conceito messiânico e o seu desdobramento progressivo. São Paulo, 1995. Editora Cultura Cristã.
KUYPER. Abraham. A Obra do espírito Santo – O Espírito Santo em ação na Igreja e no Indivíduo – São Paulo 2000. Editora Cultura Cristã.
VOS, Geehardus. Teologia Bíblica do Antigo e Novo Testamentos. – São Paulo 2010. Editora Cultura Cristã.
READMACHER. Early D. O Novo Comentário do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, 2010. 1ª. Edição
DAVIS, John. Novo Dicionário da Bíblia – Ampliado e Atualizado. São Paulo 2005 – 1ª Edição. Editora Hagnos.

CHAMPLIN. R. N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo – Vol.1 Editora Hagnus