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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Lição 08 - A Grande Tribulação - 21.02.16 – EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
1º. Trimestre 2016
Mateus 24.21,22; Apocalipse 7.13,14
Reflexão: Depois que os crentes em Jesus Cristo tiverem sido arrebatados, a Grande Tribulação começará na Terra.

Os discípulos fizeram a Jesus três perguntas no Monte das Oliveiras (Mt 24.1-3). Eles perguntaram:  
1º. Quando serão estas coisas?
2º. Que sinal haverá da tua vinda?
3º. E que sinal haverá do fim do mundo?
Jesus responde as perguntas dos discípulos de forma inversa à ordem das perguntas feitas.

O fim do mundo (Mt 24.4-25).
Sinais da sua vinda (Mt 24.26-35).
Quando serão estas coisas (Mt 24. 36-41).

É como se Jesus estivesse dizendo: O fim do mundo será marcado por um sofrimento intenso, que terá início com a profecia de Daniel sobre a Septuagésima Semana (Dn 9.27).

Sobre “a abominação da desolação” (Mt  24.15). Sua própria vinda será visível para todos (Mt 24. 29,30; Ap 19.19,20; 1.7), porque retornará abertamente com a sua igreja arrebatada sete anos antes e com um exército de anjos (Ap 19.14-16). Porém ninguém sabe quando isto acontecerá.

A Grande Tribulação será um período de sete anos entre o Arrebatamento da Igreja e a Vinda de Jesus em Glória, e será o início de um tempo de grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais (Mt 24.21).

Após o Arrebatamento da Igreja, o Anticristo se manifestará e fará uma falsa aliança com Israel, durante sete anos (Dn 9.27).

Certamente, nesse período o templo dos judeus será reconstruído no local onde hoje está a mesquita de Omar, antiga eira de Araúna, onde Salomão construiu o templo, destruído por Nabucodonosor, reconstruído nos dias de Esdras e Neemias, reformado por Herodes o Grande e destruído por Tito em 70 d.C.

Sem dúvida, esta aliança será o maior equívoco da nação israelita, que rejeitou o Messias crucificando-o.

Jesus advertiu aos judeus acerca de sua rejeição: “Eu vim em nome do meu Pai e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis” (Jo 5.43).
Três anos e seis meses depois da aliança feita entre o governante mundial e Israel, ele romperá o acordo e começará a perseguir os judeus.

Essa primeira parte de trinta e seis meses, alguns teólogos chama de Tribulação. O segundo período de mais trinta e seis meses é denominado a Grande Tribulação propriamente dita, e se refere à segunda metade da septuagésima semana de Daniel.

O Anticristo, ou a Besta, governador do mundo, impedirá o culto a Deus, tanto pelos israelitas quanto por todos os crentes que confessarem a Cristo naquele tempo de angústia  de acordo com Dn 7.21-25, que fala que o Anticristo proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei, e eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo .

Isso ocorrerá quando o Anticristo sentar-se no templo de Deus, como Deus, querendo parecer Deus. Exigindo para si toda a adoração qeu é feita a Deus, profanando desta forma o templo recém construído  (2Ts 2.3,4; Dn 8.13; Mt 24.15,24).

Os judeus não mais poderão cultuar a Jeová; haverá a mais tremenda perseguição religiosa de todos os tempos (Dn 8.13). No seu sermão Jesus aconselhou que os judeus nesse período, deveriam fugir para as montanhas (Mt 24.16; Ap 12.6).

Os judeus estavam familiarizados e alertados quanto à vinda de um tempo de intenso sofrimento. O profeta Jeremias chama este período de tempo de angústia para Jacó.

Essa fase da história de Israel tem na Bíblia, no Antigo e no Novo Testamento, diversos nomes tais, como: “Dia do Senhor”, “Septuagésima Semana de Daniel”, “Dia de Desolação”, “Ira Vindoura”, “Tribulação” e “Grande Tribulação”.
O profeta Daniel e o apóstolo João foram muito claros, ao descrever este tempo de sete anos (Dn 9.26). A Grande Tribulação será o mais terrível período de sofrimento e terror que haverá sobre a terra.
Mesmo sendo um período de apenas sete anos, parecerá interminável para os que se converterem a Cristo naqueles dias. Será também um tempo de misericórdia e graça.
Os juízos da Grande Tribulação servirão de dois propósitos: Punir os ímpios e pecadores e levar milhões ou talvez bilhões que tendo ficado para traz no Arrebatamento, aceitam a Cristo mesmo custando-lhes a própria vida (Jl 2.30-32; Mt 24.14).

O remanescente na Segunda Vinda: Passagens como (Ml 3.16. Ez 20.33-38; 37.11-28; Zc 13.8,9; Ap 7.1-8) entre outras passagens indicam claramente que, quando o Senhor voltar à Terra, haverá um restante de crentes em Israel aguardando o seu retorno.

Junto com essas a outras passagens, com Mt 25.31-40, que mostram que haverá uma multidão de crentes dentre os gentios que creram nele e aguardam o seu retorno.
Deve existir também um grupo de crentes gentios que possam receber pela fé, os benefícios da aliança no seu reinado. Esse grupo entra no milênio com um corpo natural, salvo, mas sem experimentar a morte e a ressurreição.

Se a igreja estivesse na terra até a Segunda Vinda, esses indivíduos teriam sido salvos e recebido uma posição na igreja.Teriam sido arrebatados naquela hora e, consequentemente, não restaria uma pessoa salva na terra.

Essas considerações tornam necessário o arrebatamento pré-tribulacionista da igreja, para que Deus possa chamar e preservar o remanescente durante a Tribulação e por meio deles cumprir as promessas.

Os cento e quarenta e quatro mil selados de Israel: Enquanto a igreja estiver na terra não existirá nenhum salvo que experimente um relacionamento exclusivamente judaico. Todos são salvos para receber uma posição no corpo de Cristo conforme indicado em (Cl 1.26-29; 3.11; Ef 2.14-22; 3.1-7).

Durante a Septuagésima Semana, a igreja estará ausente. Deus sela cento e quarenta e quatro mil judeus –  doze mil de cada tribo. De acordo com Ap. 7.14, haverá uma grande multidão que se converterá durante a Grande Tribulação, pela pregação dos cento e quarenta e quatro mil.

Esse novo relacionamento de Deus com Israel, separando-o por identidade nacional e mandando-os como representante às nações no lugar das testemunhas da igreja, indica que a igreja não estará mais na terra.

Cronologia do livro de Apocalipse: Os capítulos 1 a 3 apresentam o desenvolvimento da igreja na presente época. Os capítulos 4 a 11, abrangem os acontecimentos de toda a Septuagésima Semana e concluem com o Retorno de Cristo para reinar na terra (Ap 11.15-28).

Desse modo os Selos ocorrem nos primeiros três anos e meio, e as Trombetas se referem aos últimos três anos e meio. De acordo com as instruções dadas a João em 10.11, os capítulos 12 a 19 examinam a Septuagésima Semana, com o objetivo de revelar os atores no palco desse drama histórico.

Essa cronologia torna impossível a perspectiva mesotribulacionista, pois o suposto arrebatamento mesotribulacionista de 11.15-18 é, na verdade, o retorno pós tribulacionista à Terra, e não o Arrebatamento. Isso fornece mais evidência para a posição do Arrebatamento pré tribulacionista.

A igreja não passará pela Grande Tribulação: O apóstolo Paulo recebeu revelação da parte de Deus sobre este fato, quando escreveu: “E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura” (1Ts 1.10).

João, em Apocalipse, registrou o livramento da igreja de Filadélfia, que é o tipo da igreja que será arrebatada, formada por crentes salvos, do período de provação pela qual passará toda a humanidade:

“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu guardarei da hora da tentação que virá sobre todo mundo, para tentar os que habitam na terra” (Ap 3.10; Is 57.1).

O livramento da “hora da tentação”, ou da “provação”, que virá sobre todo o mundo não se refere apenas à igreja em Filadélfia, mas é uma advertência a todas as igrejas cristãs:

Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às Igrejas” (Ap 3.13).
A Igreja não estará mais na terra quando começar a Grande Tribulação.

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 1º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Elinaldo Renovato
RENOVATO Elinaldo. O Final de Todas as Coisas – Esperança e Glórias para os Salvos. CPAD. RJaneiro 2015
HOEKEMA. A. Anthony. A Bíblia e o Futuro – Escatologia Futura e Escatologia Realizada – 3ª. Edição. Editora Cultura Cristã. SPaulo,2012.
PENTECOST. J. Dwight. Manual de Escatologia – Uma análise detalhada dos eventos futuros. 8ª. Edição. Edit. Vida. São Paulo, 2010.
WALVOORD John F. Todas as Profecias da Bíblia. Edit. Vida, SPaulo, 2012
OLSON N. Lawrence. O Plano Divino Através dos Séculos. CPAD. RJaneiro, 1979.
HAYE. Tim. Bíblia de Estudo Profética. Editora Hagnus. São Paulo, 2005.
TOGNINI, Enéas. O Arrebatamento da Igreja. Edições Enéas Tognino. 1ª.  Edição 1970. SPaulo, 1970

HINDSON T. Lahaye Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica.  CPAD. RJaneiro, 2010.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Lição 07 - As Bodas do Cordeiro

Nas Bodas do Cordeiro todos os salvos em Jesus Cristo estarão reunidos e viverão para sempre com o Senhor.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Lição 07 - As Bodas do Cordeiro - 14.02.16 – EBD CPAD

Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo
1º. Trimestre 2016
Mateus 22.1-14; Apocalipse 19.7-9
Reflexão: Nas Bodas do Cordeiro todos os salvos em Jesus Cristo estarão reunidos e viverão para sempre com o Senhor.

O simbolismo do noivo e da noiva, que apresenta Cristo nas suas relações com a igreja, fala desse amor eterno que sobrepõe todo entendimento da unidade entre Cristo e a igreja, e da autoridade e posição a ser conferida á igreja nas eras vindouras.

Os principais aspectos da verdade são tipificados no relacionamento da noiva que não poderiam ser apresentados de outro modo.
Muitas coisas das bênçãos divinas são determinadas para Israel, e tudo isso está previsto nos pactos e nas profecias. Mas nenhum pacto ou profecia traz essa nação à cidadania celestial ou para uma união de casamento com Cristo.

A igreja é um grupo de eleitos chamados dentre judeus e gentios e deve estar para sempre com Cristo em sua mais alta glória.
Em muitos trechos do NT, a relação entre Cristo e a igreja é revelada pelo uso de figuras do noivo e da noiva (Jo 3.29; Rm 7.4; 2Co 11;2; Ef 5.25-33; Ap 19.7-9; 21 – 22.7).  Na translação da igreja, Cristo aparece como o noivo que leva a noiva consigo para que o relacionamento que foi prometido seja consumado e os dois se tornem um.

Esse casamento ocorre logo a seguir os acontecimentos do “Bema” de Cristo, visto que, quando a 
igreja surge, já está com os atos de justiça dos santos (Ap 19.8), que só pode referir-se ás coisas que foram aceitas no Tribunal de Cristo.

Assim, as Bodas deve ocorrer entre o “Bema” de Cristo e a Segunda Vinda. O local das Bodas será o Céu, visto que quando o Senhor retornar a igreja virá com ele nos ares (Ap 19.14; Fp 3.20,21).
As Bodas do Cordeiro constituem um acontecimento exclusivo entre Cristo e a igreja, que são os redimidos de Pentecostes até o Arrebatamento.

A ressurreição dos santos do AT, e a conversão total de Israel só ocorrerá na Segunda Vinda de Cristo em glória (Dn 12.1-3; Is 26.19-21; Ap 20.4-6; Zc 14.4; 12.10-14).
Naquela ocasião também ressuscitarão os mártires da Grande Tribulação. É necessário distinguir as Bodas do Cordeiro da Ceia de Casamento, conforme relatado na parábola de Mt 22.1-14. As Bodas do Cordeiro referem-se particularmente á igreja e ocorrerá no Céu. A Ceia de Casamento inclui Israel, os santos do AT e os mártires da Grande Tribulação – e acontecerá na Terra (Mt 25.1-13).

As Bodas acontecerá no Céu; a Ceia de Casamento é localizada na Terra.
“Chafer” diz: Que é preciso distinguir entre Bodas do Cordeiro, que ocorre no Céu e são celebradas antes do retorno de Cristo (Ap 19.7-9), e a Ceia das Bodas que é celebrada na Terra depois do retorno de Cristo no final da Grande Tribulação para destruir o Anticristo e estabelecer o seu Reino Milenial (Mt 25.10; Lc 12.37).

A primeira celebração acontece no Céu antes da Segunda Vinda, a segunda celebração acontece na Terra, após a Segunda Vinda, conforme explicou Jesus em Mt 8.11.
A igreja como noiva do Cordeiro, a segunda pessoa da Trindade, alcança uma posição exaltada, em virtude de sua majestade infinita que não poderá ser conseguida por outra criatura qualquer.

O próprio Senhor falou dessa exaltação sublime quando disse: “E, se eu for e vos preparar lugar, virei; outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver, estejais vós também (Jo 14.3).
Pai, desejo que onde eu estou estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois me amaste antes da fundação do mundo” (Jo 17.24).
O próprio lugar ao qual ele se refere está preparado especialmente, como se nenhuma esfera de glória existente pudesse ser digna de sua noiva.

Uma meditação momentânea sobre a exaltação do Filho de Deus e sobre a realidade incomparável dela em relação ao todo e à eternidade, à Terra e ao Céu, e aos homens e aos anjos, de que a igreja terá sido chamada e preparada sem mancha ou ruga ou qualquer coisa semelhante, obrigará a conclusão de que a exaltação da igreja é, igual a do seu noivo, e muito acima dos principados e potestades.
Desta exaltação, está dito: “Que operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se á direita nos céus, muito acima de todo principado, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia não só neste século, mas também no vindouro” (Ef 1.20, 21). A igreja, a noiva de Cristo será glorificada com ele.

Para refletir: A prova de que a festa das Bodas acontece na terra, e a deque um estranho sem roupas apropriadas estava no banquete conforme lemos em Mt 22.11-13), e também de que muitos são chamados e poucos são os escolhidos.

Chamados, são todos os convidados que rejeitaram o convite. Escolhidos, são todos aqueles que aceitaram o convite (Mt 22.14). O tempo de duração do banquete nupcial é o Milênio

Bibliografia:
Lições Bíblicas EBD CPAD - 1º. Trimestre 2016. Comentarista: Pr.Elinaldo Renovato
RENOVATO Elinaldo. O Final de Todas as Coisas – Esperança e Glórias para os Salvos. CPAD. RJaneiro 2015
HOEKEMA. A. Anthony. A Bíblia e o Futuro – Escatologia Futura e Escatologia Realizada – 3ª. Edição. Editora Cultura Cristã. SPaulo,2012.
GILBERTO, Antonio e ANDRADE Claudionor...ZIBORDI, Ciro Sanches. Teologia Sistemática Pentecostal. Edit. CPAD. RJaneiro, 2015
PENTECOST. J. Dwight. Manual de Escatologia – Uma análise detalhada dos eventos futuros. 8ª. Edição. Edit. Vida. São Paulo, 2010.
WALVOORD John F. Todas as Profecias da Bíblia. Edit. Vida, SPaulo, 2012
OLSON N. Lawrence. O Plano Divino Através dos Séculos. CPAD. RJaneiro, 1979.
CHAFER. Lewis Sperry. Teologia Sistemática. Volumes 3 & 4. Editora Hagnus. São Paulo, 2003.
HAYE. Tim. Bíblia de Estudo Profética. Editora Hagnus. São Paulo, 2005.
HORTON. Stanley M. Teologias Sistemática – Uma Perspectiva Pentecostal  ~CPAD. RJaneiro, 2015

HINDSON T. Lahaye Ed. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica.  CPAD. RJaneiro, 2010.

JESUS OBEDECE A SEUS PAIS – 6.5 MATERNAL


Abordagem de Conteúdos Transversalizados com o Tema em Estudo e adaptado do Manual do Maternal - Comentarista Verônica Araújo
 Com Apoio Pedagógico da Miss. Laudicéa Barboza 
(Pós Graduada em Literatura Infanto-Juvenil)



Para os meus Netos e todas as Crianças que precisam aprender o caminho por onde deve andar, caminhando pelos
 caminhos deste mundo àfora.
A Bíblia Sagrada, através de seu rico 
acervo literário infantil, juvenil e
 adultos de todas as idades,
dispõe de histórias, parábolas e estilos de vida e vivências
 para entreter,  ensinar, corrigir e fazer crescer como verdadeiros cidadãos do Céu - a nossa verdadeira Pátria.
Objetivo:




Levar a Criança a compreender que obedecer aos pais é sempre a melhor atitude.

PARA GUARDAR NO CORAÇÃO:
 “Filhos, o dever cristão de vocês é obedecer ao seu pai e à sua mãe, pois isso é certo” (Efésios 6.1).

FRASE DO DIA:

Eu Vou obedecer ao Papai do Céu.




HISTÓRIA BÍBLICA;
INTRODUÇÃO – Quem é obediente á mamãe e ao papai? O Papai do Céu gosta de crianças obedientes.

A Bíblia conta que Jesus era muito obediente aos seus pais. Jesus ajudava o seu pai José no trabalho todos os dias.
 Ele também ajudava a mamãe fazendo o que ela pedisse, sempre que podia.
Mas a pessoa que Jesus mais ajudava era o seu pai que era um carpinteiro.
Todo mundo acha bonito quando vê uma criança obediente aos pais e ás pessoas mais velhas.
Mas aquelas crianças, bagunceira, mentirosas, mal criadas, briguentas, ninguém gosta de estar perto delas.
Mas, se essa criança mudar suas atitudes o Papai do Céu ficará muito feliz, dará muitas coisas boas para esta criança e todas as pessoas gostarão dela também.
Ajudar um velhinho na igreja ou na rua, dar o lugar para uma velhinha sentar no ônibus, tudo isso também agrada ao Papai do Céu.
Papai do Céu esta lá em cima e vê tudo que a criança faz, de certo ou errado.
 Se a criança arranca uma florzinha sem necessidade, se maltrata um animalzinho.... tudo isso deixa o Papai do Céu muito triste.

Então, a criança que não quer deixar a mamãe e o Papai do Céu triste, obedece ao Papai do Céu e faz somente o que ele gosta.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A IMPORTÂNCIA DO CURRÍCULO NA MOTIVAÇÃO DO ALUNO DA EBD

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino (Romanos 12.7)


Uma das maiores autoridades em educação cristã, Pr. Antônio Gilberto, atribui ao currículo a seguinte definição:  


“E’ um grupo de assuntos constituindo um curso de estudos, planejado e  adaptado   às  idades  e  necessidades  dos alunos.
  
 Noutras palavras é um meio educacional para se atingir os objetivos do ensino”.

Apesar de o tema central desse trabalho residir na motivação através do currículo, compreende-se a necessidade de uma rápida abordagem em torno do papel definidor do currículo através de sua grade curricular, isto é, o conteúdo a ser trabalhado, em nosso caso, para que seja obtido o perfil que a igreja deseja para seus membros dentro de sua base doutrinária.

Alunos da EBD
Como podemos observar, o currículo trabalhado pela escola dominical emana dos responsáveis pelo projeto educacional da igreja cuja visão coloca a bíblia como autoridade máxima, tornando-a o elemento gerador de uma proposta bíblica, evangélica, profética e devocional, “tendo por obrigação levar o cristão a ser um membro útil da sociedade, a fim de que, através de seu testemunho, possa glorificar o nome de Deus”, como define o Pr. Claudionor Corrêa de Andrade.
   
Afinal, qual a importância do Currículo?

CURRÍCULO –  MOTIVAÇÃO
Entre outras leituras que podemos fazer do currículo em sua ação determinadora, é alvo desse trabalho, ressaltar a importância do currículo na motivação do aluno da Escola Dominical. Sabemos que tão logo a criança comece as suas primeiras leituras na observação do mundo que a rodeia, surgem as primeiras interrogações como forma de se situar no espaço e depois, no tempo que precede a razão: O que? Por que? Para que? Escola Dominical?

Encontramos nas alamedas do jardim do currículo da Escola Dominical elaborado com o objetivo de atender as demandas espirituais e sócio-educativas de cada aluno em sua respectiva faixa etária desde o berçário até os jovens e adultos, um verdadeiro processo vital, pronto a responder eficazmente o que? Por que? Para que? Estou no mundo.
 CURRÍCULO –  VIDA
A vida do currículo elaborado dentro da vida, a Palavra de Deus, é a grande motivação a ser utilizada em uma aula cujo objetivo é produzir vida abundante pelo ensino da Palavra, que ao ser articulada com o aluno o coloca no centro do processo na relação ensino-aprendizagem, fazendo através de cada tema em estudo, uma relação de conhecimento e identificação entre o aluno e Deus, o Criador e Mantenedor do Universo.

CURRÍCULO ALEGRIA                                                  
O grande segredo da alegria das manhãs dominicais em nossas escolas acorda vivo no tronco de uma robusta árvore, cuja raiz encontra-se firmada em uma estrutura acadêmica que podemos denominar de currículo onde o tema de cada trimestre é alimentado pela seiva vertida nesse tronco, na dinamicidade de um tema trimestral que pode ser ilustrado nos galhos da árvore por cada lição tão viva quanto a própria vida, necessitando porém, de uma motivação para existir, agir e corresponder às expectativas de seus objetivos.

CURRÍCULO – DINAMICIDADE
Tal qual um imenso bosque iluminado pela Palavra de Deus, onde milhares de folhas de toda cor, tamanho e tipo, sorriem alegremente saudando as manhãs dominicais num grande e poderoso movimento, convergem milhares de alunos à Escola Dominical sedentos pelo novo, ímpar e insubstituível momento, gerado pelo tema que está sendo trabalhado no trimestre e alimentado pelos sub-temas das lições que trazem a cada domingo uma nova motivação e sempre uma grande festa onde acontece através da Bíblia um emocionante encontro entre a vida divina e a vida humana.

CLASSE DOS OBREIROS
NO 2º DOMINGO DE DEZEMBRO - DIA DA BÍBLIA
CURRÍCULO – POESIA
A descrição poética em apreço traduz a riqueza de alcance da escola dominical em torno da motivação que pode ser gerada pelo tema, mui especialmente, quando o currículo em ação corresponde às expectativas de sua clientela oferecendo condições de não só fazer conhecer por conhecer, mas proporcionar ao aluno dentro do fazer pedagógico que se propõe, mediante objetivos pré-estabelecidos mergulhar fundo no texto.

CURRÍCULO –  MUDANÇA
Atravessando as diversas margens da leitura de mergulho em mergulho saindo da margem do conhecimento para a compreensão do texto, refletindo,  como ele aluno está em relação ao que conheceu, o aluno pode fazer comparações com a bíblia para entender o que Deus deseja para ele.  Em um mergulho mais profundo atravessa o mundo nas asas do Espírito e torna-se capaz de enxergar o que opera por trás dos “prazeres” mundanos. 
Mesmo aqueles ainda em idade pueril, adquirem condições de fazer diferença para como um pequeno Davi, combater o pecado, e derrubar o engano.

CURRÍCULO – CREDIBILIDADE 
Motivação, podemos afirmar, ser o grande antídoto para destruir a barreira que mantém grande parte do corpo da igreja distanciada da escola dominical, havendo uma grande discrepância entre a quantidade de membros e congregados da igreja e o número de alunos matriculados na escola dominical. Não é competência nossa discorrer sobre os porquês dessas demandas, entretanto podemos dar a nossa contribuição na minimização do problema, investindo no incentivo à motivação através da Pedagogia de Projetos para dar novo sentido às aprendizagens.

CURRÍCULO – CRESCIMENTO
 A diversidade de projetos de trabalho que circulam  em muitas das escolas dominicais constituem uma grande festa na igreja a cada manhã de domingo, além de promover uma grande expectativa em torno desse trabalho que através dos projetos desperta interesse e promove motivação capaz de imprimir em famílias inteiras uma marca de compromisso e um vínculo de crescimento.

 CURRÍCULO–CONSCIENTIZAÇÃO
Tudo começa com a conscientização da necessidade de se tornarem alunos efetivos dessa grande agência de ensino onde se aprende de modo prazeroso e se é preparado de forma eficiente para enfrentar as demandas espirituais do mundo de hoje. São os projetos de trabalho movidos pelos temas trimestrais, os grandes veículos provedores desse posicionamento dos que muitas vezes desconfiados tentam mais uma vez freqüentar a escola dominical ao chegarem afirmando:“voltei porque ouvi falar que está diferente”.

 CURRÍCULO – INFORMAÇÃO
Assim de curiosidade em curiosidade pelo novo, pela forma de trabalhar o emergente, o inusitado que surge em nossas vidas, que entram em nossas casas sem pedir licença, mas que são atacados e rejeitados pelo conhecimento adquirido com o ensino da Palavra que tem por objetivo alcançar o aluno em suas necessidades, a escola dominical  vai  avançando para o alcance de sua meta: Todos na escola dominical – cada crente um aluno.

CURRÍCULO – CONSTRUÇÃO
Dentre os muitos projetos trabalhados consideramos o“Projeto Ensino-Aprendizagem”. 
Carro chefe que norteia grande parte das estratégias para a aprendizagem ao orientar um plano de aula semanal para cada nível de ensino, consistindo em  delinear um contorno dos objetivos da lição utilizando uma adequação do comentário veiculado pela revista do mestre, à nossa  proposta pedagógica elaborada pelo viés de nossa base doutrinária e nossa realidade regional, cultural e acadêmica – uma necessidade devido ao nosso variado corpo docente e discente, quando o nosso critério prioritário na formação de classes é o respeito a faixa etária visando a aprendizagem dos alunos em suas fases de desenvolvimento.
  
CURRÍCULO – ORGANIZAÇÃO
Os planos de aula emitidos pela Coordenação do departamento infanto-juvenil, são orientados aos professores mediante assessoria pedagógica para aplicação de acordo com cada projeto de trabalho. Ele também se constitui em roteiro para ações variadas na relação professor aluno. Um dos objetivos do projeto ensino aprendizagem é despertar nos infanto-juvenis o gosto pela leitura da Bíblia ao articular o plano de aula da lição através da contextualização em torno do que a Bíblia revela sobre o plano de Deus para o homem e a transversalização dos problemas emergentes e sociais por que passa o mundo hodierno, a fim de ensinar os alunos a enxergarem o mundo através das lentes de Deus – a Bíblia.
  
CURRÍCULO – ATUALIZAÇÃO
 No “Projeto Identidade” a motivação vem cumprindo sua missão ao despertar nos pequenos leitores ainda não alfabetizados nos níveis de maternal e jardim de infância, o gosto pela leitura através do álbum de figuras que acompanha as lições do mestre das revistas CPAD para a EBD nas faixas etárias do Maternal, Jardim de Infância, primários e juniores. Essas figuras são transformadas em páginas de um livro de imagens no painel do Projeto Identidade  cujo objetivo é estabelecer relação de identificação com a lição em estudo através da correspondência de uma leitura  do visual associada ao verbal articulado entre professor e aluno que se transforma no centro de interesse da lição.
  
CURRÍCULO – AMBIÊNCIA
Os conhecimentos do texto em estudo são tecidos em função da necessidade de aprendizagem dos alunos mediante a prévia prática da escuta desenvolvida pelo professor no momento da recepção na chegada do aluno quando ele encontra em seu espaço de aula toda uma ambiência de acordo com o tema e uma motivação sempre que possível concreta para servir de ponte entre o tema do trimestre, a lição do dia e o próprio aluno, além de uma referência aos acontecimentos inusitados de alcance do aluno dentro da sua percepção de acordo com a sua idade, com objetivo de mostrar o que a Bíblia ensina e como Deus trata àquela situação.

CURRÍCULO – AUTO-ESTIMA
“Projeto de Trabalho Efetividade”, trimestral cujo objetivo integratório é promover a frequência regular dos alunos para maior aproveitamento dos ensinos bíblicos dominicais em todos os níveis de ensino, tem sua base bíblica nos temas trimestrais, a técnica em fundamentos da psicopedagogia que atrai o aluno através da elevação da auto-estima e em teorias de literatura infanto-juvenil, onde a força motivadora da relação entre o visual e o verbal promovido pela ambência em torno das lições, leva o aluno a priorizar a escola dominical nas manhãs de domingo, por conta de um compromisso de se fazer representado em uma parte do painel que integra um todo dentro de determinada ilustração do tema em estudo, com construção mensal.
  
CURRÍCULO – IDENTIFICAÇÃO
Dentro dessa estratégia motivadora do plano de freqüência os alunos se sentem parte do processo de ensino, cujo centro é ele próprio, representado no visual que alimenta o verbal. Gratificados pela avaliação do professor ao final de cada mês e o reconhecimento através de homenagens aos alunos que mais se destacaram eles vão construindo a sua casa espiritual com um tijolo certo a cada domingo, no motor da efetividade motivada pelos projetos de trabalho estampados em painéis no colorido representativo de cada nível de ensino e formas dinâmicas que atendem a capacidade de ação do aluno dentro de sua faixa etária.

 CURRÍCULO – RENOVAÇÃO
Encontramos nos projetos de trabalho um forte aliado para motivar os alunos da escola dominical e ao mesmo tempo um elemento renovador que faz da escola dominical uma roda viva que dá uma volta a cada trimestre, nas diversas classes dos níveis de ensino, iniciando com uma aula inaugural.

 CURRÍCULO – FESTA
E’ um domingo festivo cada primeiro domingo dos trimestres na escola dominical onde os novos temas a serem trabalhados são recebidos com muita expectativa por toda a igreja. Tudo é renovado na exibição dos murais dos projetos do novo trimestre em cada classe infanto-juvenil e nos pontos estratégicos da nave do templo em cujo espaço  se processam as aulas de jovens e adultos.
  
CURRÍCULO – INTEGRAÇÃO
Os projetos mobilizam professores, alunos e pais na realização de oficinas pedagógicas trimestrais, mensais e até semanais de acordo com a quantidade de classes e projetos que girem em torno do tema. Cada projeto oportuniza uma dinâmica e objetivos diferenciados tendo a sua proclamação na aula inaugural com uma grande festa que consegue manter o aluno motivado até a última lição do trimestre trazendo uma nova expectativa a cada domingo para a ambiência em torno de tudo que é produzido, articulado e vivido na apropriação e identificação com a Palavra de Deus.

CURRÍCULO – INTERAÇÃO
Cada volta do processo trimestral, tem o seu ponto alto em uma aula interativa quando acontece a culminância dos projetos com  a avaliação de atitudes e procedimentos visivelmente observados na forma como os alunos expressam suas experiências de aprendizagens e crescimento espiritual.

 CURRÍCULO – REALIZAÇÃO
 Há quem caracterize os projetos de trabalho como envolventes e apaixonantes pela sua capacidade de manter toda igreja envolvida e absorvida pelos objetivos integratórios e pela afetividade gerada na integração e na construção do grande edifício espiritual da igreja, não deixando de fora nem as crianças que integrada às oficinas pedagógicas começam cedo o seu  preparo para atuar como futuros professores.

 CURRÍCULO – MISSÃO
A EBD. dessa forma, cumpre sua missão de treinar os alunos para o serviço do mestre. Ao mesmo tempo podemos constatar a avidez com que os alunos sorvem os projetos e as novas expectativas em torno do novo tema à cada trimestre.

CURRÍCULO – AVALIAÇÃO
 Entretanto é na Escola animada, apenas uma em cada ano, além das avivadas ao final de cada trimestre e as inaugurais na abertura do trimestre, que contemplamos uma verdadeira epopéia na exposição de todo material de motivação produzido nos quatro trimestres do ano, via projetos de trabalho em torno dos temas e no registro que documenta desde a chegada do aluno nas manhãs do domingo até as aulas interativas nas datas comemorativas.

 CURRÍCULO – CELEBRAÇÃO
 Eventos de origem bíblica, cívica ou datas relevantes de destaque para a nossa igreja, como dia da bíblia, missões, dia do Pastor, Início das Assembléias de Deus em Pernambuco, Dia da Escola Dominical entre outras, são representados em um contexto interativo trabalhado com todos os alunos da EBD – crianças, jovens ou adultos.

As programações emanam em grande parte do Departamento infanto-juvenil, através da expressão oral, escrita e artística na dramatização, no canto visualizado e na produção de painéis contextualizados, enquanto que nas datas profanas como o carnaval ou místicas como os dias consagrados a determinados ídolos, entre outros destaques de nosso calendário, toda escola é esclarecida pelo Dirigente Coordenador Pedagógico ou um Professor habilitado, que leva toda escola a uma reflexão sobre o que a Bíblia diz dentro daquele contexto, deixando os alunos preparados para combater o engano.
  
CURRÍCULO – SABOR
 Finalizando essa breve apresentação dos efeitos da pedagogia de projetos para motivar os alunos da escola dominical utilizando o currículo como elemento gerador de motivação, consideramos apropriado fazer referência ao escritor Lécio Dornas em seu livro “Vencendo os Inimigos da Escola Dominical (p.29), ao demonstrar o seu repúdio a  mesmice pedagógica através das palavras do americano  Elmer L. Towms:
  ‘Variedade é o tempero da vida e o segredo é variar a metodologia de ensino da Bíblia para manter o interesse”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O texto em apreciação é produção da Mssa. Laudicéa Barboza da Silva, tendo sido partilhado em plenária pela mesma, durante a Conferência de Escola  Bíblica Dominical na Assembleia de Deus em Recife PE no ano 2004, com participação da CPAD. A funcionalidade do texto é apresentada através de vivências da EBD da IEADALPE em Casa Caiada-Olinda, Pe. no ano 2015.