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domingo, 18 de novembro de 2012

Naum – O Limite da Tolerância Divina - Lição 08 - 4º. Tri. 2012 - EBD CPAD - 25.11.12


Texto da Lição: Naum 1.1-3, 9 -14





Esboço: Escrito por Pr. João Barbosa da Silva

I   - OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
  1. Explicar o contexto histórico do livro de Naum.
  2. Apontar os limites entre tolerância e vindicação.
  3. Conscientizar-se da existência do juízo divino.
II   - TEXTO ÁUREO:
“Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez?  E disse: não a destruirei por amor aos dez”
(Gênesis 18.32).

III – VERDADE PRÁTICA: No tempo estabelecido por Deus, cada nação, e cada indivíduo em particular, passará pelo crivo da justiça divina.

IV – PALAVRA CHAVE: Tolerância – Ato ou efeito de tolerar; indulgência, condescendência.

V  – DESENVOLVIMENTO

OBJETIVO 1: Explicar o contexto histórico do livro de Naum.
Naum, cujo nome significa consolo, sua origem era proveniente de Elcós (Na 1.1), cuja localização é incerta, sendo sugerido também como procedente a vizinhança de Cafarnaum, e também o Sul da Judéia.

Naum profetizou entre o final do reinado de Manassés e o início do reinado de Josias – 663 e 612 a.C., provavelmente por volta desta última data, durante a reforma promovida pelo rei Josias (630 – 620 a. C.); e predisse a queda de Nínive, capital da Assíria, cerca de  135 - 150 anos depois da profecia de Jonas.

Em Na 3.8-10, refere-se ele a queda de “Nô” ou “Nô-Amon” (a cidade egípcia de Tebas), como evento passado ocorrido em 663 a. C. Os assírios eram conhecidos no mundo antigo pela extrema crueldade com que tratavam os povos subjugados. Depois de atacarem uma cidade, passavam a chacinar implacavelmente os habitantes, deportando o restante da população a outras partes do império.

O livro de Naum tem, basicamente, duplo propósito. O primeiro é profetizar sobre o julgamento de Nínive mediante o juízo vingador de Deus; o segundo é um poderoso alento consolador à nação de Judá, que seria tirado das garras cruéis dos assírios. A razão desse julgamento aparece em Na 3.4,5.

Tudo isso por causa da grande prostituição da bela e encantadora meretriz, da mestra de feitiçarias, que vendia os povos com a sua prostituição e as gentes com as suas feitiçarias “Eis que estou contra ti, diz o Senhor dos Exércitos... por semelhante modo, da mesma maneira que Nínive seria destruída, Judá seria libertada do domínio assírio. Mas de sobre ti, Judá, quebrarei o jugo deles e romperei os teus laços” (Na 1.13).

OBJETIVO 2: Apontar os limites entre tolerância e vindicação.

Deus é tolerante e compassivo, pois espera o arrependimento do pecador. Todavia a sua justiça não permite tomar o culpado por inocente (Na 1.3). O arrependimento dos ninivitas no caso do profeta Jonas, adicionou esses muitos anos à vida nacional da Assíria. Mas, uma segunda oportunidade não seria mais concedida aos assírios.

Conforme Ec. 8.11, “Como não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está completamente voltado para praticar o mal”. Os assírios ignoraram a longanimidade e a paciência de Deus, assim, a medida da sua injustiça completou-se e o juízo de Deus foi derramado sobre aquela ímpia nação (Rm 2.3-6).

A paciência – um dos atributos de Deus, é uma outra forma de Ele expressar a sua bondade para com os homens. Deus é longânimo e a longanimidade também é uma expressão da sua bondade (Sl 103.8; Ex 34.6; 1Pe 3.20; 2Pe 3.15). Deus é tardio em irar-se, e essa atitude também é expressão da sua bondade (Ne 9.17; Sl 145.8; Jn 4.20. Na 1.3).

Justiça é também um dos atributos de Deus, característica da sua natureza que é a santidade. Sua ira contra o pecado decorre do seu amor e justiça (Rm 3.5,6). Ele revela sua ira contra todas as formas de iniqüidade (Rm 1.18), principalmente a idolatria (1Re 14.9,15,22), a incredulidade (Sl 78.21,22; Jn 3.36), e o tratamento injusto com o próximo (Is 10.1-4; Am 2.6).

OBJETIVO 3: Conscientizar-se da existência do juízo divino.

“O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em força e ao culpado não tem por inocente....” (Na 1.3). Deus concede aos pecadores tempo para que se arrependam (2Pe 3.9), mas há limites à sua bondade e paciência. “O Senhor é um Deus zeloso e que toma vingança....” (Na 1.2).

O Senhor é Deus zeloso e vingador e estava ofendido pelo que a Assíria fizera contra o seu povo (Na 1.2). Seu povo era seu filho (Ex 4.22), que aqueles réprobos estavam maltratando.  Porque esse Deus zeloso era também um Deus vingativo, foi a razão pela qual a Assíria terminou tão mal.

Esse Deus zeloso também estava cheio de ira, e isso o levou a ferir e esmagar os ofensores. Os inimigos de Deus são objetos de seu ódio e de seu poder demolidor. Quando eles puseram suas mãos imundas sobre Israel, isso era ir longe demais na ousadia. 

Houve uma ocasião em que 185.000 invasores assírios foram aniquilados diante dos portões de Jerusalém (2Re 19.35-37), mas isso nada foi, em comparação com o que aconteceu mais tarde quando os babilônios e os seus aliados puseram fim ao poder opressor dos assírios.

Os assírios já haviam conquistado o Reino do Norte em Israel 722 a.C., e agora despojavam parte de Judá. Naum consola o povo de Deus declarando que o Senhor destruiria os filhos da Assíria.

A queda de Nínive ocorreu em 612 a.C., quando foi conquistada por uma coalizão de babilônios, medos e citas, e a Assíria deixou de existir como nação em 605 a.C. Nínive não foi apenas cidade no mundo antigo que recebeu o juízo prometido de Deus, mas também um protótipo do juízo vindouro. 

Aqueles que sabem que o Senhor é bom podem alegrar-se no fato de que Deus se vinga de atos perversos contra o seu povo (Na 1.7,8).

CONCLUSÃO:

O juízo vindouro é um chamado para que o povo de Deus não seja complascente com o pecado. O convite ao povo de Deus para uma vida santa é urgente para que esse povo leve a mensagem de Deus àqueles que sem salvação sofrerão a ira vindoura.

Assim como o juízo divino puniu a capital da perversa Assíria, assim também acontecerá no dia da ira de Deus, quando ele punirá a todos, indivíduos e nações, que, rejeitando a sua misericordiosa graça, perseveraram na prática do mal.

Consultas:
Lições Bíblicas EBD-CPAD - 4º. Trimestre 2012 – (Comentarista: Esequias Soares).

COELHO, Alexandre e DANIEL, Silas. Os Doze Profetas Menores. Rio de Janeiro, 2012.. CPAD

Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD

Bíblia de Estudo de Genebra – Editora Cultura Cristã – Soc. Bíblica do Brasil


CHAMPLIN. R. N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.. Editora Hagnos.

CHAMPLIN. R. N. Dicionário do Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.. Editora Hagnos.

RICHARDS Lawrence. Comentário Bíblico do Professor. 3ª. Imp. São Paulo. 2010 Editora Vida.
CAMPOS. Heber Carlos de. O Ser de Deus e os seus Atributos. 1ª. Edição. São Paulo. 1999. Edit. Cultura Cristã.
Grandes Doutrinas da Bíblia Vol.1. 1ª. Edição em Português. São Paulo. 1997. Edit. PES.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Miquéias – A Importância da Obediência - Lição 07 - 4º. Tri. 2012 - EBD CPAD - 18.11.12


Texto da Lição: Miquéias 1.1-5; 6.6-8
                           
I   -  OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
  1. Explicar a estrutura da mensagem de Miquéias.
  2. Definir a obediência bíblica.
  3. Conscientizar-se de que o ritual religioso não proporciona relacionamento íntimo com Deus e nem salvação.

II   - TEXTO ÁUREO:
“[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como que se obedeça à palavra do SENHOR. Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros”
(1 Samuel 15.22).

III – VERDADE PRÁTICA: A mensagem de Miquéias leva-nos a pensar seriamente acerca do tipo de cristianismo que estamos vivendo.

IV – PALAVRA CHAVE: Obediência – O ato ou efeito de obedecer.

V  – COMENTÁRIO – Apresentação
 Miquéias é identificado por sua cidade natal Moresete (Mq 1.1, 14), o que indica que ele era um forasteiro em Jerusalém. Profetizando no mesmo período que  Isaias, ele ajudou a moldar o caráter e a política de Israel.

Por fim, a pregação inspirada de Miquéias (Mq 3.8) contra a injustiça trouxe o rei Ezequias ao arrependimento, salvando assim a cidade de Jerusalém.

Miquéias pregou durante os reinados de Jotão (750 – 735 a.C.), Acaz (735 – 715 a.C.) e Ezequias (715 – 786 a. C.), período de expansão e domínio assírio no Antigo Oriente Próximo.

O reino do Norte de Israel foi gradualmente invadido pelos assírios, o que culminou com a queda da capital de Samaria em 722 a.C., em poder do rei assírio Salmaneser (727 – 722 a.C).

Deus levantou a Assíria para ser o chicote da sua ira contra o seu povo iníquo (Is 10.5-11). Como Miquéias havia profetizado (Mq 1.2-7), Samaria caiu em poder dos invasores assírios.

Judá sentiu a força do julgamento divino quando Senaqueribe  marchou através da Sefelá (cadeia montanhosa situada a oeste de Judá) e até os portões de Jerusalém, como Miquéias também havia predito (Mq 1.8-16).

Em seus oráculos o profeta Miquéias declara que o Deus santo e justo não tolerará mais a maldade persistente do seu povo (Mq 1.3). Muitos dos pecados de Israel são mencionados, desde a idolatria e a feitiçaria (Mq 5.12-14) até as ações enganosas e fraudulentas (Mq 6.10,11).

Mas Miquéias acrescenta uma condenação especial àqueles que oprimiram o pobre, apoderando-se de terras que Deus determinou  como herança a todo o seu povo (Mq 2.1-5; Nm 27.1-11).

Os líderes políticos e espirituais de Judá também são condenados pela opressão ao povo e pelo descaso com a justiça e a verdade (Mq cap.3).

Os termos da proclamação da aliança entre Deus e o seu povo são fundamentais na proclamação de Miquéias sobre o julgamento e a restauração.
Enquanto Deus fielmente cumpriu seus compromissos conforme a aliança (Mq 6.1-5), o povo permaneceu na desobediência; e agora as maldições da aliança deveriam ser aplicadas (Mq 6.13-16).

Miquéias reconhece que a restauração de Israel depende unicamente do perdão misericordioso de Deus e de sua iniciativa soberana, e não do trabalho de mãos humanas (Mq 7.18,19).

OBJETIVO 1: Explicar a estrutura da mensagem de Miquéias.
Após anunciar introdutoriamente que a mensagem que Deus lhe dera era tanto para Judá quanto para Israel (Mq 1.1),  começa dirigindo-se ao Reino do Norte, destacando sobretudo a idolatria que havia se instalado em Samaria (Mq 1.1-8), e que levara o povo a vários outros tipos de pecado.

Diante desse cenário de imoralidade em Israel, o profeta lamentava, uivava e andava “despojado e nu” pois a chaga” daquela nação era “incurável.

Em seguida, Miquéias fala da iniquidade de Judá  (Mq 1.9-16). E na sequência, ele afirma que por causa da impiedade de Judá e Israel as duas nações sofreriam cativeiro (Mq 2.1-11).

A mensagem de restauração é antecipada nos dois últimos versículos do capítulo 2 (Mq 2,12,13) e o capítulo 3 conclui essa primeira parte caracterizada por denúncias com profecias onde os líderes do povo são repreendidos por suas injustiças.

Um detalhe aqui é que todos os três grupos de líderes da nação são mencionados: os líderes civis (Mq 2.1-4), os profetas falsos (Mq 2.5-10) e os líderes religiosos, isto é, os sacerdotes (Mq 2.11). Miquéias arremata deixando claro que os pecados dos líderes afetariam toda a nação (Mq 2.12).

O livro de Miquéias compõe-se de uma coleção de sete capítulos englobando breves oráculos divididos em três grupos principais confome esboço a seguir:

Capítulos 1 – 3: Uma série de juízos contra Israel e Judá

Capítulos 4 – 5: Mensagens de esperança

Capítulos 6 – 7: Juízo de Deus contra Israel e sua misericórdia final

O assunto do livro é a ira divina em relação aos pecados de Samaria e de Jerusalém. Miquéias emitiu oráculos contra a idolatria, censurou com veemência a opressão aos pobres e denunciou o colapso da justiça nacional.

Além disso, anunciou, de antemão, o local do nascimento do Messias, em Belém: ”E tu, Belém Efrata,  pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2);

“Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntaram: Onde está o recém-nascido rei dos judeus, porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.

Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda Jerusalém; então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer.

Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o guia que há de  apascentar o meu povo de Israel” (Mt 2.1-6).
OBJETIVO 2: Definir a obediência bíblica.

A idéia de obediência que esse vocábulo desenvolve é a de consentimento atento e sincero as diretrizes de alguém reconhecidamente em posição de autoridade. Aqueles a quem se deve obediência não têm apenas o direito de dar ordem, mas também de poder manifestar suas exigências.

O dever humano de obedecer ao Criador pressupõe tanto seu domínio (senhorio) quanto sua revelação (palavras).  O Antigo Testamento geralmente descreve a obediência a Deus como ouvir sua voz (palavras de revelação), embora Deuteronômio 11.27 fale de obedecer a seus mandamentos (palavras de senhorio), assim como se diz que os recabitas obedeciam à ordem de seu antepassado (Jr 35.8,10,14,16,18).

No Novo Testamento as pessoas obedeciam não só as figuras de autoridade (Deus Pai, Deus Filho, pais, líderes da igreja, dono de escravos), mas também à doutrina, à verdade, ao evangelho e à Palavra que vem de Deus (Rm 6.17; 10.16; 1Pe 1.22; 3.1).

A obediência a Deus sempre é recomendada como religião pura; (assim foi com Abraão (Gn 22.18; 26.5; Hb 11.8); a desobediência sempre é reconhecida como impiedade radical, assim foi com Saul (1Sm 15. 13-26).

A obediência é a marca de qualidade de todos os servos de Deus, mas o exemplo supremo de obediência é a de Jesus Cristo, o eterno Filho de Deus que para fazer a vontade do Pai, foi obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2.5-11; Hb 5.8).

A obediência de Jesus na terra significa, positivamente, um propósito de sempre agradar ao Pai, ao fazer sua vontade, obedecer às suas ordenanças, relatar fielmente tudo que ele é orientado a dizer e sempre buscar sua glória e honra, isto é, para que seu nome seja santificado e louvado (Jo 5.30,36).

Em toda a história da Bíblia, é a obediência à vontade revelada de Deus, que o agrada e que traz as bênçãos de saúde, riqueza, liberdade, segurança e tranquilidade.

Noé obedeceu a Deus ao construir a arca (Gn 6.22); Abraão, ao partir de Harã e oferecer Isaque (Gn 12.1-4; 22.15-18); Moisés, ao retornar ao Egito para desafiar o faraó e tirar o povo (Ex 3.10 – 4.20), e assim por diante através de uma longa sucessão de líderes fiéis do Antigo Testamento.

No Sinai, ao anunciar seu compromisso com Israel por meio da aliança, Deus ordenou ao povo a obedecer a todas as suas exigências, e deu-lhe por escrito o decálogo e muitas outras instruções para regulamentar sua obediência (Ex 19.5; 24.3-7, etc).

A obediência é imposta por Deus (Dt 13.4), é essencial à fé (Hb 11.6); resultado para quem dá ouvido à voz de Deus (Ex 19.5), é um dever que temos diante de Cristo (2Co 10.5); o evangelho requer obediência (Rm 1.5); consiste em observar os mandamentos de Deus (Ec 12.13).

Manifesta-se através da submissão (Rm 13.1); a justificação nos é conferida mediante a nossa obediência a Cristo que foi crucificado em nosso lugar (Rm 5.19; Hb 5.8); Cristo é o supremo exemplo de obediência (Mt 3.15; Fp 2.5-8); A obediência deve ser uma das características dos santos (1Pe 1.14).

É uma característica dos anjos (Sl 103.20); deve proceder do próprio coração (Dt 6.1-9; Tg 1.25); deve ser prestada voluntariamente (Sl 18.44); não deve ter reservas (Js 22.2,3); deve ser constante (Fp 2.12); finalmente será universal (Dn 7.27); envolve bem-aventurança (Dt 11.27); os desobedientes são punidos (Dt 1.34,35; Is 1.20).

Jesus repreendeu àqueles que tinham um tipo de obediência apenas externo, mas que nada tem a ver com a verdadeira espiritualidade (Mt 6.2-5, 16; 23.25-35). Tiago mostrou que não existe justificação sem obediência (Tg 2.21-23).

A obediência é superior ao rito religioso, por mais exata e fielmente que esse rito seja observado (1Sm 15.22). A obediência está intimamente relacionada à fé (Hb 11.24-26) .

Cristo foi galardoado por sua obediência, pelo que Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome. Na qualidade de o Logos de Deus, ele já era exaltado juntamente com o Pai! Sua morte obediente foi galardoada (Fp 2.9).

OBJETIVO 3: Conscientizar-se de que o ritual religioso não proporciona relcionamento íntimo com Deus e nem salvação.

O termo Rito tem vários sentidos. Rito é totalmente diferente que rituais.
No sentido mais geral, um rito é uma sucessão de palavras, gestos e atos que, repetida, compõe uma cerimônia (religiosa ou civil, na maior parte das vezes). Apesar de seguir um padrão, o rito não é mecanizado.

O Rito é um conjunto de atividades organizadas, no qual as pessoas se expressam por meio de gestos, símbolos, linguagem e comportamento, transmitindo um sentido coerente ao ritual.

Um ritual é um conjunto de ações, realizadas principalmente pelo seu simbólico valor. Pode ser determinado pelas tradições de uma comunidade religiosa ou não.

Um ritual pode ser realizado em ocasiões específicas, ou a critério dos indivíduos ou comunidades. Pode ser realizado por um único indivíduo, por um grupo, ou por toda a comunidade, em locais arbitrários, ou em locais especialmente reservados para isso: ou em público, em privado, ou ante pessoas específicas.

Um ritual pode ser restrito a um determinado subconjunto da comunidade, e pode permitir ou sublinhar a passagem entre estados religiosos ou sociais. Os propósitos dos rituais são variados, com obrigações religiosas ou ideais, satisfação de necessidades espirituais ou emocionais dos praticantes, fortalecimento de laços sociais, educação social e moral, demonstração de respeito ou submissão, afirmando afiliação, obtendo a aceitação social ou aprovação para alguns eventos ou, às vezes, apenas pelo prazer do ritual em si.

No levitismo o rito era um conjunto de cerimônias e práticas litúrgicas cuja função prática simbolizava o fenômeno da fé, onde o tipo apontava para o antítipo. Exemplo: O cordeiro pascal era o tipo que apontava para Cristo, o antítipo.

O israelita que sacrificava um animal curvava-se sobre este, para significar assim que ele se identificava com o referido animal que estava tomando o seu lugar. Esse ato exprimia a ideia de substituição (Lv 16.21,22).

Os sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para um tempo futuro quando, então, Cristo viria para remover de modo permanente todo o pecado confessado (Hb 9.28; 10.10-18).
Em se tratando do Cristianismo, temos dois sacramento ue foram instituídos por Jesus, o Batismo em Águas por imersão e a Santa Ceia do Senhor (Mt 3.15; 26.26-30).

Esses cerimonialismos, contudo, não substituem o relacionamento sincero com Deus, nem proporcionam salvação em si (1 Sm 15.22; Sl 40.6-8; 51.,16,17; 1Co 1.14-17; 11.28,29).

Diferente dos ritos e rituais, o Culto é o momento de adoração ou homenagem que cada crente presta ao Senhor Jesus Cristo. Temos duas palavras gregas que definem culto: latréia, que significa adoração e proskuneós, que significa reverenciar, prestar obediência e render homenagem ao Supremo Ser.

O Culto é o momento através do qual rendemos as devidas honras e deferências à Divindade, podendo ser litúrgico, quando realizado congregacionalmente, e conduzido por leituras, cânticos, ofertório, exposição da Palavra e etc.

O culto pode ser também doméstico quando levado a efeito apenas no âmbito familiar e que também possui a sua liturgia.

O culto é o momento de adoração por excelência, do povo de Deus, e marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Daí a pergunta da mulher samaritana a Jesus, se deveriam cultuar no monte Jerizim ou em Jerusalém.

Jesus respondeu a mulher que não era nem nesse monte de Jerizim e nem também em Jerusalém seria o lugar de adoração. “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adoração ao Pai em Espírito e verdade, porque o Pai procuram a tais que assim adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.20,21,23,24).


CONCLUSÃO:
No tempo do profeta Miquéias o povo realizava muito bem o ritual levítico. Porém o Senhor não se agradava de suas reuniões solenes e sacrifícios, pois os rituais se tornaram algo mecânico, sem vida, uma simples obrigação religiosa.

Cumpriam a liturgia, mas não amavam verdadeiramente a Deus nem ao próximo. O que Deus espera de nós é que, tal qual um verdadeiro adorador, o adoremos em espírito e em verdade (Jo 3.24).

Devemos comparecer diante de Deus com total sinceridade e de ânimo de uma vida dirigida pelo Espírito Santo, amando a Deus acima de todas as coisas e ao próximo, pois toda a lei se resume nessa verdade (Mc 12.29-31).

Sem o verdadeiro arrependimento e um profundo compromisso com Deus, todas as práticas religiosas não passam de rituais vazios e completamente desprovidos de valor espiritual.

Praticar a justiça, amar a beneficência e andar humildemente com Deus, são considerados pela tradição judaica desde o século 1 a.C., o resumo dos 613 preceitos depreendidos da lei de Moisés.

Essa é vista por muitos como a maior declaração do Antigo Testamento. Os dois primeiros preceitos falam do compromisso horizontal com o nosso próximo; e o terceiro, de compromisso vertical com Deus.

Isso vale para todos os seres humanos e é paralelo ao ensino de Jesus: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos (Mt 22.37-40).


Consultas:
Lições Bíblicas EBD-CPAD - 4º. Trimestre 2012 – (Comentarista: Esequias Soares).

COELHO, Alexandre e DANIEL, Silas. Os Doze Profetas Menores. CPAD – Rio de Janeiro, 2012.

Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD

Bíblia de Estudo de Genebra – Editora Cultura Cristã – Soc. Bíblica do Brasil

ANDRADE, Claudionor Corrêa. Manual da Harpa Cristã 1ª. Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

CHAMPLIN. R. N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo..  Editora Hagnos.

CHAMPLIN. R. N. Dicionário do Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.. Editora Hagnos.

DOCKERY, David S. Manual Bíblico Vida Nova – 1ª. ed. São Paulo, Editora Vida, 2001.
RICHARDS Lawrence. Comentário Bíblico do Professor. 3ª. Imp. São Paulo: Editora Vida, 2004.
RADMARCHER, Earl D.; ALLEN, Ronald B; HOUSE, H. Wayne. O Novo Comentário Bíblico do Antigo Testamento com Recursos Adicionais. 1ª. ed. Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2010
Wilkpédia – A Enciclopédia Livre 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Jonas – A Misericórdia Divina - Lição 06 - 4º. Tri. 2012 - EBD CPAD - 11.11.12





 Texto da Lição: Jonas 1.1-3,15,17; 3.8-10; 4.1,2
                           
I   -  OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
  1. Explicar o contexto histórico, a estrutura e a mensagem do livro de Jonas.
  2. Conhecer o atributo da misericórdia divina.

  1. Conscientizar-se da perenidade da misericórdia de Deus.

II   - TEXTO ÁUREO:
“E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mal caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez” (Jonas 3.10).

III – VERDADE PRÁTICA: O relato de Jonas ensina-nos o quanto Deus nos ama e está pronto a perdoar os que se arrependem.

IV – PALAVRA CHAVE: Misericórdia – Sentimento de solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia; compaixão, piedade.

                                                Esboço: Escrito por Pr. João Barbosa da Silva
            http://nasendadacruz.blogspot.com
V  – COMENTÁRIO – Apresentação

A história de Jonas que encanta crianças e adultos atinge o seu ápice com a narrativa da experiência do profeta ao ser engolido por um grande peixe, quando do ventre do peixe Jonas clamou a Deus e teve a sua oração respondida com o peixe vomitando-o vivo em uma praia.

No entanto, este acontecimento não deve ofuscar o milagre maior que foi o arrependimento e a conversão de uma cidade pagã. Jonas foi um profeta reconhecido em seus dias, e em nossos dias. 
Jesus se utilizou da história de Jonas, inclusive falando dos três dias em que o profeta esteve no ventre do grande peixe. As versões da Bíblia costumam variar nesse aspecto, umas chamam de um grande peixe e outras, uma baleia.

Para o Senhor a história de Jonas serviu de referência para mostrar o que aconteceria no futuro: a sua ressurreição ao terceiro dia.

Jonas foi chamado para pregar aos inimigos do povo de Deus, os assírios, que tinham um histórico de crueldades para com os povos dominados. Tal mensagem era um desafio aos israelitas daqueles dias. Deus era Deus dos israelitas, e não um Deus que deveria mostrar compaixão para com outras nações. E Jonas aprendeu do próprio Deus:

“...não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a esquerda, e também muitos animais¿ (Jn 4.11).

Se para os dias de Jonas tal mensagem era inconcebível, o mesmo ocorreu nos dias de Jesus. Nos dias em que o Senhor esteve nesta terra, trouxe a mensagem do Reino de Deus primeiramente aos judeus, mas não desprezou os estrangeiros.

OBJETIVO 1: Explicar o contexto histórico, a estrutura e a mensagem do livro de Jonas.
Jonas, cujo nome significa “pombo”, é-nos apresentado como filho de Amitai (Jn 1.1). É mencionado em 2Re 14.25 como:

1. Um profeta de Israel que profetizou no Reino do Norte, durante o reinado de Jeroboão II (793 – 753 a.C.);

2. Como um cidadão de Gate-Efer, que distava uns 4km ao norte de Nazaré, na Galiléia.Os fariseus, pois, estavam enganados quando alegaram que nenhum profeta jamais surgira da Galiléia (Jo 7.52).

O ministério de Jonas teve lugar pouco depois do  de  Eliseu (2Re 13.14-19), coincidiu parcialmente com o de Amós (Am 1.1) e foi seguido pelo de Oséias (Os 1.1). Embora o livro não declare o nome do autor, seguramente foi o próprio Jonas quem o escreveu.

O arrependimento de Nínive, diante da pregação de Jonas, ocorreu no reinado de um destes dois monarcas assírios: Adade-Nirari III (810 – 783 a.C.), cujo governo foi marcado por uma tendência para o monoteísmo, ou  Assurda III (733 – 755 a.C.), em cuja administração houve duas grandes pragas (765 e 759 a. C.) e um eclipse do Sol (763 a.C.).

Estas ocorrências podem ter sido interpretadas como sinais do juízo divino, preparando a capital da Assíria à mensagem de Jonas. Nínive ficava cerca de 800 km a nordeste da Galiléia.

O livro de Jonas conta a história da chamada do profeta para ir a Nínive, e de sua atitude quanto ao mandato divino. O capítulo 1 descreve a desobediência inicial de Jonas, e o castigo divino subsequente.

Ao invés de seguir rumo nordeste, em direção a Nínive, Jonas embarca num navio que velejava para o oeste, cujo destino era Tarsis, na atual Espanha, o ponto mais distante possível da direção apontada por Deus.

O profeta, porém, não demorou a sentir o peso da impugnação divina: uma violenta tempestade no mar Mediterrâneo o levou a revelar-se aos marinheiros. Estes, por sua vez, são obrigados a jogá-lo ao mar. Providencialmente, Deus prepara “um grande peixe” para salvar-lhe a vida.

O capítulo 2 revela a oração que Jonas fez em seu cômodo excepcional. Ele agradece a Deus por ter-lhe poupado a vida, e promete obedecer á sua chamada. Então é vomitado pelo peixe em terra.

O capítulo 3 registra a segunda oportunidade que Jonas recebe de ir a Nínive, e ali prega a mensagem divina àquela gente ímpia. Num dos despertamentos espirituais mais notáveis da história, o rei conclama a todos ao jejum e a oração. E assim o juízo divino não recai sobre eles.

O capítulo 4 contém o ressentimento do profeta contra Deus, por ter o Senhor poupado a nação inimiga de Israel. Fazendo usa de uma planta, de um verme e do vento oriental, Deus ensina ao profeta contrariado, que ele se deleita em colocar sua graça à disposição de todos, e não apenas de Israel e Judá.

OBJETIVO 2: Conhecer o atributo da misericórdia divina.

A palavra portuguesa “misericórdia” vem do latim mercis, mercedis, “pagamento” “recompensa”, que veio a ser associada às recompensas divinas, ou seja, aos atos de compaixão celeste.

A misericórdia é o ato de tratar um ofensor com menor rigor do que ele merece. Trata-se do ato de não aplicar um castigo merecido, mas também envolve a idéia de dar a alguém algo que não merece. Também aponta para o ato de aliviar o sofrimento, inteiramente à parte da questão do mérito pessoal.

Quando chega à ótica de favor desmerecido, então, já se torna um sinônimo da palavra “graça”. Deus estende a sua misericórdia a todas as criaturas vivas, sendo esse o alvo mesmo da espiritualidade, no tocante a esse aspecto.

O vínculo que une Deus às suas criaturas, leva-o a expressar compaixão para com todos os seres vivos. Até mesmo aqueles que nada merecem da parte dele recebem misericórdia (Is 13.18; Jr 6.23; 21.7; 42.12; 1Re 8.50).

A misericórdia pode indicar benevolência, benignidade, bênção, clemência, compaixão e favor. A misericórdia é uma atitude de compaixão e beneficência ativa e graciosa expressa mediante o perdão calorosamente conferido a um malfeitor. Na Bíblia, a misericórdia de Deus é oferecida gratuitamente, uma expressão não-constrangida de amor, sem qualquer mácula de preconceito, aberta a todos os homens, dignos e indignos igualmente.


OBJETIVO 3: Conscientizar-se da perenidade da misericórdia de Deus.

No Salmo 100.5 o salmista declara: “Porque o Senhor é bom e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração a geração”.

A idéia de misericórdia está sempre relacionada à idéia de “graça” (no grego, charis). O vocábulo graça envolve muitos sentidos: Significa graciosidade, atrativos, favor, cuidados ou ajuda graciosa (At 11.1-18; Rm 3.24); denotando assim bondade espontânea e atos de generosidade fundamentados em disposições de compaixão para com o necessitado.

“Graça” como característica de Deus fundamenta as relações divinas-humanas na iniciativa generosa e tolerante fidelidade de Deus culminando na atividade vigorosa e restauradora de Deus em favor da humanidade.

Um ponto de partida para o estudo da benevolência de Deus para com a humanidade no Antigo Testamento é a auto-revelação de Deus em Ex 34.6,7.

“Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado; castigos os filhos e os netos pelo pecado de  seus pais até a terceira e quarta geração”.

A importância desse pronunciamento é ressaltada pelo seu status de auto- revelação de Javé e por aparecer novamente em Nm 14.17-19; Dt 5.9,10; 7.9-13; Sl 77.8,9; 103.8-12,17,18; Jn 3.10 – 4.2.

A graça de Deus está na base de seu caráter; desse modo, ela dura mais do que sua ira e se espalha fartamente na ação de sustentação e salvação de vidas.

A atividade graciosa de Deus é resultado de sua própria disposição, Ele pode estar bem disposto até para com os ímpios, e muitas vezes sua misericórdia se estende até mesmo para com aqueles que perseguem o seu povo (Jn 4.2, 11).
Antes dos mandamentos serem enumerados em Ex 20, Javé lembra a Israel: “Vocês viram o que fiz ao Egito e como os transportei sobre asas de águia e os trouxe para junto de mim” (Ex 19.4).

E identifica-se como “O Senhor, o teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da terra da servidão” (Ex 20.1).

O caráter de Deus é assim manifesto à sua resposta compassiva aos clamores  israelitas (Dt 26.5-10), na sua iniciativa redentora em resgatar Israel da escravidão, na transformação do povo efetuada por ele, na escolha deles dentre as nações  (eleição).

A graça de Deus é irresistível em sua plenitude (Rm 5.15,17 6.1; 2Co 4.15;8,9;9.8). Aqueles que receberam e estão sendo transformados pela graça de Deus devem estar dispostos também a reconhecer esta mesma graça operando na vida de outrem. A experiência que uma pessoa tem da graça divina deve transformar os padrões pelos quais avaliam os outros (2 Co 5.16).

O ministério de Jesus não é nada mais do que a dádiva que Deus faz das bênçãos da salvação a todos que o recebem, principalmente àqueles cuja sorte na vida os colocou à margem da sociedade (Lc 4.18,19; 6.20-26).

De fato, em todos os evangelhos sinópticos encontram-se evidências da graça extraordinária de Deus agindo no ministério de Jesus e à disposição dele. A semente da palavra de Deus é lançada sem descriminação, mesmo que as respostas à Palavra variem (Mc 4.1-20).

Em Mateus capítulos 8 – 9 Jesus é retratado como alguém que torna possível a presença e poder do domínio de Deus aos que estavam na periferia da sociedade judaica na Galiléia:

Um leproso, um escravo de um oficial gentil, uma mulher idosa, o endemoninhado, um paralítico, um coletor de impostos, uma jovem e um cego.

CONCLUSÃO:

Numa perspectiva bíblico-teológica “graça” é fundamentalmente uma palavra sobre Deus: Sua iniciativa demonstra amplamente o seu cuidado e amor para com todos. Seu favor é derramado indiscriminadamente para com os ingratos e maus (Lc 6.35).

Por outro lado, os desesperados, o pobre e o marginalizado podem ter certeza de que sua compaixão objetiva a eles em primeiro lugar.

A graça de Deus é dada livremente, mas também possibilita e provoca uma resposta humana, para que as pessoas sejam convocadas a se comportarem perante Deus em adoração, gratidão e obediência; e uns para com os outros em maneiras que reflitam e irradiem a amabilidade de Deus.

Consultas:
Lições Bíblicas EBD-CPAD - 4º. Trimestre 2012 – (Comentarista: Esequias Soares).

COELHO, Alexandre e DANIEL, Silas. Os Doze Profetas Menores. CPAD – Rio de Janeiro, 2012.

Bíblia de Estudo Pentecostal – CPAD

Bíblia de Estudo Cronológico – Editora Vida

ANDRADE, Claudionor Corrêa. Dicionário Teológico. 8ª. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

CHAMPLIN. R. N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo..  Editora Hagnos.

CHAMPLIN. R. N. Dicionário do Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.. Editora Hagnos.

DOCKERY, David S. Manual Bíblico Vida Nova – 1ª. ed. São Paulo, Editora Vida, 2001.
RICHARDS Lawrence. Comentário Bíblico do Professor. 3ª. Imp. São Paulo: Editora Vida, 2004.
DAVIDSON, F. O Novo Comentário da Bíblia. 3ª. ed. São Paulo: Editora Vida Nova, 1997.
RADMARCHER, Earl D.; ALLEN, Ronald B; HOUSE, H. Wayne. O Novo Comentário Bíblico do Antigo Testamento com Recursos Adicionais. 1ª. ed. Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2010
ALEXANDER T. Desmond  – Novo Dicionário de Teologia Bíblica – Editora Vida, 2009