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sexta-feira, 22 de julho de 2011

A CRISE CULTURAL NO CASAMENTO

Programa Andando por onde Jesus Andou
Ás 3ª. e 5ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil
http://www.radioplenitude.com.br
Contextualização para Debate

Programa Missionário “Andando Por Onde Jesus Andou”.
 Às 5ª e 6ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil:
Produção e Apresentação do Pr. João Barbosa da Silva e da
Mssª. Laudicéa Barboza
                    http://www.radioplenitude.com.br
                     pastorjoaobarbosa@gmail.com
                     laudiceabarboza@hotmail.com

Evento Social - Olinda-PE.Br

APRESENTAÇÃO:
Os tribunais e autoridades públicas têm decidido, decretado e se pronunciado em favor de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. A mídia também tem mostrado uma tendência simpatizante com esta causa.
Enquanto isso, outros membros do governo atual declaram oficialmente que favorecem uma emenda constitucional que defina o casamento como união estável entre um homem e uma mulher.
E com base em nossas convicções, de que a Crise Cultural com respeito ao casamento e à família, tem suas raízes em uma crise espiritual. Cremos firmemente que a única solução consiste em resgatar e reconstruir os fundamentos bíblicos destas instituições – casamento e família.

DESENVOLVIMENTO:
Nos últimos anos, a estrutura que até pouco tempo atrás fora considerada uma família “normal”, constituída de pai, mãe e filhos, tem sido vista cada vez mais como uma dentre várias opções, a ponto de não poder mais afirmar ser a única ou a mais elevada forma de organização dos relacionamentos humanos – casamento e família.
A visão judaico cristã do casamento e família, cujas raízes encontram-se nas Escrituras Hebraicas do Antigo Testamento, foi substituída, em grande medida, por um conjunto de valores que prezam por direitos humanos e realização pessoal;  e utilidade a nível individual e social.
 Podemos dizer que casamento e família são instituições sitiadas no mundo de hoje e que, no tocante a essas questões, a própria civilização atual se encontra em crise.
A crise cultural de nossos dias, porém, é apenas um sintoma ou o sintoma de uma crise espiritual profunda que continua corroer os fundamentos de valores sociais, outrora considerados comuns.
Como vivemos na Era Pós-Moderna, onde os valores são relativos e cada pessoa tem a sua cosmovisão, ou seja, sua própria visão de mundo; com isso desprezam os valores eternos e insolúveis estabelecidos por Deus.
Se Deus, o Criador, instituiu de fato – casamento e família, conforme a Bíblia ensina, e se há um ser maligno chamado Satanás que guerreia contra os propósitos criadores de Deus neste mundo, não se espante ao ver que os alicerces divinos dessas instituições estejam sobre ataque serrado nos últimos anos.
Quer percebamos ou não, nós, seres humanos, estamos envolvidos em um conflito espiritual e cósmico – entre Deus e Satanás; no qual casamento e família são áreas de suma importância dentro das quais são travadas batalhas espirituais e culturais.
Se, portanto, a crise cultural é sintoma de uma crise espiritual subjacente, a solução também deve ser espiritual, e não apenas cultural.

CONCLUSÃO:
Se queremos fazer diferença em nosso mundo, devemos compreender profundamente essas visões contrárias da realidade, pois elas são as raízes dessa crise cultural.
Na cosmovisão hoje dominante, onde tudo é relativo, não se pode, portanto, contestar nenhum conceito nem se pode considerar superior a qualquer outro conceito, mesmo que esteja fora dos fundamentos estabelecidos por Deus.
Os cristãos devem entender o choque de cosmovisões que está mudando a face de nossa sociedade. E devemos estar preparados para responder quando as pessoas se tornarem desiludidas com as falsas crenças e os falsos valores e começarem a buscar as verdadeiras respostas. Devemos saber não só qual é a nossa cosmovisao, e porque acreditamos nela, mas também como defendê-la.
Devemos também ter algum entendimento das cosmovisões contrárias e porque as pessoas acreditam nelas.
Somente assim podemos distinguir o falso do verdadeiro.


Observação:
O objetivo desse estudo é indicar o caminho certo que nossos leitores devem seguir. E nunca criticar outros pontos de vista, por melhor que possa parecer – haja vista, o nosso Projeto ser Missionário e termos, portanto, o dever de cumprir a Grande Comissão e a Comissão Cultural.



quinta-feira, 21 de julho de 2011

A FAMÍLIA COMO UM PROJETO DE DEUS

Programa Andando por onde Jesus AndouTransversalização do Debate – A Família nos Tempos Pós-Modernos
Ás 3ª. e 5ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil
http://www.radioplenitude.com.br/

Programa Missionário “ Andando Por Onde Jesus Andou”
Às 5ª. e 6ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil: Produção e Apresentação do Pr. João Barbosa da Silva e da Mssª. Laudicéa Barboza


Textos Bíblicos para Reflexão:
Gênesis cap 1, vers. 27,28

“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus os criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: frutificai, multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.”

                                APRESENTAÇÃO


Família - A Coroa da Criação de Deus na Terra

Deus foi quem criou a família e a formou para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges; um núcleo por meio do qual as bênçãos de Deus fluiriam e se espalhariam por sobre a terra.

DESENVOLVIMENTO:

O relato da criação de Deus trazida no primeiro capítulo do Livro de Gênesis, relata o sexto dia da criação. O último dia portanto, e, neste dia o Senhor formou o homem e a mulher; dando-lhe entre outras ordens, a seguinte ordem: “multiplicai-vos”.
Ficando então, desta forma, instituída a família neste dia; não por ser de menor importância, e sim por ser uma obra prima, um fechamento perfeito de sua criação sobre a terra; não somente por um critério de beleza formal, mas, muito mais pela sua utilidade à humanidade.

Homem e mulher, portanto, fazem parte do mesmo Projeto de Deus. Ambos sentem-se tão necessários um ao outro quanto o ar que respiram. Esta interdependência é inerente à formação moral e espiritual do próprio ser.

A união conjugal, portanto, antes de ser um contrato jurídico era um ato de amor, companheirismo e cumplicidade em que as principais necessidades humanas eram completamente satisfeitas.
Homem e mulher se auto realizam um no outro.

A união de um homem com uma mulher pelos laços indissolúveis do matrimônio estabelecido por Deus, é de tão difícil compreensão humana, que um grande sábio achava mais fácil entender o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar, ou, ainda, da águia no céu, do que a união de um homem com uma mulher (Provérbios 30. 18,19).

A família começa com o casamento.
Quando Deus criou Adão e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: "Por isso, deixará o homem o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á  à sua mulher, e serão ambos uma  carne" (Gênesis 2:24).

Este plano é claro; um homem ligado a uma mulher.
 Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este, ainda é o plano de Deus.
Ele citou este versículo e acrescentou: "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida.
Somente a morte deve cortar este laço. “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, estar-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido (Romanos 7.2,3).

Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento.
Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus. “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará” (Hebreus 13:4).
Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros. “....mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher,e cada uma tenha o seu próprio marido. O marido pague à mulher a devida benevolência e da mesma sorte a mulher, ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma maneira, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e, depois, ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tentem pela vossa incontinência”.  (1 Coríntios 7.2-5).
As relações sexuais devem ser, de acordo com as escrituras, sempre dentro do matrimônio.
As relações sexuais extra-conjugais, segundo a Bíblia são claramente proibidas. “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará” “ (Hebreus 13:4).
Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias completas, com pai e mãe. “Quero, pois, que as que são moças se casem, gerem filhos, governem a casa e não dêem ocasião ao Diabo de maldizer”. (1 Timóteo 5:14).

CONCLUSÃO:
O grande problema da Pós-Modernidade é que os homens tiraram Deus da posição de autor e criador da instituição do casamento e da família; abrindo-se assim uma porta para inúmeras interpretações humanas sobre o casamento e a família.

Existem diversos tipos de família neste mundo pós-moderno.
Referimo-nos à família natural que Deus criou: pai, mãe e filhos, e não da cópia de que muitos estão querendo chamar de família, porque o que for diferente desta ordem está fora do Projeto de Deus para a família.






Observação:
O objetivo desse estudo é indicar o caminho certo que nossos leitores devem seguir. E nunca criticar outros pontos de vista, por melhor que possa parecer – haja vista, o nosso Projeto ser Missionário e termos, portanto, o dever de cumprir a Grande Comissão e a Comissão Cultural.

Fomos chamados para a Comissão Cultural debaixo do senhorio de Cristo. A chamada para criar uma Cultura segundo os padrões estabelecidos por Deus para os homens; pois Deus se importa tanto com a redenção das almas, quanto com a restauração de sua criação.

Deus nos chamou para sermos agentes não apenas de sua graça salvadora, mas também de sua graça comum, isto é, levar adiante o trabalho de Deus de manter a criação através da promoção da justiça e retenção do mal.

 Para tanto, devemos traduzir a revelação de Deus para a linguagem do mundo, devemos ser capazes de falar ao cientista na linguagem da ciência, ao artista na linguagem da arte, ao político na linguagem da política. O cristão não é chamado apenas para salvar almas, mas também para salvar mentes.
Paulo assim se expressou em 1 Co 9.19-22 “Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos, para ganhar ainda mais........Fiz-me como fraco para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns”.

Nosso trabalho não é tão somente construir a igreja, mas também construir uma sociedade para a Glória de Deus.



Fontes de Consulta:

COLSON, Charles – E Agora como Viveremos? – Edições CPAD
VEITH, Gene Edward, Jr – Tempos pós-Modernos – Edit. Cultura Cristã
KOSTENBERGER, Andreas J. – Deus – Casamento e Família (Reconstruindo o  Fundamento Bíblico) – Edit. Vida nova
VAUX, Roland de – Instituições de Israel No Antigo Testamento - Edit.

Bíblias:
Estudo Pentecostal (CPAD)
Estudo de Genebra (Edit.Cultura Cristã e Soc. Bíblica do Brasil)
Apologética   (CPAD)
Da Mulher (CPAD)



A FAMÍLIA NOS TEMPOS PÓS-MODERNOS

Programa Andando por onde Jesus Andou
Ás 3ª. e 5ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil
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Contextualização para Debate

Programa Missionário “Andando Por Onde Jesus Andou”
Às 5ª. e 6ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil: Produção e Apresentação do Pr. João Barbosa da Silva e da Mssª. Laudicéa Barboza



                       APRESENTAÇÃO


2ª. Igreja implantada pelo Pr. João Barbosa em Lisboa-PT
Os novos valores que inspiram a sociedade contemporânea excedem e rompem, definitivamente, com a concepção tradicional de família.
A arquitetura da sociedade moderna traz um modelo familiar descentralizado, democrático, igualitário e desmatrimonializado.

DESENVOLVIMENTO
Com efeito, a família tem o seu quadro evolutivo atrelado ao próprio avanço do homem e da sociedade, mutável de acordo com as novas conquistas da humanidade e descobertas científicas, não sendo aceitável, nem admissível, que esteja submetida a idéias estáticas, presas a valores de um passado distante.

 De forma simples e clara, a família é uma Entidade histórica, ancestral como a história, interligada com os rumos e desvios da história, ou seja, a família e a história sempre coexistiram dentro do processo evolutivo da humanidade e consequentemente encontram-se atreladas na sua forma de caminhar. Se a história sofrer alterações não há como a família não acompanhar.

Ela mesma – a família torna-se mutável na exata medida em que mudam as estruturas e a arquitetura da própria história através dos tempos.
É correto, pois, concluir que entrelaçada a feição da família como retrato da própria sociedade, consideradas as circunstâncias de tempo e lugar, podermos afirmar seguramente, da necessidade de uma compreensão contemporânea, atual, da entidade familiar, considerados os avanços técnico-científicos e a natural evolução filosófica do homem.


É certo e não contraditório, que a família caracteriza uma realidade presente – hoje com a família pós-moderna, antes – desde os primórdios quando Deus formou a primeira família no Jardim do Éden, e com a família das futuras gerações; mesmo com cosmovisões diferenciadas, a família transcende o fenômeno exclusivamente biológico, para buscar uma dimensão mais ampla, fundada na busca da realização pessoal de seus membros.

CONCLUSÃO
Sendo a família composta por seres humanos, decorre, por conseguinte, uma impossível modificação na feição da família, que tem se apresentando sob tantas e diversas formas, quantas forem as possibilidades de se relacionar, bem como, de expressar o amor.

De acordo com o Projeto de Deus para a família, através dos tempos, os seus conceitos fundamentais estabelecidos pelo próprio Deus, não sofrem alteração; apesar de a revelia dos seus elementos fundantes, muitas pessoas vêm alterando os fundamentos dessa instituição sagrada – a família – de acordo com os valores e ideais predominantes em cada momento histórico.

Vivemos assim, um novo tempo para a família: uma nova fotografia na pós-modernidade.
Entre as incontáveis mudanças que se dão no mundo contemporâneo, nenhuma é sentida de forma tão intensa, quanto aquelas que se desenvolvem nas vidas pessoais dos seres humanos (na sexualidade, no casamento, nas formas de expressão e de afetividade, etc.).



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Lição 04- 3º. Trimestre EBD-CPAD: A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO

Programa Andando por onde Jesus Andou
Ás 3ª. e 5ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil
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Texto Bíblico: Gênesis 1.26-30; Marcos 16.15-18,20
Resenha Bíblica
                                                           Pr. João Barbosa da Silva

       Programa Missionário “Andando Por Onde Jesus Andou”.
Às 5ª e 6ª. Feiras de 12 às 13h do Brasil:
Produção e Apresentação do Pr. João Barbosa da Silva e da Mssª. Laudicéa Barboza
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                                          pastorjoaobarbosa@gmail.com
                                          laudiceabarboza@hotmail.com

     
                OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
  1. Compreender que a Missão Integral é uma ordenança divina.
  2. Saber que a Comissão Cultural é uma convocação à Igreja.
  3. Conscientizar-se de que o Senhor Jesus comissionou-nos a pregar, a batizar e a fazer discípulos em todo o mundo.

                                        
                                                          APRESENTAÇÃO:

Entender o Cristianismo como uma cosmovisão ou visão de mundo é importante não somente para o cumprimento da Grande Comissão, mas também para o cumprimento da Comissão Integral que é a chamada para criar uma cultura debaixo do Senhorio de Cristo como resultado da Grande Comissão e Comissão Cultural.

Deus se importa não só com a redenção das almas, mas também com a restauração de sua criação. Ele nos chama para sermos agentes não apenas da sua graça salvadora, ou seja, somente para pregar o Evangelho caracterizado na Grande Comissão – mas também de sua graça comum, isto é, levar a adiante o trabalho de Deus de manter a criação através da promoção da justiça e retenção do mal, desenvolvendo assim a Comissão Cultural.

Em suma – Na Grande Comissão cumprimos o Ide da graça salvadora. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai  o Evangelho a toda criatura.” (Mc 16.15).
Na Comissão Cultural cumprimos a graça comum que é o processo de mudança da sociedade para uma cosmovisão segundo o padrão estabelecido por Deus na sua Palavra. “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.”  (Mt 28.19,20)

Nosso trabalho não é somente construir a Igreja (Grande Comissão) mas também construir uma sociedade para a glória de Deus (Comissão Cultural).
DESENVOLVIMENTO

1. Missão Integral – Uma Ordenação Divina: A Missão Integral é caracterizada por uma responsabilidade que vai além da evangelização.
Devemos distinguir, portanto, a diferença entre o trabalho da Grande Comissão – a salvação das almas, e o trabalho de Deus através da Comissão Cultural – o exercício da autoridade sobre todas as coisas criadas por Deus. “E disse Deus; façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (Gn 1.26).
“Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo; as aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo que passa pelas veredas dos mares.” (Sl 8.6-8).
Situando-se dentro da Comissão Integral, Tiago escreveu no cap.2, vers.15,16. “E, se o irmão ou irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e alguns de vós lhes disser: ide em paz, aquietai-vos e fartai-vos; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?”

2. A Comissão Cultural - Uma Convocação à Igreja: Nosso chamado vai além do  pautar os princípios divinos, mas também se comprometer em transformar o mundo; devemos cumprir a Grande Comissão e a Comissão Cultural. Somos ordenados a pregar as Boas Novas e a trazer todas as coisas à submissão da ordem de Deus, defendendo e vivendo a verdade de Deus nas condições históricas e culturais únicas de nossa Era.
Comprometer-nos com o mundo, todavia, requer que entendamos as grandes idéias que competem pelas mentes e pelos corações das pessoas.
Segundo o filósofo Richard Weaver, em seu livro – Idéias Have Consequencias – “São as grandes idéias que informam a mente, incendeiam a imaginação, movem o coração e dão forma à cultura”.
A história é um pouco mais do que o registro do surgimento e queda das grandes idéias. As cosmovisões que formam nossos valores e nos levam à ação.
No período de 16 a 25 de Julho de 1974, foi realizado na cidade Lausanne, Suíça, o Congresso Internacional para Evangelização Mundial sob o Tema: “Que a terra ouça a Voz de Deus”: O objetivo do Congresso era discutir o rumo das Missões Cristãs Mundiais. No final dos trabalhos, foi divulgado um documento denominado O Pacto de Lausanne. Composto de quinze artigos, a seguir:
01.  O Propósito de Deus
02.  A Autoridade e o Poder da Bíblia
03.  A Unicidade e a Universalidade de Cristo
04.  A Natureza da Evangelização
05.  A responsabilidade Social Cristã
06.  A Igreja e a Evangelização
07.  Cooperação na Evangelização
08.  Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
09.  Urgência da Tarefa Evangelística
10.  Evangelização e Cultura
11.  Educação e Liderança
12.  Conflito Espiritual
13.  Liberdade e Perseguição
14.  O Poder do Espírito Santo
15.  O Retorno de Cristo.

3. A Grande Comissão – A Igreja Proclama o Evangelho ao Mundo: O Senhor Jesus comissionou-nos, a pregar, a batizar e a fazer discípulos em todo o mundo (Mc 16.15; Mt 28.19).

Esta ordenança é conhecida como a Grande Comissão. E tem como objetivo:
a) Proclamar o Evangelho em palavras e ações a toda criatura;
b) Discipular os novos conversos, tornando-os fiéis seguidores de Cristo;
c) Integrá-los espiritualmente e socialmente na Igreja local, a fim de que cresçam na graça e no conhecimento por intermédio da ação do Espírito Santo em sua vida, desfrutando sempre da comunhão dos santos.

O “Ide” de Jesus significa também atravessar fronteiras.
Anunciar o Evangelho em uma cultura diferente é o grande desafio da obra missionária. Não podemos desprezar a cultura de um povo a quem pretendemos evangelizar e estabelecermos a nossa. “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Co 2.1,2).

CONCLUSÃO

A Raiz do Conflito Cultural: Uma de nossas falhas, é que estamos enfrentando Conflitos Culturais de todos os lados, sem nos dar conta de que a própria guerra está ao nosso redor.
Precisamos identificar as cosmovisões que jazem na raiz do Conflito Cultural.
A Guerra Cultural não é sobre o aborto, novas formas de união no casamento ou declínio na educação de nossas crianças. Esses são apenas os conflitos.

A verdadeira guerra é uma luta cósmica entre a cosmovisão cristã e as várias cosmovisões seculares e espirituais, que estão em ordem de batalha contra a Igreja de Cristo.
A base da cosmovisão cristã, é a revelação de Deus nas Escrituras, sobre qualquer aspecto da vida familiar, educacional, política, científica, artística e até a mesmo na cultura popular.
Isso é o que devemos entender se vamos ser efetivos tanto em evangelizar nosso mundo hoje, como transformá-lo para refletir a sabedoria do Criador. A Comissão Integral engloba esses dois propósitos: evangelizar o mundo e trazê-lo à obediência e ao senhorio de Cristo através da promoção da justiça e retenção do mal.

"E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, e em testemunho de todas as gentes..." (Mt 24.14).
Fontes de Consultas:
Manual do Professor EBD-CPAD – 3º Trimestre-2011
CHAMPLIN, R.N. - Enciclopédia de Bíblia – Teologia e Filosofia  - Edit Hagnus
Novo Comentário Bíblico do Novo Testamento – Eds: READMACHER, Earl D; ALLEN, Ronald B; HOUSE, H. Wayne
COLSON, Charles – E Agora como Viveremos? – Edições CPAD
VEITH, Gene Edward, Jr – Tempos Pós-Modernos – Edit Cultura Cristã
NEE, Watchman – A Igreja Gloriosa – Edit. Árvore da Vida
Bíblias:
Estudo Pentecostal (CPAD)
Estudo de Genebra (Edit.Cultura Cristã e Soc. Bíblica do Brasil)
Apologética   (CPAD)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

DEUS É REFÚGIO E FORTALEZA

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Transversalização do Debate: O Submundo das Drogas

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Textos Bíblicos para Reflexão:
Salmo 46.1,2 e Isaias 32.2

APRESENTAÇÃO
        
“Deus é o nosso Refúgio e Fortaleza, Socorro bem presente na angústia, pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares” .... “E será aquele varão como um esconderijo contra o vento, e como um refúgio contra a tempestade, e como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta”.

Existem muitos tipos de ventos na vida de uma pessoa. Há ventos na área financeira, na emocional, da saúde, dos relacionamentos entre familiares e até entre amigos. Entre cônjuges, finalmente, os ventos estão sempre a soprar, - e não sabemos a hora que eles vêem, de onde vêem e para onde vão.
“O vento assopra aonde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; (Jo 3.8)
Mas existe um  -  que serve de esconderijo contra o vento.

Tempestade é um outro fenômeno natural que muito tem assolado o nosso mundo físico, ultimamente.

A Bíblia mostra os textos bíblicos citados, como figuras de linguagem, que são recursos de estilo literário que representa acontecimentos do mundo físico e real para a vida coletiva, pessoal e espiritual.

Aquele varão será também como um refúgio contra a tempestade – diz o texto bíblico.  
Como um ribeiro de água em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta. Mas assim está escrito no Salmo 91.1-16.

Em Deus há refúgio, esconderijo, ribeiros de águas e sombra de uma grande rocha em terra sedenta, ou seja, onde estiver,

onde houver um dependente, um amigo, uma família em sofrimento causado pelo Flagelo das Drogas, eles podem ser beneficiados procurando refúgio em Deus.

A parte medicinal e psicológica do dependente não deve ser relaxada, mas deve ser acompanhada por esse processo espiritual. Esse é que é o verdadeiro caminho para deixar o dependente totalmente livre e tornar a família e a sociedade vitoriosas.
 “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.....”Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (Jo 8.32, 36).